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	<title>leonor sousa bastos Arquivos - Etaste</title>
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	<description>Um portal para todos os amantes e profissionais de gastronomia</description>
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	<title>leonor sousa bastos Arquivos - Etaste</title>
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		<title>#resistir Leonor de Sousa Bastos: Construir uma catapulta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonor Sousa Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2020 09:46:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vejo que os primeiros mecanismos se baseavam em tensão, depois em torção e, por fim, usavam a gravidade. Ignoro isso. O que eu procuro é em como erguer uma força para nos (re)inventarmos como homens e não como máquinas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>À procura de instruções precisas sobre como montar uma catapulta, vou dar aos gregos e, inevitavelmente, ao poema de Herberto Helder:</p>



<p>“e então indago de mim se eu</p>



<p>próprio tenho paixão,</p>



<p>se posso morrer gregamente,</p>



<p>que paixão?”</p>



<p>Leio que uma catapulta é uma arma de arremesso construída com uma espécie de colher. Já não me lembro onde foi, aprendi que a colher era o único talher sem carácter bélico. Uma faca usa-se para cortar, um garfo serve para espetar e, afinal, a aparentemente inofensiva colher de bordos polidos, pode usar-se para arremessar. Toda a paz que eu sempre depositara numa colher, subitamente estremeceu.&nbsp;</p>



<p>Se a colher de uma catapulta pode atirar pedras a grande distância, como não imaginar o lançamento de um abade de priscos? Como desviar esta ideia de <em>panna cotta</em> voadora ou, de uma <em>crema catalana</em> em puro movimento? Com um engenho, a pastelaria pode ir além muros.</p>



<p>Vejo que os primeiros mecanismos se baseavam em tensão, depois em torção e, por fim, usavam a gravidade. Ignoro isso. O que eu procuro é em como erguer uma força para nos (re)inventarmos como homens e não como máquinas. &nbsp;</p>



<p>Eu quero construir uma catapulta com paixão:&nbsp;</p>



<p>“os cegos, os temperados, ah não”.</p>
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		<title>#resistir Leonor de Sousa Bastos: O tempo não me pertence</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonor Sousa Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 09:52:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A separação morde, mesmo a um mínimo de um metro de segurança, no espaço vazio de um abraço, na ausência fria de um beijo. É por isso que, em legítima defesa, trinco pão e nozes, devoro o doce de tomate, e ainda ataco as bolachas. Quem disse que resistir era fácil?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O tempo é tão só meu neste afastamento, que percebo que não me pertence.&nbsp;Os momentos em que a solidão é mais feroz, são também aqueles em que o sentimento individual perde o sentido. Há um destino colectivo que valida o afastamento do outro, mesmo quando não nos é pedido ou imposto.&nbsp;Agora, urge a distância.<br>A separação morde, mesmo a um mínimo de um metro de segurança, no espaço vazio de um abraço, na ausência fria de um beijo. É por isso que, em legítima defesa, trinco pão e nozes, devoro o doce de tomate, e ainda ataco as bolachas. Quem disse que resistir era fácil?&nbsp;<br>Conto quinze amargos dias sem trabalhar, com a regra confirmada por um bolo.&nbsp;Disseram que as contas não apresentam perigo de contágio, e não permanecem em isolamento. São inúmeras as questões que me coloco, sem as longas caminhadas que me ajudam a clarificar o pensamento. Ainda assim, penso na lógica de uma cadeia e no desenho de um círculo. Talvez esteja equivocada e seja antes um circo. Como acabei de comer pão, canto a ideia das feras.&nbsp;<br>Volto ao tema inicial e concentro-me na ambiguidade da distância que ora afasta, ora une: na saudade, na solidariedade, na luta por um bem maior e universal.&nbsp;<br>Longe de ser santa, faço um sermão aos gatos sobre a importância dos valores absolutos, e de como o respeito é a base de todas as relações. Convido-os a uma mesa redonda, com a fome necessária para provar a realidade do outro e sem julgamentos de entretenimento televisivo (poupem-me às unhas de fora). Insisto que é hora da partilha, do minuto de silêncio contra o silêncio e do segundo sem hesitação.&nbsp;<br>Salve-se quem pudermos.&nbsp;<br>Estou certa que vai ser mais fácil resistir a isto, do que ir desafiar outro pacote de bolachas. Quem vai ficar redonda sou eu.&nbsp;</p>
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		<title>Especial receitas Natal: O polvo e o bolo inglês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Dec 2018 10:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[2018]]></category>
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		<category><![CDATA[leonor sousa bastos]]></category>
		<category><![CDATA[Louis Anjos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Louis Anjos e Leonor Sousa Bastos sugerem dois pratos especiais e apetitosas para a sua noite de Natal.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A noite de Natal pede tradição mas não há que ter medo de, por vezes, abrir a porta a uma certa inovação. A receita de polvo do chefe Louis Anjos foge à receita típica mas não deixa de honrar as raízes lusas e de ser uma ótima opção para esta altura do ano. Nas sobremesas, Leonor Sousa Bastos dá a sua receita de bolo inglês, uma presença regular às mesas dos portugueses.</p>
<p>Aproveite as sugestões do ETASTE e surpreenda a sua família e amigos. Boas festas.</p>
<h2 style="text-align: center;" align="LEFT">Polvo com batata-doce e chícharos</h2>
<p style="text-align: center;" align="LEFT"><strong>5 pessoas<br></strong>1h30</p>
<p style="text-align: center;" align="LEFT"><strong>Ingredientes:</strong></p>
<p style="text-align: center;" lang="pt-PT" align="justify"><span lang="pt-PT">2 polvos congelados (900 g</span><span lang="it-IT"> a 1 kg)<br></span>750 g batat<span lang="pt-PT">a-</span><span lang="nl-NL">doce<br></span><span lang="en-US">200 g ch</span>ícharos<br>5 cebolete<span lang="pt-PT">s<br></span>1 chalota<br>1 malagueta vermelha fresca<br><span lang="pt-PT">Sumo de </span>½ lima<br>200 g <span lang="en-US">salsa<br></span>15 g<span lang="pt-PT"> alho<br></span>100 g<span lang="pt-PT"> broa de milho<br></span>1 ovo<br>250 ml azeite<br>30 ml vinagre<br>30 g <span lang="it-IT">mostarda<br></span>10 g <span lang="it-IT">piment</span><span lang="pt-PT">ão doce<br></span>Sal<span lang="pt-PT"> e pimenta q.b</span></p>
<p style="text-align: center;" lang="pt-PT" align="justify"><span lang="da-DK">Alerg</span><span lang="fr-FR">é</span>n<span lang="pt-PT">e</span><span lang="es-ES-u-co-trad">os: </span><span lang="pt-PT">m</span><span lang="it-IT">oluscos, ovo, gl</span>ú<span lang="it-IT">ten, mostarda e s</span><span lang="pt-PT">ulfitos.</span></p>


<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://etaste.pt/wp-content/uploads/2018/12/polvo-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-20367"/><figcaption>Foto: Humberto Mouco</figcaption></figure></div>



<p><strong>Preparação:</strong></p>



<p><br>1. Lavar o polvo, colocar numa panela tapada e levar ao lume, sem adicionar água, durante cerca de 50 minutos. O polvo irá libertar a sua própria água e é nessa água que se cozinhará lentamente. Se a opção for polvo fresco, deve ser congelado previamente, para que as fibras da sua carne se rompam e facilitem a sua cozedura. Depois de cozido, arrefecer o polvo e retirar os tentáculos para os saltear em azeite. <br>2. Reservar uma batata-doce pequena para cortar em <em>chips</em> finas e levar a fritar a 140 ºC, para que não escureça. Levar as restantes batatas-doces a assar a 180 ºC, durante 40 minutos. Depois, descascar para reduzir a puré. Adicionar um pouco de água da cozedura do polvo para lhe dar alguma<br>cremosidade.<br>3. Levar os chícharos a cozer, durante 30 minutos, previamente demolhados. Após a cozedura, temperar com sal e deixar arrefecer. Quando frios, picar e adicionar a malagueta e a chalota picadas, o sumo de lima e o azeite.<br>4. Cortar a broa em fatias finas. Levar a torrar e esmagar. <br>5. Cortar o cebolete ao meio e corar numa frigideira bem quente.6. Para a maionese de salsa, começar por dar uma fervura rápida à salsa, arrefecer e triturar. Triturar também 10 g de alho com 200 ml de azeite. Verter num copo o ovo, a mostarda, o vinagre e misturar, adicionando um fio de azeite, o alho e o puré de salsa. Ao finalizar, retificar o tempero da maionese.</p>



<p><strong>Empratamento:</strong></p>



<p>Dispor o puré de batata-doce na base do prato. Colocar três tentáculos de polvo, o preparado de chícharo em forma pastéis de bacalhau (quenelle), dois pedaços de cebolete, as <em>chips </em>de batata-doce e a broa torrada. À volta do prato, fazer uns pontos de maionese de salsa e alho. Finalizar polvilhando pimentão doce.<br></p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading" style="text-align:center">Bolo Inglês<br></h2>



<p style="text-align:center"><strong>8 a 10 pessoas</strong><br>45m</p>



<p style="text-align:center"><strong>Ingredientes:</strong></p>



<p style="text-align:center">225g manteiga amolecida<br>200g açúcar mascavado claro<br>4 ovos<br>300g farinha de trigo<br>8g fermento químico<br>150ml vinho do Porto <br>120g passas<br>350g frutas cristalizadas<br>Frutas cristalizadas extra para decorar<br>Geleia de marmelo q.b. para pincelar</p>



<p style="text-align:center">Alergéneos: produtos à base de leite, ovos, glúten e sulfitos (vinho do Porto). As frutas cristalizadas e as passas podem conter sulfitos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="683" height="1024" src="https://etaste.pt/wp-content/uploads/2018/12/bolo-ingles-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-20376"/><figcaption>Foto: Humberto Mouco</figcaption></figure></div>



<p><strong>Preparação:</strong><br><br> 1. Macerar as passas no vinho do Porto durante uma noite. Escorrer as passas e reservar o rum restante.<br>2. Pré-aquecer o forno a 250ºC. Untar e polvilhar de farinha uma forma de bolo inglês com cerca de 26 cm de comprimento.<br>3. Cortar as frutas em pequenos pedaços.<br>4. Bater a manteiga com o açúcar, até que esteja um preparado cremoso e esbranquiçado.<br>5. Adicionar os ovos, um a um, batendo bem entre cada adição6. Juntar a farinha peneirada com o fermento e bater apenas até ligar todos os ingredientes.<br>7. Incorporar as passas, com movimentos suaves, levantando a massa.<br>8. Juntar as frutas cristalizadas da mesma forma. Deitar a massa na forma.<br>9. Colocar o bolo no forno e baixar a temperatura para 180 ºC.<br>10. Quando se começar a formar uma crosta no bolo (depois de estar no forno há cerca de 10, 15 minutos) fazer um golpe longitudinal na superfície sua superfície com uma faca.<br>11. Deixar cozer durante cerca de 1 hora ou quando um palito inserido no centro do bolo sair seco.<br>2. Retirar do forno, e regar com o vinho do Porto restante. <br>13. Deixar arrefecer o bolo durante cerca de 10 minutos antes de desenformar. Pincelar o bolo com a geleia e enfeitar com frutas cristalizadas.<br>14. Guardar o bolo refrigerado coberto com papel aderente (conserva-se 1 a 2 semanas) e o ideal é preparar 4 dias antes de comer. Retirar bdo frigorífico cerca de 30 minutos a 1 hora antes de comer.</p>



<p><em>Receitas publicadas originalmente na revista Comer 21</em></p>
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