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	<title>Marcos Allen, Autor em Etaste</title>
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	<title>Marcos Allen, Autor em Etaste</title>
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		<title>#Resistir Marcos Allen: O diário de um confinado à beira de um ataque de nervos #3</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcos Allen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 14:42:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aqui n'O Ferreira nada será como dantes. E 3 anos após a mudança forçada da Rua do Almada para a Rua Gonçalo Cristóvão, mesmo sob o viaduto, uma nova mudança se avizinha.</p>
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<p>Aqui n&#8217;O Ferreira nada será como dantes. E 3 anos após a mudança forçada da Rua do Almada para a Rua Gonçalo Cristóvão, mesmo sob o viaduto, uma nova mudança se avizinha. Agostinho Ferreira da Costa foi jogador do Futebol Clube do Porto. Não sendo dos nomes mais conhecidos, fez parte do mítico plantel campeão europeu em 1986-87. Nos últimos anos, na pele de empresário da restauração, tem sido obrigado a fazer algumas fintas à vida.<br>Primeiro, com a crescente procura imobiliária que se verificava na cidade do Porto, teve de sair da sua morada original, e mudar para a localização atual. Muitos desconheciam a mudança e só se apercebiam ao lerem na carta dois dos ex-libris d’O Ferreira: o Bife à Ferreira – 9€ -, e o Pudim de Batata Doce – 2,80€. Aí desapareciam as dúvidas.<br>Muito frequentado por advogados e juízes dada a sua localização frente ao Tribunal de Execução de Penas e ao DIAP da Comarca do Porto, O Ferreira todas as manhãs publicava na sua página de Facebook os seus pratos do dia, 3 a 4 opções. Dada a exiguidade do espaço, era aconselhável a reserva, de mesa e de prato. Desta forma, podia sair do meu escritório, atravessar a rua, almoçar e estar de regresso meia hora depois. Comida de conforto, servida a 6,50€, 7€ o prato, com doses justas.<br>Dado que por volta das 12h45 o espaço estava diariamente lotado, o Sr. Ferreira fazia a gestão da sala muito a seu modo. Ia sentando os comensais literalmente onde havia lugares livres. Estando eu sozinho numa mesa de 4 pessoas, por exemplo, rapidamente tinha mais dois desconhecidos a almoçar comigo à mesa. “São boas pessoas, não vai ter problemas”, anunciava ele quando fazia os referidos “casamentos” que lhe rentabilizavam a sala.<br>Não sabemos quando reabrirá O Ferreira, mas uma coisa vos garantimos. Dado o imperioso distanciamento social que se impõe e de que tanto temos ouvido falar, essa gestão da sala e rentabilização do restaurante não existirá pelo menos nos tempos que se avizinham. Servindo menos refeições provavelmente Agostinho Ferreira da Costa será forçado a aumentar os preços, ou, caso os clientes adiram, a servir mais em take-away, podendo os seus clientes de outrora vir buscar aquilo que pretendam comer e fazê-lo à secretária do seu gabinete. Uma coisa é certa: n’O Ferreira nada será como dantes.</p>
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		<title>#Resistir Marcos Allen: O diário de um confinado à beira de um ataque de nervos #2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcos Allen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2020 10:58:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Marcos Allen]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Almoçava 7x7 dias fora de casa. Nos cinco dias úteis, em restaurantes de proximidade. Os chamados restaurantes de prato do dia, ou de menu do dia. É um escalão intermédio.</p>
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<p>Almoçava 7&#215;7 dias fora de casa. Nos cinco dias úteis, em restaurantes de proximidade. Os chamados restaurantes de prato do dia, ou de menu do dia. É um escalão intermédio. </p>



<p>Não é o restaurante ou café que tem pratos do dia a 3,50€, nem o restaurante que tem um menu executivo a 15€. Normalmente, têm um prato a 6,50€-7€ e o restante consumo é cobrado à parte. Bebida, sobremesa, café. São aqueles restaurantes que, a preços do Porto, podemos confiar. Nem demasiado baratos – onde desconfiamos da qualidade do que nos é oferecido -, tampouco demasiado caros. São os restaurantes do dia-a-dia. </p>



<p>Um deles era o Machado, na Rua da Constituição. Uma das preferências recaía nas lulas à bordalesa, sempre às quintas-feiras. Aqui as lulas eram servidas com batata cozida. Eu, arrozeiro confesso, pedia sempre para substituir as batatas cozidas por arroz branco.</p>



<p>E que saudades eu tenho destes almoços simples…</p>
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		<title>#resistir Marcos Allen: C O diário de um confinado à beira de um ataque de nervos #1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcos Allen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2020 13:20:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Trago-vos hoje os croissants da Confeitaria Romi, talvez o pior sítio do mundo para se aconselhar, mas aquele de que eu mais gosto. Porquê? Porque tudo é “feio”, mas extremamente saboroso.</p>
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<p>Apresento-me. Não interessa o nome. Sou um confinado à beira de um ataque de nervos. </p>



<p>Saí de casa dos pais aos 27 anos. Para casar. Não se riam. Era normal nessa época. Desde essa data nunca mais tomei um pequeno-almoço em casa. Tomei-o sempre fora, em diversos cafés ou confeitarias &#8211; sim, caro leitor, no Norte não existem pastelarias &#8211; e fui variando aquilo que escolhia. Pequeno-almoço é para mim uma refeição salgada. Mesmo que tenha uma componente doce terá de ser acompanhada por um pouco de sal. No meu caso, bastante.</p>



<p>Trago-vos hoje os croissants da Confeitaria Romi, talvez o pior sítio do mundo para se aconselhar, mas aquele de que eu mais gosto. Porquê? Porque tudo é “feio”, mas extremamente saboroso. E não esqueço o fantástico Marco Mendes, nascido brasileiro e portuense há 25 anos, a dizer quando eu entrava: “sai um croissant e um quilo de manteiga para o Sr. Marcos Allen”!</p>



<p>Que enorme vontade de voltar.</p>
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