A Caminhos Cruzados apresenta o Teixuga Branco 2013, produzido em Nelas, na Quinta da Teixuga, numa edição limitada a 1500 garrafas. Trata-se de um vinho feito a partir de vinhas velhas, da casta Encruzado, com estágio de 19 meses em barricas novas de carvalho francês e 12 meses em garrafa, processo que contribui para o seu aroma intenso e complexo.

Manuel Vieira e Carlos Magalhães são os enólogos responsáveis pelo projeto: “É um vinho que evolui muito, pelo que está sempre a surpreender, com uma elegância única”, referem.

Para a apresentação do Teixuga, a empresa aliou-se ao espaço Kuc, em Lisboa, e ao chefe Vincent Farges que criou um menu especial para degustar os vários vinhos da Caminhos Cruzados. Os canapés ‘mozz’serra, geleia em flor de laranjeira, telha de cereais’ foram acompanhados pelo Titular Rosé 2015. Para o amuse bouche foram preparados ‘legumes da Quinta do Poial, caldo perfumado com rosas Cécile brunner’, e para entrada ‘lírio marinado com pimenta d’espelette, butarga e coulis de agrião’, ambos harmonizados com o Titular Malvasia Fina 2015. O ‘consommé de carabineiro, ervilhas e rau ram’ foi servido com o Titular Jaen 2014. O novo Teixuga acompanhou o prato principal, ‘garoupa assada, espargos, molho de limão, cevada cozinhada com bivalves e tomate confinado’, bem como a sobremesa, ‘biscoito de pistácio e framboesas, morangos macerados com poejos, e sorvete de iogurte’.

A empresa conta já com os vinhos Terras de Nelas, Terras de Santar, Titular e, agora, Teixuga. Todos eles representam o Dão, no entanto, este último pretende distinguir a autenticidade da região. “Se o Titular representava um novo Dão, com o Teixuga quisemos ir ao encontro do Dão mais autêntico”, explica Paulo Santos, proprietário da Caminhos Cruzados. Para o final de 2016, está guardada a inauguração da nova adega e o lançamento do tinto Teixuga, com data ainda a anunciar.

A marca está presente no mercado nacional e está também representada internacionalmente em Angola, Alemanha, Brasil, China, França, entre outros.