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	<title>Ana Catarina Silva, Autor em Etaste</title>
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	<description>Um portal para todos os amantes e profissionais de gastronomia</description>
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	<title>Ana Catarina Silva, Autor em Etaste</title>
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		<title>Portugal representado no Omnivore 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Catarina Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Dec 2017 18:12:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
		<category><![CDATA[Euskalduna]]></category>
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		<category><![CDATA[Vasco Coelho Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No ano que celebra a 13.ª edição e o 15.º aniversário, o evento gastronómico Omnivore irá dar voz ao chefe Vasco Coelho Santos, do Euskalduna, no Porto.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/portugal-representado-no-omnivore-2018/">Portugal representado no Omnivore 2018</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p lang="pt-PT"><strong>No ano que celebra a 13.ª edição e o 15.º aniversário, o evento gastronómico Omnivore irá dar voz ao chefe <a href="https://etaste.pt/videos/boca-mole-vasco-coelho-santos/" target="_blank" rel="noopener">Vasco Coelho Santos,</a> do <a href="https://etaste.pt/gastronomia/restaurantes-chefes/vc-7-a-festa-do-euskalduna/" target="_blank" rel="noopener">Euskalduna</a>, no Porto. Serão três dias, entre 4 e 6 de março, de 2018, dedicados à cozinha contemporânea. A Maison de la Mutualité, em Paris será palco desta reunião para os amantes da gastronomia.</strong></p>
<p lang="pt-PT">“É com enorme orgulho e prazer que recebo este convite. Pessoalmente, sinto que é uma grande conquista e mais uma vitória num ano que tem sido repleto de surpresas e vitórias”, afirma Vasco que não aguardava convite algum. Ainda a trabalhar na sua apresentação o chefe garante que pretende apresentar “algo que envolva excelentes produtos nacionais” e espera estar “à altura da boa cozinha que se faz no país”.</p>
<p lang="pt-PT"><a name="result_box"></a>O evento nascia em 2006, pelas mãos de Luc Dubanchet, o responsável pela revista Omnivore, e, por essa altura, juntara vários chefes para falarem sobre o tema &#8216;100% Young Cuisine&#8217;. Rapidamente tomou dimensão e implementou-se em cidades como Nova Iorque e Moscovo e desde 2012 que o Omnivore World Tour está presente em locais como São Francisco, Montreal, Sydney, Xangai, Istambul ou Londres. Partilhar cozinhas e técnicas, enfrentar culturas e criar movimentos são os objetivos da organização que já conta com um total de 60 mil espetadores.</p>
<p lang="pt-PT">No papel de oradores, a par com o portuense Vasco Coelho Santos estarão presentes apenas nomes internacionais como Sebastien Bras (Maison Bras, França), Joshua Niland (St Peter, Austrália), Thorsten Schmidt (Barr, Dinamarca) ou Miro Mattalia (Consorzio, Itália). A representar Portugal e os seus produtos, em 2010, o lusodescendente George Mendes (Aldea, Nova Iorque) e<a href="https://etaste.pt/videos/nuno-mendes/" target="_blank" rel="noopener"> <strong>Nuno Mendes</strong></a> (Taberna do Mercado, Londres) tinham partilhado a cozinha para uma jantar a quatro mãos. O chefe radicado em Londres viria a pisar o palco do Omnivore em 2017 para uma demonstração de cozinha. Também Leonardo Pereira passou pela iniciativa em 2015.</p>
<p lang="pt-PT">Para Vasco Coelho Santos que ao longo do ano tem recebido boas críticas ao seu trabalho e, recentemente comemorou o primeiro aniversário do seu projeto, a “gastronomia portuguesa tem vindo a conquistar, cada vez mais, o espaço e nome que merece” tanto dentro, como fora do país. Este tipo de eventos permite ao mundo ver o que os chefes lusos andam a fazer e, mais ainda, torna possível a partilha de conhecimento. “Estou ansioso pelo evento e pela oportunidade de representar o nosso país, mas também de contactar com outros chefes que admiro e ver as suas ideias e trabalho”, explica.</p>
<p lang="pt-PT">Ao longo dos dias vão decorrer ainda jantares pop up pelas mãos dos chefes Alexandre Gauthier (La Grenouillère, França) e Anne-Sophie Pic (Maison Pic, França), no dia 4 e no dia seguinte com os japoneses Katsuaki Okiyama (Abri), Taku Sekine (Dersou) e Atsushi Tanaka (AT), ambos da capital francesa. Vindos da Antuérpia, os chefes Davy Schellemans (Veranda), Dennis Broeckx (L&#8217;Epicerie Du Cirque) e Sanders Goossens, fecham a sessão de dia 6.</p>
<p lang="pt-PT">Os bilhetes para o Omnivore World Tour já se encontram disponíveis, pelo valor de 39€ (um dia) ou 99€ (três dias) e pode adquirir o seu <a href="https://www.omnivore.com/world-tour/paris-2018/billetterie/" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>A voz feminina no Parabere Forum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Catarina Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Dec 2017 11:20:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
		<category><![CDATA[Dominique Crenn]]></category>
		<category><![CDATA[Joan Roca]]></category>
		<category><![CDATA[Parabere Forum]]></category>
		<category><![CDATA[Voz feminina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade de Malmo, na Suécia vai ser palco da quarta edição do evento gastronómico Parabere Forum. Produtores nacionais e internacionais, chefes dos quatro cantos do mundo e líderes de opinião marcarão presença nos debates e palestras que decorrem nos dias 4 e 5 de março de 2018.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/a-voz-feminina-no-parabere-forum/">A voz feminina no Parabere Forum</a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A cidade de Malmo, na Suécia vai ser palco da quarta edição do evento gastronómico Parabere Forum. Produtores nacionais e internacionais, chefes dos quatro cantos do mundo e líderes de opinião marcarão presença nos debates e palestras que decorrem nos dias 4 e 5 de março de 2018.</strong></p>
<p>Tudo começou em 2015, em Bilbao. Na sua primeira sessão da conferência juntaram-se cerca de 300 participantes, de 26 países diferentes entre chefes, sommeliers, produtores e investidores. Este ano são esperados cerca de 400 presentes com o objetivo de dar voz à opinião de mulheres do setor. O Parabere Forum quer elaborar “planos de ação e debates inovadores para encorajar a contribuição das mulheres no setor alimentar e promover a diversidade da gastronomia”, pode ler-se no site oficial. Organizado por Maria Canabal, que esteve recentemente em Portugal no âmbito da conversa &#8216;Mulheres com Tomates&#8217; inserido na Lisbon Food Week, pretende reconhecer o papel das mulheres na gastronomia.</p>
<p>Para já estão confirmados 16 oradores do panorama atual e dos mais variados locais. Assim, nomes como as chefes Join Anne-Sophie Pic (La Dame de Pic, Paris) e <a href="https://etaste.pt/entrevistas/dominique-crenn-os-premios-nao-definem-es/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Dominique Crenn</strong> </a>(Atelier, Nova Iorque), Lara Gilmore, co-proprietário da Osteria Francescana, em Modena ou a CEO do projeto OzHarvest, Ronni Kahn falarão ao público no âmbito do tema principal &#8216;Cidades Comestíveis&#8217;. O fórum pretende responder a algumas questões relacionadas com a crescente urbanização e a perda, em alguns países, de muitas das suas terras cultiváveis. O objetivo é analisar as novas tendências que afetam toda a cadeia, desde o agricultor ao consumidor, e encontrar respostas que não comprometam as necessidades das gerações futuras.</p>
<p>Em edições passadas já passaram pelo Parabere Forum nomes como Joan Roca (Celler de Can Rocca, Girona), Kimberly Jung (Rumi Spice, USA) ou a portuguesa Isabel Soares, do projeto <strong><a href="https://etaste.pt/gastronomia/restaurantes-chefes/fruta-feia-ama-bonita-lhe-parece/" target="_blank" rel="noopener">Fruta Feia</a></strong>. Esta é a primeira vez que a Suécia recebe o forúm, em 2016 o evento decorreu em Itália e este ano em Espanha.</p>
<p>Os bilhetes têm um valor de 100€, para profissionais e de 250€, para membros da indústria. A entrada é livre para alunos de cozinha com menos de 23 anos. Para comprar o seu lugar clique <a href="http://parabereforum.com/tickets/" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui.</strong></a></p>
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		<title>A vida &#8220;in Loco&#8221; de um laboratório </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Catarina Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Dec 2017 14:36:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Cozinha de testes]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório]]></category>
		<category><![CDATA[Loco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A meados de abril do presente ano avizinhava-se a abertura de um laboratório de experiências para a cozinha do restaurante Loco, em Lisboa. Se para criar loucuras, ninguém sabia e tempos depois, pouco se conhecia até o chefe levantar o véu no Congresso Estrella Damm e no Congresso dos Cozinheiros.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/vida-de-laboratorio/">A vida &#8220;in Loco&#8221; de um laboratório </a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A meados de abril do presente ano avizinhava-se a abertura de um laboratório de experiências para a cozinha do restaurante Loco, em Lisboa. Se para criar loucuras, ninguém sabia e tempos depois, pouco se conhecia até o chefe levantar o véu no <a href="https://etaste.pt/gastronomia/restaurantes-chefes/gerador-de-tendencias-um-motivo-de-conversa-e-muita-cerveja/" target="_blank" rel="noopener">Congresso Estrella Damm</a> e no <a href="https://etaste.pt/gastronomia/restaurantes-chefes/origem-das-coisas-dos-produtos/" target="_blank" rel="noopener">Congresso dos Cozinheiros</a>. Afinal, <a href="https://etaste.pt/videos/boca-mole-alexandre-silva/" target="_blank" rel="noopener">Alexandre Silva</a> e o seu “cientista” Manuel Liebaut andavam a aproveitar as borras do café para fazer vinagre e a experimentar impregnar o aroma do tabaco em manteiga. Estas e tantas outras tentativas-erro são o dia-a-dia no restaurante Loco. O ETASTE visitou o número 53 da Rua dos Navegantes, que empresta o edifício ao estrelado projeto do chefe Alexandre Silva e, agora, também à sua cozinha experimental.</strong></p>
<p>Tão perto e ao mesmo tempo tão longe, aqui não se vive a correria agitada dos bairros que agora estão na vanguarda. Ao contrário do Chiado e do Príncipe Real, em frente à Basílica da Estrela passeiam meia dúzia de turistas – os verdadeiros curiosos. Mesmo por cima da praça principal que rodeia o jardim 5 de Outubro, vizinho do Jardim da Estrela, encontra-se o Loco. Na vidraça de fora não se vê rigorosamente nada. A porta do lado (pensamos nós) está entreaberta, abrimos. De lá de dentro a luz espevita-se meio desmaiada da janela baça, à esquerda. Uma mesa de madeira ocupa quase toda a sala, mas impossível é não olhar para cima, onde um grande candeeiro em forma de tronco castanho está a chamar à atenção. A parede ao fundo é adornada de pequenos azulejos de azul-petróleo, como os que encontramos no fundo das piscinas. É aqui que se dá a provar pratos que, se tudo correr bem, entrarão mais tarde no menu de degustação do restaurante. Mas tudo começa na sala de trás.</p>
<p>Poderia imaginar-se um balão de destilação a fervilhar, ou um funil de Bromo aparafusado ao suporte enquanto decanta qualquer coisa, mas não. Não existem pipetas de Pasteur ou tubos de ensaio e, na bancada, em vez de um Bico de Bunsen está uma placa de infusão. Estamos numa cozinha dita normal onde discretamente se escondem estufas, abatedores de temperatura, câmaras de maturação e muitas, várias, horas de experiências. “Um restaurante como o Loco só consegue andar para a frente com um espaço como este, um sítio onde se tenha tempo para pensar e para criar”, responde Alexandre quando questionado sobre a necessidade de criar o local.</p>
<div id="attachment_17441" style="width: 851px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-17441" class="wp-image-17441" src="https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/aaa.jpg" alt="Na sala de jantar é possível ver utensílios utilizados em laboratórios reais. Foto: Vítor Alveirinho" width="841" height="560" srcset="https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/aaa-24x16.jpg 24w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/aaa-36x24.jpg 36w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/aaa-48x32.jpg 48w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/aaa-200x133.jpg 200w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/aaa-300x200.jpg 300w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/aaa-400x266.jpg 400w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/aaa-600x399.jpg 600w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/aaa.jpg 760w" sizes="(max-width: 841px) 100vw, 841px" /><p id="caption-attachment-17441" class="wp-caption-text">Na sala de jantar é possível ver utensílios utilizados em laboratórios reais. Foto: Vítor Alveirinho</p></div>
<p>Não é um restaurante nem um espaço para eventos, é uma “cozinha de testes onde as pessoas, no papel de cobaias, podem vir experimentar algumas das coisas” que a equipa tem andado a fazer. Manuel abre a porta da estufa, que está a fermentar cevada com fungo Koji, e liberta um aroma morno pela cozinha. “O que fazemos aqui é testar até estar bom e, muitas vezes está mau”, explica.</p>
<h3>Manuel Liebaut: o chefe por trás do chefe</h3>
<div id="attachment_17438" style="width: 851px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-17438" class="wp-image-17438" src="https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/manuel.jpg" alt="Foto: Vítor Alveirinho" width="841" height="560" srcset="https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/manuel-24x16.jpg 24w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/manuel-36x24.jpg 36w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/manuel-48x32.jpg 48w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/manuel-200x133.jpg 200w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/manuel-300x200.jpg 300w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/manuel-400x266.jpg 400w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/manuel-600x399.jpg 600w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/manuel.jpg 760w" sizes="(max-width: 841px) 100vw, 841px" /><p id="caption-attachment-17438" class="wp-caption-text">Manuel Liebaut é o responsável pela cozinha de testes no restaurante Loco. Foto: Vítor Alveirinho</p></div>
<p>“Até o Manuel chegar trabalhávamos com água, depois começámos a trabalhar com H2O”, conta o chefe do Loco.  Três anos depois, a vida e ânsia por mais, levou Manuel a sair para viajar pelo globo. Barcelona foi o primeiro destino e Manuel relembra: “depararei-me com outro mundo”. Passou pela cozinha do The Corner Room, de <strong><a href="https://etaste.pt/videos/nuno-mendes/" target="_blank" rel="noopener">Nuno Mendes</a></strong>, em Londres e logo a a seguir seguiu para a Dinamarca, onde assentou no Noma, por três meses. De volta para a vizinha Espanha trabalhou nos sítios em que “realmente queria trabalhar”. Agora era a vez do Tickets e do Pakta, de Albert Adrià fazerem parte da sua vida. Em altos voos, foi do Ocidente para o Oriente, onde trabalhou com Dave Pynt, no Burnt Ends, em Singapura. De volta ao país que o viu crescer acompanhou o projeto de Leonardo Pereira, no Areias do Seixo, durante um ano. “Foi um dos chefes que mais me marcou, não só em termos de cozinha como também na minha maneira de pensar”, conta. De partida para Londres ficou ao lado de Sebastian Myers no restaurante <span class="st">Sager + Wilde</span>. Os acasos e voltas da vida levaram-no novamente até a Alexandre. “Quando chegou ao Loco, tínhamos em mente trabalhar noutra ideia, mas as coisas acabaram por não se concretizar”, conta o proprietário do restaurante. O know-how de cozinha de Manuel e as várias técnicas que encontrou pelo mundo eram a peça que faltava no puzzle de consolidação do Loco. E, desde então, que nos últimos seis meses os dois têm vindo a trabalhar novas formas de aproveitar os produtos utilizados no menu.</p>
<h3>A taxa de desperdício e a sustentabilidade</h3>
<p>Foi aqui que começou o projeto &#8216;Desperdício Zero&#8217; de Alexandre Silva. O “desperdício para nós é conseguirmos fazer ainda  melhor”, conta Alexandre. Manuel relembra os primeiros dias de trabalho no Loco, quando no menu existia um prato com cherovia, também conhecido como pastinaca (um tubérculo parecido à cenoura). Nessa altura as cascas “cheias de sabor” eram desperdiçadas, até ao momento em que começaram a pensar no que poderiam fazer. Começaram por fermentar, mas sem grandes resultados. “Depois pensámos em fazer um vinagre e para nosso espanto, acabámos com um espumante nas mãos”, sorriem os chefes. Mais tarde testaram um licor com as cascas e tiveram resultados positivos também. Era só o começo de uma longa história.</p>
<div id="attachment_17439" style="width: 770px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-17439" class="wp-image-17439 size-full" src="https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/fermen.jpg" alt="Por cima da cozinha existe uma câmara isolada de luz para fermentar alguns produtos. Foto: Vítor Alveirinho" width="760" height="506" srcset="https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/fermen-24x16.jpg 24w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/fermen-36x24.jpg 36w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/fermen-48x32.jpg 48w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/fermen-200x133.jpg 200w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/fermen-300x200.jpg 300w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/fermen-400x266.jpg 400w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/fermen-600x399.jpg 600w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/fermen.jpg 760w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /><p id="caption-attachment-17439" class="wp-caption-text">Por cima da cozinha existe uma câmara isolada de luz para fermentar alguns produtos. Foto: Vítor Alveirinho</p></div>
<p>“Lembro-me de andar na escola e as auxiliares varrerem o chão com borras de café”, conta Alexandre. O que dantes eram um desperdício de quase dois quilos de borras de café orgânico, é hoje um vinagre aromático para acompanhar alguns pratos. “Adicionamos água e mel e deixamos fermentar”, explica.</p>
<p>Já nos tempos dos romanos faziam-se garum (molho fermentado através de vísceras de peixe). Em Portugal é possível visitar as ruínas de Tróia e ver o que em tempos foram os tanques de garum. Falamos portanto de “técnicas que caíram em desuso e que agora voltamos a ver”, contam. Aqui chamam-lhes “ingredientes novos”, produtos criados a partir de outros através de técnicas que os transformem. “Se, daqui a uns tempos, um estagiário num brainstorming se lembrar de impregnar aroma de tabaco na manteiga, vamos poder ter o conhecimento e dizer que há três anos experimentámos e não resultou”. Com estas experiências o chefes pretendem criar um manual de conhecimento, passível de ser consultado num futuro.</p>
<h3>O orgulhoso 2018</h3>
<p>“No início tinha receio que as pessoas interpretassem mal a minha visão da cozinha portuguesa, mas passado três minutos passou-me logo”, conta o homem do Loco. Para si, cozinhar em português passa pela utilização de produtos lusos com as mais variadas técnicas. “Quem dera a muitos países terem as hipóteses que nós temos de poder fazer”, referindo-se ao clima e aos ingredientes frescos. A equipa do Loco possui ainda uma horta onde cultiva alguns dos produtos utilizados no restaurante.</p>
<div id="attachment_17443" style="width: 851px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-17443" class="wp-image-17443" src="https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/quadro.jpg" alt="Nos quandros brancos que adornam a cozinha é possível ver ilustrações de algumas ideias postas em prática pelos chefes. Foto: Vítor Alveirinho" width="841" height="560" srcset="https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/quadro-24x16.jpg 24w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/quadro-36x24.jpg 36w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/quadro-48x32.jpg 48w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/quadro-200x133.jpg 200w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/quadro-300x200.jpg 300w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/quadro-400x266.jpg 400w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/quadro-600x399.jpg 600w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/12/quadro.jpg 760w" sizes="(max-width: 841px) 100vw, 841px" /><p id="caption-attachment-17443" class="wp-caption-text">Nos quandros brancos que adornam a cozinha é possível ver ilustrações de algumas ideias postas em prática pelos chefes. Foto: Vítor Alveirinho</p></div>
<p>Até aqui o caminho foi feito em conjunto. Aqui, toda a gente tem voto na matéria. Existe um calendário semanal, o “Calendário Criativo”, onde todos têm um dia para falar com Manuel e apresentar os seus projetos ou ideias e, fazê-las crescer. Ao mesmo tempo tem trazido a Portugal nomes internacionais como é o caso de Atsushi Tanaka (A.T., França), Daniel Burns (Luksus, USA) ou <strong><a href="https://etaste.pt/entrevistas/dominique-crenn-os-premios-nao-definem-es/" target="_blank" rel="noopener">Dominique Crenn</a></strong> (Atelier Crenn, USA) para que os cozinheiros partilhem informação e conhecimento.</p>
<p>Este é o movimento de Alexandre: “A consistência do Loco não é só fazer bem, é fazer diferente”. E, neste momento, esta é a expetativa de quem visita o espaço, sempre na ânsia de mais e incomum. Quando questionado sobre o futuro, o chefe apenas sorri: “Temos muitos objetivos para 2018, mas na verdade, vai ser tudo completamente diferente”. É esperar para ver.</p>
<p><strong>Contactos:</strong></p>
<p><a href="http://www.loco.pt" target="_blank" rel="noopener"><strong>Loco</strong></a></p>
<p>Morada: Rua dos Navegantes, nº53<br />
1200-830 Lisboa<br />
Telf.: 213 951 861</p>
<p>Aberto apenas para jantares de terça-feira a sábado.</p>
<p>O post <a href="https://etaste.pt/gastronomia/vida-de-laboratorio/">A vida &#8220;in Loco&#8221; de um laboratório </a> aparece primeiro no <a href="https://etaste.pt">Etaste</a>.</p>
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		<title>O queijo número um</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Catarina Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2017 13:36:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Cornish Kern]]></category>
		<category><![CDATA[Cornualles Lynher Dairies]]></category>
		<category><![CDATA[queijo]]></category>
		<category><![CDATA[World Cheese Awards 2017]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já é conhecido o número um da competição de queijos 'World Cheese Awards 2017' e, para surpresa de todos, não é francês nem italiano. O Cornish Kern, da queijaria britânica Cornualles Lynher Dairies foi o grande vencedor da 30ª edição do concurso.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Já é conhecido o número um da competição de queijos &#8216;World Cheese Awards 2017&#8217; e, para surpresa de todos, não é francês nem italiano. O Cornish Kern, da queijaria britânica Cornualles Lynher Dairies foi o grande vencedor da 30ª edição do concurso.</strong></p>
<p>O Cornish Kern distinguiu-se dos mais de 3000 queijos de 35 países diferentes, com uma pontuação de 75 em 80.  Seguido do queijo italiano, Blu Di Bufala, da casa Quattro Portoni Caseificio, com um total de 69 pontos. E dos queijos, austríaco Capellaro de Almenland Stollenkaese e sul-africano, Dalewood Huguenot, da Dalewood Fromage.</p>
<p>Kern, dos mesmos criadores do tradicional clássico Yarg Cornish, significa &#8216;redondo&#8217; e é descrito como “amanteigado, com notas profundas de aroma a caramelo&#8221;. Sofre ainda um processo de amadurecimento de 16 meses semelhante ao do queijo Gouda. A equipa de produção destes queijos artesanais é composta por cerca de 30 pessoas, liderada por Catherine Mead e os mesmos são produzidos numa quinta em Ponsanooth, em Cornwall no sudeste da Inglaterra.</p>
<p>Para Cathy Strange, coordenadora executiva dos Whole Foods Market nos EUA, o queijo é deslumbrante e feito a partir de leite de altíssima qualidade. “Este é um super queijo e eu ficaria feliz por o ter em qualquer mesa”, pode ler-se no comunicado oficial.</p>
<p>No papel de júri estiveram presentes cerca de 230 especialistas no tema, representantes dos seis continentes do mundo e principais nomes da indústria, como Roland  Barthélemy, presidente da Guilde des Fromagers na França ou Claudia Bowman da McIntosh &amp; Bowman Cheesemonger, na Austrália.</p>
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		<title>Portugal com voz em Madrid</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Catarina Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Dec 2017 11:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Henrique Sá Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[João Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Madrid Fusión]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Henrique Sá Pessoa, João Rodrigues e Alexandre Silva estão de partida em janeiro para se estrearem como oradores no Madrid Fusión.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Henrique Sá Pessoa, João Rodrigues e Alexandre Silva estão de partida em janeiro para se estrearem como oradores no Madrid Fusión. O evento, que reúne centenas de profissionais, tem data marcada para os dias 22, 23 e 24 do primeiro mês de 2018, na capital espanhola.</b></p>
<p>“Visito o evento desde 2006 como espectador e fiquei boquiaberto quando este ano recebi o convite do José Carlos Capel (presidente do Madrid Fusión)”, conta Alexandre Silva. O chefe do Loco, afirma que, para além do orgulho que sente de representar o país nesta iniciativa, esta é a oportunidade de se fazer ouvir Portugal lá fora. “Não vamos ficar esquecidos”, promete.</p>
<p>Os portugueses irão subir ao palco para falar sobre a ‘Interpretação moderna da cozinha de pescado’ e a apresentação será feita em conjunto para “tornar a coisa ainda mais forte”. Os chefes dos restaurantes Alma, Feitoria e Loco – todos localizados em Lisboa &#8211; já estão a preparar tudo há vários meses e Alexandre diz mesmo que esta partilha de conhecimentos é realmente importante. “É bom sentir que podemos falar abertamente uns com os outros”.</p>
<p>Esta é uma estreia para estes portugueses, mas em edições passadas já foram convidados nomes como José Avillez (Belcanto, Lisboa), Nuno Mendes (Taberna do Mercado, Londres) e Leonardo Pereira. Massimo Bottura (Osteria Francescana, Modena), Quique Dacosta (Quique Dacosta, Dénia), Elena Arzak (Arzak, San Sebastian) ou Andoni Luis Aduriz (Mugaritz, Errenteria) são alguns dos chefes internacionais que também irão marcar presença na 16.ª edição do evento. Ao longos dos três dias irão decorrer ainda concursos como ‘Pasteleiro revelação’ ou ‘O melhor croquete do mundo’.</p>
<p>O valor da entrada varia entre os 100€ (um dia) ou 250€ (três dias) e podem ser adquiridos <a href="http://ivent.xeria.es/XCLI/MADRIDFUSION/preregistro.aspx" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Algarve Chefs Week: Um jantar solidário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Catarina Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2017 18:55:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
		<category><![CDATA[Algarve chefs week]]></category>
		<category><![CDATA[Louis Anjos]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>
		<category><![CDATA[Solidário]]></category>
		<category><![CDATA[Tivoli]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco Sampaio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O evento gastronómico Algarve Chefs Week, que decorreu a meio do presente ano, vai juntar agora os catorze chefes da região para preparar uma refeição para 400 pessoas. O evento tem lugar já na próxima sexta-feira, no dia 1 de dezembro no Tivoli Carvoeiro e o valor do menu reverte, na totalidade, para as associações algarvias APEXA e APATRIS21.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p lang="pt-PT" align="JUSTIFY"><strong>O evento gastronómico Algarve Chefs Week, que decorreu nos meses de abril e maio deste ano, vai juntar agora 14 chefes da região para preparar uma refeição para 400 pessoas. O evento tem lugar já na próxima sexta-feira, dia 1 de dezembro no Tivoli Carvoeiro e o valor do menu reverte, na totalidade, para as associações algarvias <a href="http://www.apexa.org/" target="_blank" rel="noopener">APEXA</a> e <a href="http://www.apatris21.org/" target="_blank" rel="noopener">APATRIS21.</a><br />
</strong></p>
<p lang="pt-PT" align="JUSTIFY">“Esta iniciativa surgiu há três anos por parte de Patrícia Correia, um dos membros da organização, que sugeriu ao grupo de trabalho proporcionar um Natal diferente a crianças desfavorecidas”, conta o organizador Henrique Pires. Rapidamente a ideia foi aceite e começaram a delinear os afazeres. Vasco Sampaio (Hotel Tivoli Carvoeiro), o chefe anfitrião, afirma mesmo que, depois de elegerem os produtos da região, foi só preciso “juntar tudo, dividir tarefas e desenhar o menu pela causa”.</p>
<p lang="pt-PT" align="LEFT">Vasco é da opinião que estes tipos de projetos, humanizam a profissão. “Fazer algo por outro ser humano não tem preço”. Desde há três anos que a organização toma iniciativas de apoio aos mais desfavorecidos. Henrique Pires afirma que esta ajuda é muito importante para as instituições e o objetivo é “continuar a apoiar outras fundações regionais no futuro”.</p>
<p lang="pt-PT" align="LEFT">No menu vão ser privilegiados os produtos locais e típicos do sul, bem como, as experiências e vivências dos chefes envolvidos. Assim, para primeiro prato os cozinheiros servirão &#8216;Salmão em cura de beterraba com creme de queijo, bulgur verde e pickles de amora&#8217;. De seguida, como prato de carne, &#8216;Naco de vitela, seu jus e sabores de outono&#8217; e de peixe, &#8216;Polvo confit, texturas de batata-doce, cebolinhas glaceadas, pimentos, tomate-cherry, seafinger e areia de azeitona britada&#8217;. Para sobremesa será apresentado o original &#8216;Almoejo&#8217;, feito com batata-doce, alfarroba e poejo. “É sempre bom trocar experiências e conhecimentos com outros chefes de outras realidades que não a nossa”, remata Vasco.</p>
<p lang="pt-PT" align="LEFT">A preparar o menu, com o homem à frente do Tivoli Carvoeiro estarão os chefes Louis Anjos (Macdonald Monchique Resort &amp; Spa), Adérito Almeida (Vila Monte Farm House), Luís Batalha (Dona Filipa Hotel), André Basto (Hotel Tivoli Marina Vilamoura), Miguel Lourenço (Vale d’Oliveiras Quinta Resort &amp; Spa), André Simões (Hotel Hilton Vilamoura ), David Domingues (Praia Verde Boutique Hotel), José Leitão (Nau Salgados Palace), Diogo Pereira (Cascade Wellness &amp; Lifestyle Resort), Luís Correia (Lake Spa Resort ), Miguel Teixeira (Vidamar Resort Algarve), Osvalde Silva (Conrad Algarve) e ainda Vítor Monteiro (Nau Salgados Dunas Suites).</p>
<p align="LEFT"><span lang="pt-PT">O evento é aberto ao público e tem um valor de 30€ por pessoa. Pela noite dentro haverá ainda música, pela voz do vocalista dos UHF, </span>António Manuel Ribeiro, e stand-up comedy, com o algarvio &#8216;Môce dum Cabréste&#8217;.<span lang="pt-PT"> Os bilhetes podem ser adquiridos nas várias cadeias hoteleiras algarvias parceiras. Para saber quais clique <a href="http://www.algarvechefsweek.com/hoteis/" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui.</strong></a></span></p>
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		<title>Daniel Carvalho consagra-se o Barman do Ano 2017</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Catarina Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2017 21:02:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[2017]]></category>
		<category><![CDATA[barman do ano]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Santiago]]></category>
		<category><![CDATA[daniel carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Ediçõs do Gosto]]></category>
		<category><![CDATA[Inter]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Montgomery]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Daniel Carvalho, bartender do The Royal Cocktail Club, no Porto foi o vencedor da 4.ª edição da competição Barman do Ano.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p lang="pt-PT"><strong>Daniel Carvalho, bartender do The Royal Cocktail Club, no Porto foi o vencedor da 4.ª edição da competição Barman do Ano. A prova decorreu hoje, no Espaço Espelho d&#8217;Água, em Belém e contou com a presença dos sete semifinalistas. &#8216;Esmeralda&#8217; é o nome do cocktail que valeu a vitória ao profissional de 38 anos.</strong></p>
<p><span lang="pt-PT">A concurso estiveram presentes os barmen </span><span lang="pt-PT">Bruno Cardoso (Dolce Campo Real Hotel, Turcifal), Daniel Luís (Can the Can, Lisboa), Eduardo Tavares (Greencoast, Porto) e Tiago Moreira (RIB Beef &amp; Wine, Porto). Na derradeira prova final, juntaram-se a Daniel, Helder Rodrigues (Tasca de Santana, Coimbra) e Jeferson Santos (Taste Carvoeiro, Algarve). </span><span lang="pt-PT">Os finalistas foram pontuados numa apresentação no Algarve, que decorreu nos dias 6 e 7 de novembro, no Bovino Steakhouse, onde tiveram 20 minutos para apresentar três cocktails: </span><span lang="pt-PT">um short drink, um long drink e um cocktail livre com Licor Beirão.</span></p>
<p>&#8216;Portugalidade e produtos portugueses&#8217; foi o tema deste ano e, por isso, os concorrentes foram hoje desafiados a apresentar um cocktail inspirado nos ingredientes lusos. Para o vencedor é dever dos profissionais “utilizar sempre produtos com assinatura portuguesa, tentando, desta forma, e(levar) o nome de Portugal além-fronteiras”. O seu cocktail &#8216;Esmeralda&#8217; é uma homenagem a Vasco da Gama e à nau com a qual o explorador descobriu o caminho marítimo para a Índia. Além disso, Daniel tentou ao máximo juntar também alguns produtos da época, como a castanha.</p>
<p>Ganhar esta competição é &#8220;um orgulho imenso e a valorização de um longo trabalho&#8221;, afirma o Barman do Ano 2017. O homem do The Royal Cocktail Club já passou por locais como Sindicato Club, Forte S. João, Classe Bar, tudo no norte do país.</p>
<p>P<span lang="pt-PT">edro Paulo, responsável pelo</span> The Lobby Bar, em Londres, <span lang="pt-PT">Dave Palethorpe (Cinco Lounge, Lisboa), Paulo Pinto (Instituto dos Vinhos do Douro e Porto) e ainda Jaime Montgomery (Barman do Ano 2016) foram alguns dos nomes presentes no painel de júri.<br />
</span></p>
<p lang="pt-PT">Ao longo do dia foi ainda apresentado o programa da Lisbon Cocktail Week 2018, pela voz de Mário Batista, um dos responsáveis do projeto. Do restaurante Pesca, em Lisboa, veio Fernão Gonçalves para conversar sobre o assunto que está na ordem do dia &#8216;Sustentabilidade e Desperdício Zero&#8217;. Também Constança Cordeiro subiu a palco para falar sobre o seu projeto &#8216;Raposa Silvestre&#8217; no âmbito do tema &#8216;Empreendedorismo no mundo do bar&#8217;. Já <span lang="pt-PT">Jaime Montgomery </span>desvendou aos presentes a receita com a qual se sagrou vencedor o ano passado, apresentando passo a passo a sua &#8216;Second Epiphany&#8217;.</p>
<p lang="pt-PT">Organizado pela revista Inter e as Edições do Gosto, o Barman do Ano pretende promover o mundo do bar em Portugal. Em 2014, na primeira edição do concurso, o título foi ganho por Wilson Pires (Tales &amp; Spirits, Amesterdão) e no ano seguinte por Carlos Santiago, ex-colega de Daniel Carvalho no The Royal Cocktail Club. Em 2016 foi a vez de Jaime Montgomery (Bovino Steakhouse, Almancil).</p>
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		<title>Manual de cozinha Asiática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Catarina Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Nov 2017 11:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Manual de Cozinha Asiática]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Morais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando visitávamos o Kanazawa pelas mãos do chefe Paulo Morais em meados de Agosto, já preparava o seu novo livro. Pioneiro em Portugal consagrado sushiman, Paulo Morais já somou experiências no restaurante Midori, Bica do Sapato ou o Umai.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img decoding="async" class="size-medium wp-image-17050 alignleft" src="https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/11/image007-204x300.jpg" alt="" width="204" height="300" srcset="https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/11/image007-16x24.jpg 16w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/11/image007-25x36.jpg 25w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/11/image007-33x48.jpg 33w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/11/image007-200x294.jpg 200w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/11/image007-204x300.jpg 204w, https://etaste.pt/wp-content/uploads/2017/11/image007.jpg 269w" sizes="(max-width: 204px) 100vw, 204px" /></strong>Quando <a href="https://etaste.pt/gastronomia/restaurantes-chefes/de-80-lugares-para-8-o-kanazawa-de-paulo-morais/" target="_blank" rel="noopener"><strong>visitávamos</strong></a> o Kanazawa pelas mãos do chefe Paulo Morais em meados de Agosto, já preparava o seu novo livro. Pioneiro em Portugal consagrado sushiman, Paulo Morais já somou experiências no restaurante Midori, Bica do Sapato ou o Umai. Docente na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, estreia-se agora a solo na autoria do seu livro Manual de Cozinha Asiática onde pretende levar o leitor numa viagem pelo sudeste asiático.</p>
<p>Vietname, Tailândia, Camboja, Laos, Myanmar, Malásia, Indonésia, Singapura e Filipinas são os países de inspiração das várias receitas apresentadas pelo chefe. Sopa Pho do Vietname, Pad Thai, da Tailândia, Mee Goreng, da Indonésia ou Nasi Lemak, da Malásia, são alguns exemplos dos pratos mais emblemáticos de cada país que pode encontrar no livro. Entre outras receitas de carnes, vegetais, peixe e massa que Paulo ensina a fazer. Nas mais de 200 páginas que compõe o livro o autor começa por caracterizar a tradição gastronómica de cada país. No final pode ler-se ainda uma explicação de ingredientes orientais menos conhecidos do leitor comum, como o Sambal (pasta picante), Lima Kaffir (o citrino de eleição no sudeste Asiático) ou a Galanga (da família do gengibre).</p>
<p>O chefe, que começou a sua carreira no Furusato, na praia do Tamariz, conta com mais de 28 anos de experiência na área. A paixão pela gastronomia japonesa fê-lo viajar até ao país onde realizou estágios. Atualmente, é o homem por trás do restaurante Kanazawa onde prepara um menu Kaseki, original do Japão, no qual os pratos são servidos em pequenas porções e de forma sequencial de forma a representar a arte minimalista desta cozinha.</p>
<p align="LEFT"><strong>Ficha Técnica:</strong></p>
<p align="LEFT">Nome: Manual de Cozinha Asiática<br />
Autor: Paulo Morais<br />
Editora: A Esfera dos Livros<br />
Páginas: 256<br />
PVP: 24,99€</p>
<p>O livro está disponível nas bancas desde 17 de novembro pelo valor de 25€.</p>
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		<title>João Oliveira: “Para mim nada vai mudar”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Catarina Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2017 18:16:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Casa da Calçada]]></category>
		<category><![CDATA[Estrela Michelin]]></category>
		<category><![CDATA[João Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Costa]]></category>
		<category><![CDATA[vista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciou a sua carreira no Hotel Casa da Calçada por onde ficou durante cinco anos. Em 2010, também ao lado de Ricardo Costa abraça o projeto The Yeatman, no Porto, terra que o viu crescer. Com apenas 30 anos, João Oliveira já fez parte duma equipa que recebeu uma estrela e também já esteve do lado de quem a perdeu (em 2007, na Casa da Calçada).</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Iniciou a sua carreira no Hotel Casa da Calçada por onde ficou durante cinco anos. Em 2010, também ao lado de Ricardo Costa abraça o projeto The Yeatman, no Porto, terra que o viu crescer. Com apenas 30 anos, João Oliveira já fez parte duma equipa que recebeu uma estrela e também já esteve do lado de quem a perdeu (em 2007, na Casa da Calçada). Conta-nos como é importante a equipa não ficar na expetativa de um prémio, porque afinal, esse é só um reconhecimento do trabalho feito até então. Ainda assim, do outro lado do telefone é impossível não se sentir o sorriso rasgado quando lembra a noite que passou. “Significa que, os últimos 14 anos, nos quais sacrifiquei muita coisa pessoal, valeram finalmente a pena”, diz quando lhe perguntamos o que significa tal prémio.</strong></p>
<p>Chegou à Praia da Rocha para ingressar no projeto do Hotel Bela Vista, em 2015. No restaurante, prepara menus com peixe fresco da nossa costa. O importante é a sazonalidade do pescado e, por isso, procura utilizar mesmo as espécies menos conhecidas do público. “Vai continuar tudo exatamente igual, com o mesmo conceito. Peixes novos e frescos. Não vamos mudar a nossa identidade só por causa de uma estrela”, conta.</p>
<p>O convite para a cerimónia nas Ilhas Canárias já tinha chegado há meses. Para evitar os burburinhos e o frenesim entre a equipa, João Oliveira preferiu não contar nada até poucos dias antes do evento. Afinal, não queria que nada mudasse. Estava na iminência de receber uma estrela Michelin para o Algarve, mas acima de tudo queria manter a serenidade da sua equipa e continuar o seu bom trabalho. Em 2016, João sentiu que os cozinheiros ficaram afetados com a pressão dos media e dos comentários expectantes e, por isso, este ano não quis gerir novamente emoções. “Acho que foi esse o segredo para que eles trabalhassem bem. No fundo, o mais importante é que todos sabíamos que, quer ganhássemos ou não, iríamos continuar juntos”.</p>
<p>Por agora, João afirma que tudo vai continuar igual no Vista. Pelo menos, até janeiro, altura em que o restaurante fecha por cerca de dois meses. “A minha equipa vai fazer estágios para alguns restaurantes durante três semanas e depois vai de férias. Eu vou desaparecer do país. Vou para a Argentina, Chile e Peru fazer uma viagem com a minha mulher”, conta. Este é o tipo de viagens em que o chefe aproveita para explorar os países de forma gastronómica e trazer produtos novos. Seja num mercado local ou numa banca de rua. “Há coisas que uma pessoa desconhece por completo e só com estas viagens é que consegue evoluir”.</p>
<p>Quanto ao futuro pode ser incerto, mas para João não sobram dúvidas: “Quero ser a mesma pessoa que fui até agora, só isso”.</p>
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		<title>Sete Maravilhas à Mesa</title>
		<link>https://etaste.pt/gastronomia/sete-maravilhas-a-mesa/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sete-maravilhas-a-mesa</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Catarina Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Nov 2017 13:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Chefes]]></category>
		<category><![CDATA[à mesa]]></category>
		<category><![CDATA[Sete Maravilhas à Mesa]]></category>
		<category><![CDATA[Sete Maravilhas de Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gastronomia e vinhos são o tema da sétima edição do concurso 'Sete Maravilhas de Portugal' que se realiza em 2018. Promover as regiões e o mundo rural através da gastronomia. Esta é a nova proposta do tema 'Sete Maravilhas à Mesa' que vai eleger o melhor dos vinhos, petiscos, roteiros e experiências enogastronómicas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Gastronomia e vinhos são o tema da sétima edição do concurso &#8216;Sete Maravilhas de Portugal&#8217; que se realiza em 2018. Promover as regiões e o mundo rural através da gastronomia. Esta é a nova proposta do tema &#8216;Sete Maravilhas à Mesa&#8217; que vai eleger o melhor dos vinhos, petiscos, roteiros e experiências enogastronómicas. A fase de candidaturas arrancou ontem, dia 17 de novembro, por esse Portugal fora.</strong></p>
<p><span class="_5yl5">A apresentação do tema das Sete Maravilhas para 2018 fez-se na Herdade de São Lourenço do Barrocal, onde José Júlio Vintém apresentou a mesa que a Herdade apresenta. Seguiu-se um enorme almoço alentejano, paisagem à vista, à boa mesa da região.</span></p>
<p>2001 foi o primeiro ano em que a cozinha fez parte do tema do concurso. Na altura foram eleitas as &#8216;Sete Maravilhas da Gastronomia&#8217;, onde se incluem o arroz de marisco, o pastel de Belém, o leitão da Bairrada, o queijo da serra, a sardinha assada, o caldo verde e, por último, a alheira de Mirandela. Este ano chegou a hora de eleger “alguns dos patrimónios mais apreciados pelos portugueses &#8211; a Gastronomia associada aos vinhos e a roteiros turísticos”, menciona Luís Segadães, presidente das 7 Maravilhas, no comunicado oficial.</p>
<p>A concurso podem estar presentes o melhor que cada região tem para oferecer, como por exemplo, os seus pratos típicos, os vinhos locais, o pão, o azeite ou os queijos. Ou ainda aquilo que pode ser experienciado como um evento regional, uma adega, um lagar, um museu ou um percurso pedestre. “Era inevitável que as 7 Maravilhas acabassem por entrar no território dos vinhos, que são um fator diferenciador incontornável na promoção de Portugal além-fronteiras”, afirma o responsável.</p>
<p>Qualquer um pode candidatar-se a concurso. Posteriormente serão eleitos, por um painel de profissionais, 49 finalistas (sete de cada região). Estes serão mais tarde votados pelo povo português que elegerá uma maravilha, por cada grande região, num total de sete, resultando assim num roteiro único pelo país.</p>
<p>Em edições passadas foram distinguidas praias portuguesas, aldeias ou maravilhas de origem lusa no mundo. Este ano pretende-se “harmonizar a gastronomia com os vinhos percorrendo o país e descobrindo os encantos do enoturismo”.</p>
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