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	<title>Sem Espinhas Arquivos - Etaste</title>
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	<description>Um portal para todos os amantes e profissionais de gastronomia</description>
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	<title>Sem Espinhas Arquivos - Etaste</title>
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		<title>Sem Espinhas: José Lopes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Catarina Amado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jan 2020 11:28:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>José Lopes, com 30 anos, podia ter sido piloto de Fórmula 1 mas a cozinha roubou-lhe o coração. O chefe do Clube Lisboeta, em Lisboa, confessa não gostar de salmão mas adorar a combinação improvável que o prato de polvo e carré de cordeiro oferece.</p>
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<p><strong>José Lopes, com 30 anos, podia ter sido piloto de Fórmula 1 mas a cozinha roubou-lhe o coração. O chefe do Clube Lisboeta, em Lisboa, dispensa comer salmão mas é um confesso fã da combinação improvável de polvo com carré de cordeiro.</strong></p>



<p><strong>Se não fosses cozinheiro o que terias sido?</strong><br>Gostava de ter sido piloto de Fórmula 1! Mas gora deixo as corridas para a cozinha.</p>



<p><strong>Qual é aquela receita que nunca te sai bem?</strong><br><br>Receitas de pastelaria. Nunca me sai à primeira, por isso tenho de as repetir até que cheguem ao ponto certo.</p>



<p><strong>Qual o ingrediente que levarias para uma ilha deserta?</strong><br><br>Sal, pois ajuda a conservar os alimentos.</p>



<p><strong>Qual o ingrediente de que não consegues mesmo gostar?</strong><br><br>Salmão, porque para mim já não é peixe. A não ser que seja garantidamente selvagem.</p>



<p><strong>Qual foi a refeição mais estranha que já tiveste?</strong></p>



<p>Foi um almoço que aconteceu no primeiro dia de 2017. Esperava que fosse algo incrível mas foi uma deceção. </p>



<p><strong>A primeira vez que cozinhaste, preparaste o quê?</strong><br><br>Quando tinha seis anos, fiz a feijoada mais falsa do mundo, mas era mesmo boa! Era algo que a minha mãe fazia ao domingo. Juntava feijão, atum e salsicha de lata, depois era só necessário cozer o arroz para acompanhar tudo.</p>



<p><strong>Qual o maior erro que já cometeste numa cozinha?</strong><br><br>Já cometi muitos e continuo a cometer. Incrivelmente, engano-me sempre a contar doses! Recorro sempre a alguém para me ajudar. </p>



<p><strong>Que ingredientes improváveis resultam muito bem?</strong><br><br>Polvo com carré de cordeiro. Apesar de não ter sido uma descoberta feita por mim, quando a sugeriram não acreditei que funcionasse. Depois de ter  experimentado fazer, adorei o resultado. </p>



<p><strong>Qual é o restaurante que gostavas de ter mas não é teu?</strong><br><br>Asador Etxebarri. Fica entre Bilbao e San Sebastian, no meio do campo. É um restaurante onde tudo é feito no carvão.</p>



<p><strong>Qual o chefe em Portugal a quem confiavas a tua cozinha por um dia?</strong><br><br>O chefe Daniel Costa.</p>



<p><strong>Além da cozinha, que outras paixões tens?</strong><br><br>Fórmula 1, futebol e Bull Terrier.</p>
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		<title>Sem Espinhas: João Baião</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Catarina Amado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2019 09:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Espinhas]]></category>
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		<category><![CDATA[Dr. Bernard Caparica]]></category>
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		<category><![CDATA[praia cds]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>João Baião, 30 anos, não dispensa o sal dos seus cozinhados e, talvez por isso, não é comum vê-lo na secção da pastelaria de um restaurante. O responsável de cozinha do pop up ONA, este verão, na Caparica, afirma ainda que não se importaria nada de ser proprietário do Ramiro, em Lisboa.</p>
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]]></description>
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<p><strong>João Baião, 30 anos, não dispensa o sal dos seus cozinhados e, talvez por isso, não é comum vê-lo na secção da pastelaria de um restaurante. O responsável de cozinha do pop up ONA, na Caparica, afirma ainda que não se importaria nada de ser proprietário do Ramiro, em Lisboa.</strong></p>



<p><strong>Se não fosses cozinheiro o que terias sido?</strong><br><br>Eu quase cheguei a ser profissional de hóquei em patins! Mas entretanto licenciei-me em Turismo e acabei por trabalhar alguns anos como <em>guest relations</em> a gerir apartamentos. Mas na verdade sempre tive a vontade de estar na cozinha a cozinhar a comida com a qual cresci, de raízes alentejanas e minhotas.</p>



<p><strong>Qual é aquela receita que nunca te sai bem? </strong><br><br>Na verdade tento fazer apenas aquilo que acredito que me vai correr bem. Se não correr ou desisto ou vai ter que sair bem na próxima vez! Por esse motivo é muito natural que não me vejam na secção de pastelaria: em primeiro lugar porque não gosto e em segundo, porque provavelmente não vai correr muito bem!</p>



<p><strong>Qual o ingrediente que levarias para uma ilha deserta? </strong> </p>



<p>Sem dúvida alguma o sal, visto ser muito importante para a conservação de alimentos através de curas ou salmouras. Com o sal, sempre podia ir pescar ou caçar alguma coisa e preservá-la durante muito tempo. Acredito que por mais especiarias e técnicas que existam, se o ponto de sal de um cozinhado não for bom, dificilmente esse prato sairá bem.</p>



<p><strong>Qual é aquele ingrediente de que não consegues mesmo gostar? </strong> </p>



<p>Dentro das modernices e do que hoje é <em>trendy</em>, dispenso totalmente cozinhar com fermento. Na cozinha tradicional, a única coisa que não consigo mesmo comer são as tripas enfarinhadas que se costumam servir fritas nas zonas do Porto e do Minho. O cheiro a tripa que ficava na cozinha quando era miúdo nunca mais me deixou ter curiosidade de comer ou cozinhar esta iguaria do Norte de Portugal.</p>



<p><strong>Qual foi a refeição mais estranha que já tiveste?</strong></p>



<p>As refeições mais estranhas que já tive foram todas aquelas feitas nas matanças de porco às quais ia regularmente no Alentejo, quando era mais novo. O pessoal fazia miolos e tudo o que envolvesse miudezas e sangue, como o sarapatel ou as sopas de cachola. Só não se comiam as unhas e a bexiga do porco!</p>



<p>Em Lisboa, ir à Taverna do Amadeu, nos Anjos, também pode ser (quase) estranho, dependendo do nível de vinho que o proprietário e o chefe tenham bebido ao longo do dia.  <br> <br><strong>A primeira vez que cozinhaste fizeste o quê?</strong></p>



<p>Quando era muito novo, na altura do Natal e da Páscoa, ajudava a minha mãe e a minha avó a fazer filhoses e azevias. Também enchia muitas chouriças! Se falarmos na cozinha ao fogão, os meus primeiros cozinhados foram ovos mexidos e arroz.  </p>



<p><strong>Qual o maior erro que já cometeste numa cozinha?</strong><br><br>Já queimei frutos secos no forno. E uma vez esqueci-me de um polvo ao fogo que acabou por ficar a cozer por mais tempo do que o devido. Também já derreti a base do copo de uma Bimby que pousei em cima de uma placa ainda quente.</p>



<p><strong>Que ingredientes improváveis resultam muito bem? </strong><br> <br>Na minha cozinha &#8220;casamentos improváveis&#8221; não são aquilo que procuro. No entanto, nos últimos tempos recordo-me de duas pessoas que me surpreenderam com ingredientes improváveis num prato. O primeiro foi o Miguel Diniz, na residência que fez na Mercearia do Prado, em Lisboa. Ele serviu um arroz de caracóis com orelha de porco que possivelmente vai ficar na memória de quem o comeu para sempre. O outro foi o Romain Tischenko, de Paris, um dos chefes convidados com quem trabalhei no ONA e que fez um prato de feijoca com molho de tinta de choco que estava incrível!</p>



<p><strong>Qual é o restaurante que gostavas de ter mas não é teu? </strong> <br><br>Gosto muito do Cervo’s, em Nova Iorque e do Black Axe Mangal, em Londres, muito pela onda e pelo estilo de comida que praticam. No entanto, para fazer dinheiro e por aquilo que representa, podia ficar com o Ramiro, em Lisboa, sem problema.</p>



<p><strong>Qual o chefe em Portugal a quem confiavas a tua cozinha por um dia? </strong><br><br>A “minha cozinha” é um termo no qual não acredito, pois a cozinha não deveria ser centrada na figura do chefe, visto que há um trabalho muito grande por parte de toda a equipa que está lá todos os dias a trabalhar no duro. De qualquer forma, confiaria a “minha cozinha” aos grandes que conheço da minha geração como o Miguel Diniz (ONA), o João Augusto, o Manuel Liebaut (Fogo), o Christopher Reis (Momofuku Ko), o Cristiano Barata (Local) e os miúdos maravilha Marin Colomes, Miguel Feliciano (Sal Grosso) e Rafael Silva — com quem partilhei a cozinha do ONA.</p>



<p><strong>Além da cozinha, que outras paixões tens?</strong></p>



<p>Gosto muito de música, de arte, de viajar, de dançar até tarde e de conversas à mesa, acompanhadas de amigos e um bom vinho. Também gosto de não fazer nada, sapatilhas e chapéus.    </p>
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		<title>Sem Espinhas: Angélica Salvador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Catarina Amado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2019 09:51:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Espinhas]]></category>
		<category><![CDATA[angelica salvador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Angélica Salvador, chefe do IN Diferente, no Porto, dispensa caracóis e caracoletas e nunca acerta com a receita de macarons. Noutra vida, se não fosse cozinheira, tinha sido professora de educação.</p>
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<p><strong>Angélica Salvador, chefe do IN Diferente, no Porto, dispensa caracóis e caracoletas e nunca acerta com a receita de macarons. Noutra vida, se não fosse cozinheira, tinha sido professora de educação física.</strong></p>



<p><strong>Se não fosses cozinheira o que terias sido? </strong>Seria professora de educação física. Antes de sair do Brasil estava prestes a entrar para a faculdade.<br> <br><strong>Qual é aquela receita que nunca te sai bem?</strong> Macarons, nunca ficam todos com mesmo tamanho.<br><br><strong>Qual o ingrediente que levarias para uma ilha deserta? </strong>Abacaxi, a minha fruta preferida.</p>



<p><strong>Qual é aquele ingrediente de que não consegues mesmo gostar? </strong>Caracóis, não consigo mesmo.</p>



<p><strong>Qual foi a refeição mais estranha que já tiveste? </strong>Caracoletas! E veio a meio de um menu degustação.<br><br><strong>A primeira vez que cozinhaste fizeste o quê? </strong>Arroz branco. Nunca me vou esquecer! Tinha 9 anos e foi a minha avó quem me ensinou a fazer. Até hoje, sigo a receita dela, fritando primeiro o alho e depois juntando o arroz e por último, a água e o sal.<br><br><strong>Qual o maior erro que já cometeste numa cozinha?</strong> Acho que o maior  até agora, foi antes de um serviço achar que tinha <em>mise en place</em> para tudo e fui surpreendida com um grande lodo. Agora revejo tudo antes para que não aconteça novamente.<br><br><strong>Que ingredientes improváveis resultam muito bem?</strong> Mousse de chocolate branco com fava tonka e ouriço-do-mar. Esta combinação surgiu porque um dia estava a fazer essa mousse enquanto um colega, ao meu lado, estava a arranjar ouriços. Por curiosidade provei a mousse com o ouriço e o resultado foi divinal. <br><br><strong>Qual é o restaurante que gostavas de ter mas não é teu?</strong> O Ocean do hotel Vila Vita Parc. Acho que é um restaurante com uma vista linda, para o mar — a minha grande paixão.<br><strong><br>Qual o chefe em Portugal a quem confiavas a tua cozinha por um dia?  </strong>Ao chefe Tiago Bonito. De olhos fechados!  <br><br><strong>Além da cozinha, que outras paixões tens? </strong>Desporto, adoro fazer caminhadas e vou ao ginásio sempre que consigo.</p>
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		<title>Sem Espinhas: Michelle Marques</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Catarina Amado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2019 09:07:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A chefe da Mercearia Gadanha, em Estremoz, não vai à bola com cartilagens mas até gostou de umas rãs gigantes grelhadas que provou numa viagem a Laos. Se fosse para uma ilha deserta, café seria o ingrediente que não lhe poderia mesmo faltar.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/sem-espinhas-michelle-marques/">Sem Espinhas: Michelle Marques</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A chefe da Mercearia Gadanha, em Estremoz, não vai à bola com cartilagens mas até gostou de umas rãs gigantes grelhadas que provou numa viagem a Laos. Se fosse para uma ilha deserta, café seria o ingrediente que não lhe poderia mesmo faltar.</strong></p>
<p><strong>Se não fosses cozinheira o que terias sido?</strong></p>
<p>Eu estudava comunicação social, provavelmente se não me aventurasse a sair do Brasil, teria terminado o curso e seria jornalista.</p>
<p><strong>Qual é aquela receita que nunca te sai bem?</strong></p>
<p>Tantas! Normalmente estão ligadas a um jeito especial de quem as faz ou a memórias. O feijão rico da minha mãe, a farofa do meu pai, a pudim da minha irmã. São tudo coisas que por mais que eu tente não saem bem.</p>
<p><strong>Qual o ingrediente que levarias para uma ilha deserta?</strong></p>
<p>Partindo do principio que me desenrascaria com água doce, café torrado.</p>
<p><strong>Qual é aquele ingrediente de que não consegues mesmo gostar?</strong></p>
<p>Cartilagens.</p>
<p><strong>Qual foi a refeição mais estranha que já tiveste?</strong></p>
<p>Já comi tanta coisa estranha neste mundo, mas lembro-me de umas rãs gigantes grelhadas inteiras num mercado em Laos. Tinham um molho estranho mas até eram boas.</p>
<p><strong>A primeira vez que cozinhaste fizeste o quê?</strong></p>
<p>Arroz branco soltinho.</p>
<p><strong>Qual o maior erro que já cometeste numa cozinha?</strong></p>
<p>Acreditar que tenho que ser sempre durona.</p>
<p><strong>Que ingredientes improváveis resultam muito bem?</strong></p>
<p>Morango, vinagre e manjericão.</p>
<p><strong>Qual é o restaurante que gostavas de ter mas não é teu?</strong></p>
<p>Adorava ter uma pizzaria.</p>


<p><strong>Qual o chefe em Portugal a quem confiavas a tua cozinha por um dia? </strong></p>



<p>Para além da minha equipa que trabalha lindamente sem mim, entregaria a alguns chefes que admiro como o João Rodrigues, o António Galapito, o Leopoldo Garcia Calhau, o José Júlio Vintém ou o Vasco Coelho Santos.</p>



<p><strong>Além da cozinha, que outras paixões tens? </strong></p>



<p>Para além da minha família, gosto de fotografia. Acho que não levo jeito nenhum mas adorava perceber sobre o assunto.</p>
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		<item>
		<title>Sem Espinhas: Mateus Freire</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Catarina Amado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2019 09:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Espinhas]]></category>
		<category><![CDATA[antiga casa faz frio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O chefe do Faz Frio, em Lisboa, não consegue acertar qualquer receita de suspiros e agonia-lhe o cheiro a couves. Noutra vida, se não fosse cozinheiro tinha sido professor: “Dizem que tenho jeito para ensinar e essa foi uma área que sempre gostei.”</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/restaurantes-chefes/sem-espinhas-mateus-freire/">Sem Espinhas: Mateus Freire</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O chefe do Faz Frio, em Lisboa, não consegue acertar qualquer receita de suspiros e agonia-lhe o cheiro a couves. Noutra vida, se não fosse cozinheiro tinha sido professor: “Dizem que tenho jeito para ensinar e essa foi uma área que sempre gostei.”</strong></p>



<p><strong>Se não fosses cozinheiro o que terias sido?</strong></p>



<p>Seria professor de desporto. Tenho jeito para ensinar, pelo menos é o que me dizem. Além disso, o meu pai era professor de E.V.T e a minha mãe  professora de inglês. Acho que acabei por ir buscar esse lado a eles.</p>



<p><strong>Qual é aquela receita que nunca te sai bem?</strong></p>



<p>Suspiros. Ou ficam mais elásticos ou ficam secos demais.</p>



<p><strong>Qual o ingrediente que levarias para uma ilha deserta?</strong></p>



<p>Arroz. É um dos meus ingredientes preferidos e um cereal com o qual podemos trabalhar de diversas formas.</p>



<p><strong>Qual o ingrediente de que não consegues mesmo gostar?</strong></p>



<p>Couves. Não consigo mesmo gostar. Até o próprio cheiro me deixa agoniado. Porém, cozinho pratos que contêm couves e provo, mas com um certo esforço. </p>



<p><strong>Qual foi a refeição mais estranha que já tiveste?</strong></p>



<p>Todas aquelas que tive naqueles restaurantes clandestinos. Impressiona-me  olhar para as cozinha e perceber que aquilo não tem higiene nenhuma.</p>



<p><strong>A primeira vez que cozinhaste fizeste o quê?</strong></p>



<p>Arroz com ovo mexido e salsichas. Recordo-me de quando era mais novo, ao fim de semana, eu e a minha irmã fazíamos este prato para os nossos pais.  </p>



<p><strong>Qual o maior erro que já cometeste numa cozinha?</strong></p>



<p>Obviamente que já cometi muitos. Mas aquele que cometi mais recentemente foi queimar uma sopa para aproximadamente 100 pessoas.</p>



<p><strong>Que ingredientes improváveis resultam muito bem?</strong></p>



<p>Camarão com chocolate negro e picante &#8211; um prato que o Vítor Claro, chefe com quem trabalhei muitos anos, fazia.</p>



<p><strong>Qual é o restaurante que gostavas de ter mas não é teu?</strong></p>



<p>O café/restaurante à porta da minha casa. É um sítio de cozinha de conforto com muita história e que me diz muito. O meu avô costumava frequentar o espaço e o proprietário conhece-me desde pequeno. É um restaurante que me traz muitas recordações de infância.</p>



<p><strong>Qual o chefe em Portugal a quem confiavas a tua cozinha por um dia?</strong></p>



<p>Rui Bastos, o meu subchefe no restaurante Faz Frio. Como costumo dizer, com ele na cozinha consigo dormir descansado. </p>



<p><strong>Além da cozinha, que outras paixões tens?</strong></p>



<p>Tocar bateria e alguns desportos. </p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/restaurantes-chefes/sem-espinhas-mateus-freire/">Sem Espinhas: Mateus Freire</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
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		<item>
		<title>Sem Espinhas: Nuno Castro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Margarida Goulão]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 May 2019 10:15:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Espinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Chefe]]></category>
		<category><![CDATA[cozinha]]></category>
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		<category><![CDATA[Nuno Castro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nuno Castro, chefe responsável pela cozinha do Fava Tonka e da Esquina do Avesso, em Leça da Palmeira, diz que o bodyboard lhe traz inspiração. E se por um lado as tortas de laranja não são o seu forte, por outro os ovos são o seu produto de eleição.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Nuno Castro, chefe responsável pela cozinha do Fava Tonka e da Esquina do Avesso, em Leça da Palmeira, diz que o bodyboard lhe traz inspiração. E se por um lado as tortas de laranja não são o seu forte, por outro os ovos são o seu produto de eleição.</strong></p>



<p>
<strong>Se não fosses cozinheiro
o que terias sido?</strong></p>



<p>Não sei se teria conseguido, no entanto gostava de algo ligado às artes. Sempre gostei muito de pintura e trabalhos manuais.</p>



<p>
<strong>Qual é aquela receita
que nunca te sai bem?</strong></p>



<p>
Tortas de laranja. Acho que
nunca me saem bem, nem iguais!</p>



<p>
<strong>Qual o ingrediente que
levarias para uma ilha deserta?</strong></p>



<p>
Ovos, adoro ovos! Além
disso, é um alimento super completo e muito versátil.</p>



<p>
<strong>Qual o ingrediente de que
não consegues mesmo gostar?</strong></p>



<p> Não consigo comer miudezas, entranhas e afins. Não sei explicar bem, acho que não consigo ultrapassar o factor psicológico.</p>



<p>
<strong>Qual foi a refeição
mais estranha que já tiveste?</strong></p>



<p>
Talvez durante umas férias
de verão no campismo com os meus amigos&#8230; A última refeição foi
uma massa com
tudo o que tinha sobrado da semana.</p>



<p>
<strong>A primeira vez que
cozinhaste fizeste o quê?</strong></p>



<p> Penso que foram panados, mas também era muito forte na massa à bolonhesa.</p>



<p>
<strong>Qual o maior erro que já
cometeste numa cozinha?</strong></p>



<p> Uma vez, pensei que a mise en place que tinha seria suficiente para o serviço da noite, conclusão: casa cheia e foi um patinanço total. Foi horrível trabalhar no lodo por falta de prevenção. Serviu-me de lição.</p>



<p>
<strong>Que ingredientes
improváveis resultam muito bem?</strong></p>



<p>
Não sei se serão
improváveis, depende sempre da perspetiva do outro, mas gosto muito
de chocolate, cenoura e azeitona.</p>



<p>
<strong>Qual é o restaurante que
gostavas de ter mas não é teu?</strong></p>



<p>
O restaurante Azurmendi.
Identifico-me com o registo do restaurante por ser autossustentável,
o edifício e o método de trabalho.</p>



<p>
<strong>Qual o chefe em Portugal
a quem confiavas a tua cozinha por um dia?</strong></p>



<p> Entrego aos meus subchefes atuais, Helena de Carvalho e Hugo Santana, são as pessoas que me acompanham e em quem confio.</p>



<p>
<strong>Além da cozinha, que
outras paixões tens?</strong></p>



<p> Viajar, música, graffiti, tatuagens e <em>bodyboard</em>. Fazem-me sentir bem e inspirado!</p>
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		<item>
		<title>Sem Espinhas: Lucas Azevedo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Catarina Amado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2019 10:15:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Espinhas]]></category>
		<category><![CDATA[izakaya tokkuri]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[novo restaurante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O chefe brasileiro Lucas Azevedo, do restaurante Izakaya Tokkuri, em Lisboa, não aprecia cominhos, já trocou o sal pelo açúcar e a pastelaria é uma ciência que considera um mistério.﻿</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/restaurantes-chefes/sem-espinhas-lucas-azevedo/">Sem Espinhas: Lucas Azevedo</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O chefe brasileiro Lucas Azevedo, do restaurante Izakaya Tokkuri, em Lisboa, não aprecia cominhos, já trocou o sal pelo açúcar e a pastelaria é uma ciência que considera um mistério.</strong></p>



<p><strong>Se não fosses cozinheiro o que terias sido?</strong><strong><br></strong>Não sei bem. Eu sempre gostei muito de cozinhar, o que me faz pensar que estava mesmo destinado a isto. Mas a par do gosto pela cozinha há o desporto, que agora por falta de tempo não pratico. Durante um longo período da minha vida foi no desporto que investi, mais propriamente na prática e ensino de capoeira. Por isso, se não fosse cozinheiro, talvez ainda estivesse ligado à capoeira de uma forma mais profissional.</p>



<p><strong>Qual é aquela receita que nunca te sai bem?</strong><strong><br></strong>Fazer bolos é algo misterioso para mim. Caio sempre na tentação de abrir o forno antes do tempo e é nesse momento que penso: &#8220;Ups, já foste!” </p>



<p><strong>Qual o ingrediente que levarias para uma ilha deserta?</strong><strong><br></strong>Arroz, sem dúvida. É um dos ingredientes principais da cozinha nipónica, na qual já trabalho há bastante tempo.</p>



<p><strong>Qual o ingrediente de que não consegues mesmo gostar?</strong><strong><br></strong>Por norma sou aquilo a que se pode chamar de “bom garfo”, mas dispenso comida temperada com cominhos.</p>



<p><strong>Qual foi a refeição mais estranha que já tiveste?</strong><strong><br></strong>Foi na minha última viagem ao Japão. Comi baleia. Era saboroso mas tem uma textura estranha. </p>



<p><strong>A primeira vez que cozinhaste fizeste o quê?</strong><strong><br></strong>Arroz, claro!</p>



<p><strong>Qual o maior erro que já cometeste numa cozinha?</strong><strong><br></strong>Trocar o sal pelo açúcar.</p>



<p><strong>Que ingredientes improváveis resultam muito bem?</strong><strong><br></strong>Não sei bem dizer dois ingredientes mas dá para fazer muitas coisas com Katsuobushi (conserva seca de peixe bonito), por exemplo. </p>



<p><strong>Qual é o restaurante que gostavas de ter mas não é teu?</strong><strong><br></strong>Não queria ter o restaurante de ninguém, mas só e apenas o meu (um projecto para o futuro, quem sabe). O nosso restaurante é uma parte de nós, é parte da nossa família, está sempre connosco e corre-nos nas veias. É o nosso pecado e a nossa redenção! É algo tão pessoal como a nossa própria identidade.</p>



<p><strong>Qual o chefe em Portugal a quem confiavas a tua cozinha por um dia?</strong><strong><br></strong>Sem sombra de dúvidas ao Fagner Bratfisch Buzinhani do restaurante Go Juu pela afinidade que temos na visão da cultura e gastronomia japonesa.</p>



<p><strong>Além da cozinha, que outras paixões tens? </strong><strong><br></strong>A minha família, claro! Sem eles, nada disto teria sentido. É a eles que vou buscar forças nos dias mais complicados.<br></p>
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		<title>Sem Espinhas: Carlos Albuquerque</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Catarina Amado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Mar 2019 11:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Espinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Albuquerque]]></category>
		<category><![CDATA[Herdade do Esporão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>﻿Carlos Albuquerque, chefe do restaurante Herdade do Esporão em Reguengos de Monsaraz não vive sem cebola e adora o cheiro de um bom refogado.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/restaurantes-chefes/sem-espinhas-carlos-albuquerque/">Sem Espinhas: Carlos Albuquerque</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O chefe do restaurante da Herdade do Esporão, em Reguengos de Monsaraz, não vive sem cebola e adora o cheiro de um bom refogado. Mas se lhe derem para as mãos puntarelles (uma variedade de chicória), o mais provável é que a substitua por um outro vegetal da horta. “Não consigo apreciar”, confessa.</p>



<p><strong>Se não fosses cozinheiro o que terias sido?</strong><br></p>



<p>Jogador de hóquei em patins. Fui federado durante 14 anos até começar a trabalhar em cozinha.<br></p>



<p><strong>Qual é aquela receita que nunca te sai bem?</strong><br></p>



<p>Ovos escalfados. Nunca fico contente com o resultado final.<br></p>



<p><strong>Qual o ingrediente que levarias para uma ilha deserta?</strong><br></p>



<p>Cebola. É versátil, podemos usar para tudo, e é fácil para plantar. Não vivo sem o cheiro de um bom refogado.<br></p>



<p><strong>Qual é aquele ingrediente de que não consegues mesmo gostar?</strong><br></p>



<p>Puntarelle. Não consigo apreciar este vegetal por mais que tente.<br></p>



<p><strong>Qual foi a refeição mais estranha que já tiveste? </strong><br></p>



<p>Não é bem estranho mas lembro-me de na Madeira, num restaurante de costa, ter comido o pargo (de 5kg) mais seco da minha vida. Maior desilusão de sempre.<br></p>



<p><strong>A primeira vez que cozinhaste fizeste o quê?</strong><br></p>



<p>Ovos estrelados, tinha 8 anos.<br></p>



<p><strong>Qual o maior erro que já cometeste numa cozinha?</strong><br></p>



<p>Estava em Barcelona. No restaurante onde trabalhava, naturalmente, tinham as receitas em catalão e eu acabei por me baralhar e meti 14 vezes mais sal do que era suposto numa confeção. Passei o resto do dia a fazer o mesmo número de receitas de gelado de chocolate para não mandar nada fora. Ficaram com gelado de chocolate para mais de seis meses.<br></p>



<p><strong>Que ingredientes improváveis resultam muito bem?</strong><br></p>



<p>Aveia e folha de limoeiro.<br></p>



<p><strong>Qual é o restaurante que gostavas de ter mas não é teu?</strong><br></p>



<p>Euskalduna Studio, no Porto.<br></p>



<p><strong>Qual o chefe em Portugal a quem confiavas a tua cozinha por um dia?</strong><br></p>



<p>João Alves, subchefe do Loco, em Lisboa. Já trabalhei com ele e é uma pessoa que sabe como penso e no que acredito. Temos os mesmos princípios!<br></p>



<p><strong>Além da cozinha, que outras paixões tens?</strong><br></p>



<p>Gosto de ir à pesca e de apanhar cogumelos. E também de fazer exercício e desportos de competição.<br></p>
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		<title>Sem Espinhas: Guilherme Spalk</title>
		<link>https://etaste.pt/gastronomia/sem-espinhas-guilherme-spalk/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sem-espinhas-guilherme-spalk</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Amado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2019 15:49:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Espinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Chefe]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Spalk]]></category>
		<category><![CDATA[restaurante]]></category>
		<category><![CDATA[sem espinhas]]></category>
		<category><![CDATA[taberna fina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O chefe de 28 anos acredita que a cozinha vive de instinto e não de receitas pré-concebidas.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/sem-espinhas-guilherme-spalk/">Sem Espinhas: Guilherme Spalk</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O chefe Guilherme Spalk — que recentemente saiu da Taberna Fina, em Lisboa, para abraçar um novo projeto — acredita que a cozinha vive de instinto e não de receitas pré-concebidas. Foi, aliás, pelo seu que se guiou quando preparou o primeiro cachorro em pão de forma com salsichas de lata, ainda em miúdo.</strong></p>
<p><strong>Se não fosses cozinheiro o que terias sido?</strong></p>
<p>Sempre achei redundante fazer apenas uma coisa na vida, ter só um trabalho. Lembro-me de querer trabalhar na bolsa e aos 16 anos ambicionar entrar para a Força Aérea para ser piloto de aviões — mas na altura tinha más notas, não consegui entrar.</p>
<p><strong>Qual é aquela receita que nunca te sai bem?</strong></p>
<p>Eu não tenho muitas receitas pois acredito que isso estraga a cozinha. É que eu gosto de cozinhar por instinto porque sai sempre diferente, a piada está aí. Não vejo a cozinha como um laboratório. De qualquer modo, tentando responder à questão posso arriscar na mousse de chocolate, sinto que fica sempre mal quando sou eu a fazer.</p>
<p><strong>Qual o ingrediente que levarias para uma ilha deserta?</strong></p>
<p>Sal é algo que gosto mas numa ilha bastava fazer umas salinas. Por isso, molho de soja. Caí bem com carne, peixe ou legumes. E, já agora, também levaria umas garrafas de vinho.</p>
<p><strong>Qual é aquele ingrediente de que não consegues mesmo gostar?</strong></p>
<p>Cravinho. Contamina tudo.</p>
<p><strong>Qual foi a refeição mais estranha que já tiveste?</strong></p>
<p>Um jantar só de entranhas numa viagem que fiz à China, foi um filme de terror! Eu estava em contexto de trabalho, por isso, quando me perguntaram se comia de tudo, prontamente respondi que sim, que não era esquisito. Levaram-me para um restaurante que ficava no meio do mercado de Shangai, com mesas e cadeiras de plástico. Até aí tudo bem, mas depois começa a vir para a mesa tripa de pato, pés de galinha, corações de porco e vaca e ainda mioleira — tudo em cru. Felizmente, os caldos (picante, aves, porco, legumes e água simples) que vieram logo depois disso e as várias cervejas que bebi ajudaram a que a coisa fosse mais fácil de engolir. No final, quando tudo acabou, vieram então finalmente as massas, os legumes e o arroz. Bem, já não sei se esta foi a pior ou a melhor refeição que já tive.</p>
<p><strong>A primeira vez que cozinhaste fizeste o quê?</strong></p>
<p>Cozinhar mesmo não sei mas lembro-me de em miúdo, em casa da minha avó, ficar acordado nas férias até tarde com a minha irmã e fazer para os dois uns cachorros em pão de forma com salsichas de lata.</p>
<p><strong>Qual o maior erro que já cometeste numa cozinha?</strong></p>
<p>Já cometi muitos. Lembro-me de deixar alguém ter ficado com as culpas de uma coisa que fiz num dos meus estágios. Recorrentemente penso nisso, não foi nada de grave, mas em termos de caráter fiquei desiludido comigo, os outros erros passam, estes não. Moldou o meu caráter e nunca mais o repeti.</p>
<p><strong>Que ingredientes improváveis resultam muito bem?</strong></p>
<p>Gosto muito de juntar caldos de carne com peixe e ao contrário também. Não sei se se podem chamar improváveis porque para mim faz todo o sentido. Mas é algo que não se vê muito não sei porquê.</p>
<p><strong>Qual é o restaurante que gostavas de ter mas não é teu?</strong></p>
<p>Penso que Tavares Rico seria uma opção. Gosto de estar em Lisboa, de trabalhar aqui. É, sem dúvida, um espaço icónico da cidade.</p>
<p><strong>Qual o chefe em Portugal a quem confiavas a tua cozinha por um dia?</strong></p>
<p>O Miguel Palma, o meu subchefe de há muitos anos. É ele quem melhor me conhece.</p>
<p><strong>Além da cozinha, que outras paixões tens?</strong></p>
<p>Fazer trabalhos com as mãos em madeira, metal, por aí. Sempre quis ter uma oficina.</p>
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		<title>Sem Espinhas: Pedro Braga</title>
		<link>https://etaste.pt/gastronomia/sem-espinhas-pedro-braga/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sem-espinhas-pedro-braga</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Amado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2019 10:48:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Espinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Chefe]]></category>
		<category><![CDATA[mito]]></category>
		<category><![CDATA[pedro braga]]></category>
		<category><![CDATA[porto]]></category>
		<category><![CDATA[restaurante]]></category>
		<category><![CDATA[sem espinhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desviou-se do caminho da cozinha mas foi nela que, anos mais tarde, encontrou o conforto que precisava. O chefe do Mito, no Porto, não é de esquisitices mas confessa que dispensaria comer insetos. Já se lhe derem pão, o caso muda de figura.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/sem-espinhas-pedro-braga/">Sem Espinhas: Pedro Braga</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Desviou-se do caminho da cozinha mas foi nela que, anos mais tarde, encontrou o conforto que precisava. O chefe do Mito, no Porto, não é de esquisitices mas confessa que dispensaria comer insetos. Já se lhe derem pão, o caso muda de figura.</strong></p>



<p><strong>Se não fosses cozinheiro o que terias sido? </strong>A minha formação inicial foi em Gestão Hoteleira, mas quando comecei a exercer senti que faltava alguma energia e adrenalina que só a operação de um restaurante me poderia trazer. Portanto eu tentei não ser cozinheiro, mas não correu bem.</p>



<p><strong>Qual é aquela receita que nunca te sai bem? </strong>A tarte de laranja da minha mãe. As receitas antigas lá de casa nunca dizem ao certo as quantidades ou os tempos. É impossível recriar os sabores associados às nossas memórias de infância.</p>



<p><strong>Qual o ingrediente que levarias para uma ilha deserta?</strong>&nbsp;Ora bem, partindo do princípio que tinha fruta e peixe na ilha, levava farinha. Podia não durar muito tempo, mas o pão era sem dúvida o alimento de que ia ter mais saudades, portanto ia fazê-lo enquanto a farinha durasse.  </p>



<p><strong>Qual é aquele ingrediente de que não consegues mesmo gostar?</strong> Nunca provei insectos mas confesso que me faz alguma confusão.</p>



<p><strong>Qual foi a refeição mais estranha que já tiveste?</strong>&nbsp;Talvez um pedaço de pulmão desidratado que comi em Bandung, na Indonésia. Parecia uma tosta integral, mas fora de prazo. </p>



<p><strong>A primeira vez que cozinhaste fizeste o quê? </strong>Um bolo. Aliás quando era pequeno sempre que a minha mãe fazia bolos eu era o ajudante. Gostava particularmente de bater claras — essa transformação das claras em castelo era quase magia. Também adorava fazer omeletes em cima do banquinho da cozinha. </p>



<p><strong>Qual o maior erro que já cometeste numa cozinha? </strong>Uma vez num jantar do pessoal, num dia de loucos, pediram-me para aproveitar umas aparas de carne e gastar um puré daqueles em flocos. Nunca tinha feito esses purés, usei demasiado leite. Resultado: fui gozado durante quinze dias e ainda levei na cabeça do chefe.</p>



<p><strong>Que ingredientes improváveis resultam muito bem?</strong> Alho, maçã e caramelo. Um dia estava a caramelizar umas maçãs para um foie, e pedi a um colega meu para me passar o sal. Ele passou-me alho em pó e eu, sem saber, peguei no frasco e temperei sem olhar. Mas funcionou lindamente. Uso regularmente esta combinação, agora mais afinada, com fígados.</p>



<p><strong>Qual é o restaurante que gostavas de ter mas não é teu?&nbsp;</strong>Talvez o Chanquinhas (Leça da Palmeira) que é um restaurante tradicional clássico. Entrando lá volto aos anos 80 e 90 da minha infância. Admiro terem mantido esse registo clássico na decoração, serviço e carta após estes anos todos sem comprometerem a qualidade. </p>



<p><strong>Qual o chefe em Portugal a quem confiavas a tua cozinha por um dia?&nbsp;</strong>Vasco Coelho dos Santos. Já o fiz no passado para me ausentar umas semanas e, embora hoje em dia ele não tenha essa mesma disponibilidade, voltaria a fazê-lo.</p>



<p><strong>Além da cozinha, que outras paixões tens?</strong> Embora adore a minha profissão, esta é muito absorvente. Por isso sobra-me muito pouco tempo para me dedicar a outras coisas. Mas sem sombra de dúvida que viajar é a minha maior paixão. Normalmente a minha mulher faz o roteiro das cidades e eu fico responsável pela parte dos restaurantes.</p>
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