<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Roteiro Gastronómico Arquivos - Etaste</title>
	<atom:link href="https://etaste.pt/categoria/roteiro-gastronomico/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://etaste.pt/categoria/roteiro-gastronomico/</link>
	<description>Um portal para todos os amantes e profissionais de gastronomia</description>
	<lastBuildDate>Tue, 06 Mar 2018 09:30:57 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/02/icon_etaste_web.png</url>
	<title>Roteiro Gastronómico Arquivos - Etaste</title>
	<link>https://etaste.pt/categoria/roteiro-gastronomico/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">123931852</site>	<item>
		<title>Roteiro Gastronómico: O Paparico &#8211; Portugalidade e Elegância</title>
		<link>https://etaste.pt/roteiro-gastronomico/roteiro/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=roteiro</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Russell-Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2018 10:30:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiro Gastronómico]]></category>
		<category><![CDATA[o paparico]]></category>
		<category><![CDATA[Paparico]]></category>
		<category><![CDATA[porto]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Cambas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://etaste.pt/?p=18606</guid>

					<description><![CDATA[<p>Há no Paparico uma fusão entre inquietação e serenidade que se sente e que é fácil de explicar. Assenta em três pilares genuinamente portugueses e eleva a experiência gastronómica a um momento emocional e criativo.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/roteiro-gastronomico/roteiro/">Roteiro Gastronómico: O Paparico &#8211; Portugalidade e Elegância</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há no Paparico uma fusão entre inquietação e serenidade que se sente e que é fácil de explicar. Assenta em três pilares genuinamente portugueses e eleva a experiência gastronómica a um momento emocional e criativo. Estes pilares são o ambiente rústico-chic das salas, a meia luz, pormenores de ferro forjado e paredes de granito decoradas com memórias rurais tão típicas do nosso país, o serviço, simpático e generoso, muito atencioso e organizado e a comida, preocupada em transmitir sabores intensos e delicados.</p>
<p>A <a href="https://etaste.pt/gastronomia/restaurantes-chefes/sergio-cambas-o-homem-por-tras-do-paparico/" target="_blank" rel="noopener"><strong>receção</strong></a>, feita à porta fechada e em direção ao bar para refresco com água aromatizada ou um cocktail, permite criar o corte com o ambiente externo e trazer o cliente para um mundo próprio e para uma refeição singular. Uns minutos de relaxamento e integração nesse outro mundo, exclusivo, durante umas horas enquanto decorre o jantar.</p>
<p>A degustação “Portugalidade”, associada ao serviço de vinhos, também portugueses, é a expressão da tal inquietação. Há uma procura por paladares ricos e genuínos, que não comprometam nem o sabor nem a origem das receitas ou das propostas. E que bem consegue!</p>
<p>Por esta viagem nacional cruzamo-nos com uma ostra delicada do Alvor, com salicórnia e molho verde, um crocante de bacalhau à Brás cremoso, um salmonete à setubalense com o molho dos seus fígados, uma vaca velha do Minho em vários sabores (várias peças do mesmo animal) e uma pastelaria imaculada com a amêndoa transmontana em vários sabores, texturas e temperaturas, entre outras coisas intensas e saborosas.</p>
<p>Há depois uma preocupação extrema, expressão dessa inquietação e serenidade, na harmonia dos vinhos com os pratos da degustação. A inquietação de trazer ao comensal variedade e surpresa, associada a um serviço tranquilo e dinâmico. Afinal, o Paparico é assim do princípio ao fim!</p>
<p>Adaptando o poema do célebre poeta, “quem está no Paparico, está só no Paparico”.</p>
<p><strong>Contactos:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.opaparico.com/pt/" target="_blank" rel="noopener">O Paparico</a></strong></p>
<p>Morada: Rua de Costa Cabral 2343<br />
4200 Porto</p>
<p>Tlf.: 225 400 548</p>
<p>Aberto de terça-feira a sábado, das 19h30 às 23h.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/roteiro-gastronomico/roteiro/">Roteiro Gastronómico: O Paparico &#8211; Portugalidade e Elegância</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">18606</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Roteiro gastronómico: Balthazar – Um clássico fora do sítio</title>
		<link>https://etaste.pt/gastronomia/restaurantes-chefes/roteiro-gastronomico-balthazar-um-classico-do-sitio/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=roteiro-gastronomico-balthazar-um-classico-do-sitio</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Russell-Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jan 2018 16:16:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiro Gastronómico]]></category>
		<category><![CDATA[Balthazar]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Iorque]]></category>
		<category><![CDATA[pauo russel pinto]]></category>
		<category><![CDATA[roteiro gastronomico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://etaste.pt/?p=18314</guid>

					<description><![CDATA[<p>Retirando frases feitas ao mundo do futebol e aplicando-as na gastronomia, pode dizer-se que “um clássico é um clássico”, seja em que parte do mundo for.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/restaurantes-chefes/roteiro-gastronomico-balthazar-um-classico-do-sitio/">Roteiro gastronómico: Balthazar – Um clássico fora do sítio</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Retirando frases feitas ao mundo do futebol e aplicando-as na gastronomia, pode dizer-se que “um clássico é um clássico”, seja em que parte do mundo for. Em Nova Iorque, um desses clássicos é uma ilha que existe na ilha de Manhattan e que se chama Balthazar. Não se pode dizer que seja um restaurante que privilegie a comida francesa, mas sim afirmar-se que é um restaurante Francês na cidade mais cosmopolita do mundo. E com grande sucesso!</p>
<p>O Balthazar é uma brasserie, um local com um ambiente “bistro chic”, informal e muito elegante que nos remete imediatamente para as grandes avenidas de Paris depois de um espetáculo de ópera. Ao passar a porta há um frenesi provocado por uma viagem espacial que liga Nova Iorque a Paris num ápice. A decoração, os empregados, o serviço, os menus, o bar à direita e os grandes espelhos rústicos que cobrem as paredes da esquerda, as mesas pequeninas que se agrupam em divisões de paredes baixas com corrimões e bancos corridos em pele. Não falta nada.</p>
<p>Depois, a comida, organizada pelos infindáveis menus das brasseries, de uma página e estilo vintage, com muito por onde escolher. O jogo de deixar os nomes das propostas mais conhecidas em francês volta a transportar o cliente para o imaginário parisiense ou leonês. Está tudo pensado, e bem pensado, com elegância e descontração. Só os de comida são quatro, do almoço, do jantar, da ceia e das ostras. Nas entradas destacam-se as mesmas propostas em todos, com a sopa de cebola gratinada à cabeça, passando pelos caracóis em manteiga e ervas, o bife tártaro ou a salada da casa. Depois há variações conforme a hora. Nos principais destacam-se pratos para cada dia semana, os “plats du jour”, com a sua escrita alternada entre o francês e o inglês e pratos mais leves ao almoço, com um menu de saladas especifico, ovos e algumas carnes leves e o jantar mais substancial, com mais peixes e carnes vermelhas. Este restaurante abre ao pequeno-almoço e tem um bar de ostras (complementado com outros mariscos), pelo que se adicionarmos os vinhos, <span id="FSGcaller1"><span class="FSG_texto">champanhes</span></span>, cocktails e sobremesas, há listas para tudo… mas sempre de uma página!</p>
<p>São curiosos os apontamentos americanos de menus tão franceses: as galinhas vêm de uma comunidade Amish próxima, a origem das ostras divide-se entre as duas costas, leste e oeste e não falta um “Barthazar burger” com “oeuf à cheval”! A matéria-prima da Nova Inglaterra, que tanta reputação tem, complementa na perfeição as ofertas da casa.</p>
<p>Tal como nos seus conterrâneos do outro lado do Atlântico, o Balthazar é um espaço frequentado por locais que se sentem em casa e se divertem e não propriamente um ponto turístico descaracterizado e nervoso.</p>
<p>Por causa disto tudo, o Balthazar é um clássico fora do sítio.</p>
<p><strong>Contactos:</strong></p>
<p><a href="http://balthazarny.com/" target="_blank" rel="noopener">Balthazar Restaurant</a></p>
<p>Morada: 80 Spring Street, Nova Iorque, NY 10012<br />
Horário: Aberto todos os dias, das 7h30 às 24h.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/restaurantes-chefes/roteiro-gastronomico-balthazar-um-classico-do-sitio/">Roteiro gastronómico: Balthazar – Um clássico fora do sítio</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">18314</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Roteiro Gastronómico: Fialho, A Sé de Évora</title>
		<link>https://etaste.pt/gastronomia/fialho-a-se-de-evora/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fialho-a-se-de-evora</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Russell-Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2017 11:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiro Gastronómico]]></category>
		<category><![CDATA[évora]]></category>
		<category><![CDATA[Fialho]]></category>
		<category><![CDATA[roteiro gastronomico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://etaste.pt/?p=17465</guid>

					<description><![CDATA[<p>O “Fialho” é uma referência da comida no Alentejo e, por maioria de razão, uma referência na cozinha portuguesa. A gastronomia alentejana não tem par na cena nacional, é um mundo à parte. A sua genealogia provém de outras famílias que não são as do resto do país, são primas.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/fialho-a-se-de-evora/">Roteiro Gastronómico: Fialho, A Sé de Évora</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>À porta, um sorriso.</p>
<p>Um sorriso daqueles que faz lembrar que a gastronomia é feita de pessoas e que a restauração é feita para pessoas. Que não há restaurantes sem clientes e que os sorrisos ajudam a promover a repetição das experiências. Ainda por cima um sorriso de Amor, que é o nome próprio do anfitrião deste restaurante.</p>
<p>O Fialho é uma referência da comida no Alentejo e, por maioria de razão, uma referência na cozinha portuguesa. A gastronomia alentejana não tem par na cena nacional, é um mundo à parte. A sua genealogia provém de outras famílias que não são as do resto do país, são primas. Ao mesmo tempo, a comida alentejana é um mundo de todos nós, do nosso património culinário e uma casa assim faz-nos viver isto mesmo: um sentido de pertença gastronómica nacional.</p>
<p>Porque o Alentejo é mais do que cação de coentrada, açorda e “porco preto”, o Fialho oferece uma miríade de referências alentejanas que nem sempre são óbvias e que obrigam o comensal a sair do conforto das escolhas comuns quando se pisa o Alentejo.</p>
<p>Assim, passando pelas opções do porco, que no Alentejo é rei, destaca-se o borrego e a caça. Há um magnífico escabeche de perdiz, impar, que está na lista dos pratos de carne, mas que se recomenda pedir como entrada e partilhar! Assim como também se recomendam as empadas, as favas com presunto e uns ovos que codorniz com paio que têm tanto de simples como de saboroso! Depois pode vir o tal borrego, na forma de ensopado, assado ou grelhado. Finalmente, uma grande seleção da caça de que o Alentejo é tão profícuo: a perdiz, a lebre e o javali. Seja em receitas mais elaboradas como a do convento da cartuxa no caso da primeira, sejam os mais simples lombinhos grelhados com puré de maçã no caso do último. Toda esta oferta é complementada pelo que é proposto acompanhar as proteínas: os espargos selvagens, o pão para o ensopado ou para as sopas, ou as ameijoas no porco e no peixe. As despedidas podem ficar a cargo do tecolameco, mais uma proposta menos óbvia da doçaria conventual de origem alentejana.</p>
<p>Com um serviço tranquilo e simpático num espaço clássico e acolhedor, o sorriso do anfitrião à entrada e o do conviva à saída, o Fialho deixa a certeza que um dia há de se lá voltar!</p>
<p><strong>Contactos:<br />
</strong><a href="http://restaurantefialho.pt/?lang=en" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fialho</strong></a></p>
<p>Morada: Travessa Mascarenhas, nº14<br />
7000-557 Évora</p>
<p>Telef.: 266 703 079<br />
Horário: Encerrado à segunda-feira.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/fialho-a-se-de-evora/">Roteiro Gastronómico: Fialho, A Sé de Évora</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">17465</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Roteiro Gastronómico: La Tupina – Essência da Aquitânia</title>
		<link>https://etaste.pt/sem-categoria/la-tupina-essencia-da-aquitania/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=la-tupina-essencia-da-aquitania</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Russell-Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2017 19:58:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiro Gastronómico]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Bordéus]]></category>
		<category><![CDATA[La Tupina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://etaste.pt/?p=16728</guid>

					<description><![CDATA[<p>Antes da França ser estrelas Michelin, Nouvelle Cuisine e cozinha criativa, é a diversidade de produtos e receitas de incidência regional que torna a sua gastronomia tão extraordinária.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/sem-categoria/la-tupina-essencia-da-aquitania/">Roteiro Gastronómico: La Tupina – Essência da Aquitânia</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left" align="CENTER"><a name="_GoBack"></a>Antes da França ser estrelas Michelin, Nouvelle Cuisine e cozinha criativa, é a diversidade de produtos e receitas de incidência regional que torna a sua gastronomia tão extraordinária. A França, que moldou a sua cozinha através dos tempos entre a diversidade agrícola e a riqueza aristocrática, entre quem planta e pastoreia para viver e quem tem dinheiro para mandar inventar, adquire o estatuto de farol da gastronomia e da elegância à mesa. Durante alguns séculos foi assim, esta versatilidade regional associada ao advento da tecnologia aplicada à gastronomia assenta as bases da alta cozinha que conhecemos hoje, de que Escoffier, mestre cozinheiro francês no final do século XIX, é figura cimeira.</p>
<p>Mas não se pode compreender a cozinha francesa sem se mergulhar nas suas raízes. Nem neste país, nem em nenhum com tradição culinária, incluindo o nosso. A maravilha da França, como em outros tantos, assenta na profusão regional de sabores tão diversos de como os cozidos da Alsácia, as feijoadas da Occitânica ou as ervas da Provença, só para dar alguns exemplos.</p>
<p>O destaque desta crónica vai para a Aquitânia e o sudoeste francês, de que Bordéus é a sua capital. Embora esta cidade seja conhecida sobretudo pelos seus vinhos (tudo o que seja &#8216;à bordalesa&#8217; tem na sua base o vinho tinto como ingrediente), a região é conhecida por uma variedade imensa de ingredientes que hoje são para todos os gastrónomos sinal de qualidade e elegância: as ostras, o magret de pato, o foie-gras ou a lampreia têm na Aquitânia grandes referências culinárias!</p>
<p>No centro de Bordéus encontra-se o &#8216;La Tupina&#8217;, restaurante de aspeto rústico e paredes brancas, com decoração caseira e várias salas dominadas por uma gigantesca lareira à entrada onde tudo se faz. Os grelhados, os cozidos, os caldos, os assados e até alguns fritos (os ovos) passam todos pela grandiosidade e subtileza deste magnífico espaço.</p>
<p>Não há cliente do La Tupina que entre sem se cruzar com esta monumental lareira que tudo transforma e que tantos sabores lhe vai oferecer à refeição. Nas ofertas culinárias, a essência da Aquitânia: o magret de pato, um autêntico bife de centenas de gramas grelhado ao ponto desejado pelo cliente e acompanhado por uma lasca de foie fresco é um dos destaques do restaurante. As costeletas de bovino, a roçar o quilo, também. O frango assado inteiro no espeto na tal lareira fica crocante por fora e delicioso por dentro. Na época, a lampreia. A acompanhar, batatas fritas na gordura do pato ou legumes de época salteados. Nas entradas, vieiras grelhadas ou ovos &#8216;rotos&#8217; com foie-gras em vez de presunto. A lista de vinhos exclusiva da região, com exceção dos espumantes de Champagne, remata a experiência!</p>
<p>Uma refeição completa em cada uma daquelas salas do La Tupina, espaços intimistas e muito caseiros, deixam todos regalados com a experiência de uma viagem inteira à Aquitânia numa rua típica de Bordéus.</p>
<p><strong>Contactos: </strong></p>
<p><a href="http://www.latupina.com" target="_blank" rel="noopener"><strong>La Tupina</strong></a></p>
<p>6 Rue Porte de la Monnaie<br />
33800 Bordéus, França</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/sem-categoria/la-tupina-essencia-da-aquitania/">Roteiro Gastronómico: La Tupina – Essência da Aquitânia</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">16728</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Roteiro Gastronómico: Beco, The restaurant beyond the wall</title>
		<link>https://etaste.pt/gastronomia/beco-cabaret-gourmet/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=beco-cabaret-gourmet</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Russell-Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2017 15:20:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiro Gastronómico]]></category>
		<category><![CDATA[Beco]]></category>
		<category><![CDATA[Beco Cabaret Gourmet]]></category>
		<category><![CDATA[josé avillez]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://etaste.pt/?p=16513</guid>

					<description><![CDATA[<p>Graças a Deus não há selvagens para além deste muro! Mas como em tudo o que desconhecemos, há uma grande dose de mistério ao chegar a um local para o qual se reservou uma mesa e se encontra uma parede! Ao lado desta, decorada como se de uma sala se tratasse, com prateleiras, objetos de decoração e tudo, há um anfitrião de casaca e cartola que nos interpela para saber ao que vamos.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/beco-cabaret-gourmet/">Roteiro Gastronómico: Beco, The restaurant beyond the wall</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>The restaurant beyond the wall. Graças a Deus não há selvagens para além deste muro! Mas como em tudo o que desconhecemos, há uma grande dose de mistério ao chegar a um local para o qual se reservou uma mesa e se encontra uma parede! Ao lado desta, decorada como se de uma sala se tratasse, com prateleiras, objetos de decoração e tudo, há um anfitrião de casaca e cartola que nos interpela para saber ao que vamos.</strong></p>
<p>Estamos no sítio certo, um speakeasy aplicado à gastronomia. Ninguém sabe que existe, ninguém sabe onde está, nem todos podem entrar. Só quem tem uma palavra passe… Sendo a curiosidade e a novidade dois estandartes de quem aprecia as artes da cozinha (e todas as artes em geral), o chefe José Avillez fez o plano quando imaginou a experiência que queria dar aos seus clientes com este restaurante.</p>
<p><a name="_GoBack"></a>O nome deste restaurante lisboeta é “<strong><a href="https://www.becocabaretgourmet.pt/pt/" target="_blank" rel="noopener">Beco – Cabaret Gourmet</a></strong>”. Com estas três palavras se revela tudo o que se pode sem arruinar a experiência, que apela ao secretismo e à exclusividade: Beco porque é um local sem saída onde nos metemos, Cabaret porque o é, com lantejoulas, música, sensualidade e desejo, e Gourmet porque a refeição é magnífica e refinada, ampliando o território criativo de José Avillez num contexto misterioso e de glamour à moda antiga.</p>
<p>Claro que a comida é o mais importante de tudo. O que se leva de uma refeição no Beco é um misto de um passeio na zona de conforto em que o chefe criou a sua cozinha, associado à participação voluntária numa zona limite, no campo experimental onde ele testa novas abordagens ainda mais requintadas e criativas. Talvez só ali o possa fazer, pois está disponível para nos oferecer algo em troca que transcende o simples ato da refeição.</p>
<p>Entre espetáculo, ambiente, gastronomia, vinhos e cocktails, há pétalas de rosa, folhas de prata e diamantes lapidados para usufruir, há um serviço compassado como a música que se ouve e elegante a condizer com o espaço o Beco – Cabaret Gourmet é um restaurante desafiante para todos os sentidos, fazendo do palato apenas uma parte da experiência de uma noite diferente.</p>
<p><strong>Contactos:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.becocabaretgourmet.pt/pt/" target="_blank" rel="noopener">Beco – Cabaret Gourmet</a></strong></p>
<p>Rua Nova da Trindade, nº18<br />
Telf: 215 830 290</p>
<p>Horário: Aberto todos os dias entre as 20h30 e a 1h.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/beco-cabaret-gourmet/">Roteiro Gastronómico: Beco, The restaurant beyond the wall</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">16513</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Roteiro gastronómico: O outro templo de Angkor Wat</title>
		<link>https://etaste.pt/gastronomia/roteiro-gastronomico-templo-angkor-wat/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=roteiro-gastronomico-templo-angkor-wat</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Russell-Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2017 12:27:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiro Gastronómico]]></category>
		<category><![CDATA[camboja]]></category>
		<category><![CDATA[Cuisine Wat Damnat]]></category>
		<category><![CDATA[roteiro gastronomico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://etaste.pt/?p=16048</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ali, do outro lado do rio, na zona calma da cidade de Siem Reap, tão calma que nem todas as ruas têm luz pública e alcatrão, fica, entre paredes altas e árvores, um dos templos de Angkor Wat: o Gastronómico!</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/roteiro-gastronomico-templo-angkor-wat/">Roteiro gastronómico: O outro templo de Angkor Wat</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ali, do outro lado do rio, na zona calma da cidade de Siem Reap, tão calma que nem todas as ruas têm luz pública e alcatrão, fica, entre paredes altas e árvores, um dos templos de Angkor Wat: o Gastronómico! Passa-se o ambiente frenético de Pub Street, a histeria luminosa do Hard Rock Café, a ponte e entra-se na zona residencial e nada turística de um dos locais mais visitados no mundo&#8230; Daquele lado do rio, o templo chama-se Cuisine Wat Damnak.</p>
<p>Este restaurante, implantado numa casa tradicional do Camboja, com amplas salas, tetos altos e dois andares por causa do período das chuvas, permite ao cliente escolher entre um jantar climatizado no rés-do-chão e uma sala típica no primeiro andar, de janelas abertas e onde se sente real feel do clima tropical do sueste asiático! A escolha deve recair no andar superior, onde a decoração típica e rústica complementa a experiência.</p>
<p>No menu de degustação, o produto cambojano. O receituário influenciado pela história do país, com a Índia e a China a marcarem as tradições culinárias e a água doce a marcar a disponibilidade dos nutrientes. A influência da água doce nas proteínas, nas plantas que bordejam os rios e os lagos, com apontamentos marinhos vindos das ilhas do sul e a sazonalidade de duas estações tão marcantes como a seca e a das chuvas, são a pedra angular da oferta do Wat Damnak. Os peixes do rio de várias dimensões, lagostins do mekong, vieiras, codorniz, acompanhados por agrião, manjericão, folhas de gengibre, soja ou couve fermentada, temperados com caril, pimentas, vinho de arroz ou coco torrado picante. São menus sazonais harmoniosos intrincados na tradição culinária sensível e suave do Camboja, como diz o chef Joannès Rivière, nascido em França e dono da casa que, juntamente com a mulher, aplicam a criatividade e a modernidade a todo este puzzle gastronómico.</p>
<p>Um jantar no Cuisine Wat Damnak é o complemento perfeito e elegante dos dias atribulados nos templos. Uma meditação do final do dia que apela ao sossego dos sentidos de quem o visita.</p>
<p><strong>Contactos:</strong></p>
<p><a href="http://www.cuisinewatdamnak.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Cuisine Wat Damnak<br />
</strong></a><span class="_Xbe">Morada: Wat Damnak Market Street,<br />
POBox 93108<br />
Krong Siem Reap, Camboja<br />
</span>Email: info@cuisinewatdamnak.com<br />
Aberto de terça-feira a sábado, das 18h30 às 21h30. Encerra ao domingo e segunda-feira.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/roteiro-gastronomico-templo-angkor-wat/">Roteiro gastronómico: O outro templo de Angkor Wat</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">16048</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Roteiro gastronómico: São Gabriel, São Leonel</title>
		<link>https://etaste.pt/gastronomia/roteiro-gastronomico-sao-gabriel-sao-leonel/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=roteiro-gastronomico-sao-gabriel-sao-leonel</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Russell-Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Sep 2017 10:24:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiro Gastronómico]]></category>
		<category><![CDATA[Algarve]]></category>
		<category><![CDATA[chefe leonel pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Estrela Michelin]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[paulo russell-pinto]]></category>
		<category><![CDATA[restaurantes algarves]]></category>
		<category><![CDATA[roteiro gastronomico]]></category>
		<category><![CDATA[São Gabriel]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://etaste.pt/?p=15679</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma esplanada de verão, onde se aproveita logo o calor do pôr-do-sol algarvio, faz com que esse sentido de proximidade se sinta desde o primeiro momento e depois em cada prato e em cada garfada.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/roteiro-gastronomico-sao-gabriel-sao-leonel/">Roteiro gastronómico: São Gabriel, São Leonel</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Das tendências gastronómicas mundiais, criadas por uns e seguidas por outros, destaca-se a “cozinha de proximidade”. Há vários restaurantes no norte da Europa que seguem esta metodologia, onde praticamente tudo o que é cozinhado e apresentado ao cliente é produzido, criado ou apanhado na proximidade do restaurante. Se é uma horta, uma aldeia, uma cidade ou uma região, o chef é que decide.</p>
<p>O restaurante São Gabriel, em Almancil, é um destes locais. Uma esplanada de verão, onde se aproveita logo o calor do pôr-do-sol algarvio, faz com que esse sentido de proximidade se sinta desde o primeiro momento e depois em cada prato e em cada garfada.</p>
<p>E assim se apresenta o Algarve à mesa: com criatividade, técnica e sabores locais. O chef Leonel Pereira alia com mestria um conhecimento profundo da sua terra, do que as gentes apuraram na tradição, a uma degustação onde o pormenor e a técnica servem para destacar e apurar esses sabores tão próximos.</p>
<p>O atlântico, a ria formosa, as salinas e a serra são alguns dos locais que contribuem com os ingredientes. Leonel Pereira acrescenta talento e técnica e o pinhal fresco que envolve o pátio, o ambiente que caracteriza o verão algarvio. Tudo se alia para uma refeição estival que pode bem ser um dos momentos altos do descanso nas férias!</p>
<p><strong>Contactos:</strong></p>
<p><a href="http://www.sao-gabriel.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>São Gabriel</strong></a><a href="http://www.daryacout.com/" target="_blank" rel="noopener"><br />
</a>Morada: Estrada Vale do Lobo<br />
Quinta do Lago<br />
8135 Almancil &#8211; Portugal<span lang="zxx"><a href="http://www.daryacout.com/" target="_blank" rel="noopener"><br />
</a></span>Telefone: 289 394 521<br />
Email:<a href="mailto:info@sao-gabriel.com"> info@sao-gabriel.com<br />
</a>Horário: Aberto de terça-feira a domingo, das 16h às 23h30.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/roteiro-gastronomico-sao-gabriel-sao-leonel/">Roteiro gastronómico: São Gabriel, São Leonel</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">15679</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Roteiro gastronómico: O Dar Yacout na medina de Marraquexe</title>
		<link>https://etaste.pt/gastronomia/roteito-gastronomico-dar-yacout-na-medina-marraquexe/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=roteito-gastronomico-dar-yacout-na-medina-marraquexe</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Russell-Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2017 15:42:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiro Gastronómico]]></category>
		<category><![CDATA[Dar Yacout]]></category>
		<category><![CDATA[destinos gastronómicos]]></category>
		<category><![CDATA[Marrakesh]]></category>
		<category><![CDATA[Marrocos]]></category>
		<category><![CDATA[paulo russell-pinto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://etaste.pt/?p=15424</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na medina de Marraquexe, o coração labiríntico da cidade mais exótica de Marrocos, fica o “Dar Yacout”. Este restaurante está instalado no topo de um grande riad, que é o nome dado às casas ricas da medina e enquanto se tomam os aperitivos aprecia-se a vista magnífica da cidade, no sopé do Atlas.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/roteito-gastronomico-dar-yacout-na-medina-marraquexe/">Roteiro gastronómico: O Dar Yacout na medina de Marraquexe</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na medina de Marraquexe, o coração labiríntico da cidade mais exótica de Marrocos, fica o “Dar Yacout”. Este restaurante está instalado no topo de um grande riad, que é o nome dado às casas ricas da medina e enquanto se tomam os aperitivos aprecia-se a vista magnífica da cidade, no sopé do Atlas. Tudo neste restaurante é extravagante.</p>
<p>A refeição é uma experiência gastronómica e cultural de Marrocos de alto nível, misturando a tradição gastronómica árabe e berbere a um serviço de excelência, compassado e certo, contextualizado num colorido palácio das mil e uma noites com vários salões e música tradicional ao vivo. O facto de se basear sobretudo num sistema de menu fixo é uma enorme vantagem para quem quer explorar as nuances da gastronomia marroquina: Tagines, couscous e pastillas, sobretudo a de leite e amêndoas na sobremesa, são pratos certos e deliciosos! É deixar chegar os pratos e aproveitar os sabores e o ambiente.</p>
<p>Aproveitando o calor do verão e o descanso das férias, uma visita a Marraquexe não fica completa sem a experiência de uma noite no Dar Yacout.</p>
<p><strong>Contactos:</strong></p>
<p><a href="http://www.daryacout.com" target="_blank" rel="noopener"><strong>Dar Yacout<br />
</strong></a>Morada: <span class="address-icon">79, derb Sidi Ahmed Soussi, </span><a href="http://www.daryacout.com" target="_blank" rel="noopener"><br />
</a>Bab Doukkala &#8211; Marraquexe<br />
Email:<a href="mailto:yacout@menara.ma"> yacout@menara.ma</a><br />
Horário: Aberto de domingo a terça-feira ao jantar.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/roteito-gastronomico-dar-yacout-na-medina-marraquexe/">Roteiro gastronómico: O Dar Yacout na medina de Marraquexe</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">15424</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
