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Cerveja dá palco a chefes de cozinha

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No sentido de aproximar os profissionais ao público apaixonado por esta bebida, o Beer Call junta vários nomes do setor, colocando-os lado a lado, a falar sobre cerveja, claro.

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Tempura de beterraba

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O pão vai falar mais alto em Santarém

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É já amanhã que arranca a 37ª edição do Festival Nacional de Gastronomia, em Santarém, que decorre até dia 29 de outubro. O pão está na ordem do dia e o evento abre com o seminário gratuito com a presença dos atuais especialistas no tema.

  • O autor do aclamado livro Gastrophysics, Charles Spence irá falar no dia 19 de outubro. Foto: Penguin

Ciência e gastronomia na mesma sala

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A Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) em conjunto com a Faculdade de Arquitetura, da Universidade de Lisboa organizam a primeira 'Conferência Internacional de Design de Alimentos e Estudos Alimentares: Experiencing Food, Designing Dialogues' que acontece já nos próximos dias 19, 20 e 21 de outubro.

  • No Lucky 13, os chefes são desafiados a preparar um menu inédito a quatro ou seis mãos. Foto: DR
  • João Correia é um dos convidados repetentes deste ano. Foto: DR
  • Rodrigo Castelo e João Correia (da esquerda para a direita, o segundo e o terceiro na foto) repetem a presença no evento deste ano. A empratar está Filipe Pina, que participou num jantar a seis mãos, em 2015. Foto: Catarina Pires / Clementine Things
  • Desafio é a palavra de ordem no Lucky 13. Foto:DR

Lucky 13: o festival que traz sorte a quem se junta à mesa

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A 3.ª edição do Lucky 13 acontece durante oito noites, de 20 a 28, com uma pausa no meio, a 24. Os jantares contam com alguns nomes repetentes de edições passadas, como os casos de Rodrigo Castelo (Taberna Ó Balcão) e João Correia (Dois Petiscos).

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Copinhos de cheesecake com morangos, balsâmico e manjericão

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Porque não servir cheesecake em copinhos? Esta é a sugestão de Joana Limão.

  • Aqui, o foco são os caldos aromáticos que Francisca prepara todos os dias. Foto: DR
  • Quando questionados sobre o facto de haver apenas lugar para seis pessoas o casal responde somente: “Porque não seis? Podemos estar perto delas, é como se estivéssemos em casa”. Foto: DR

Da Ásia até Lisboa em 15 metros

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Dois pratos, 15 metros quadrados e seis lugares. Este é o novo espaço que nasceu na capital portuguesa. Francisca van Zeller e Gustavo Blanco são dois exploradores fascinados pela cultura asiática e fundaram o Sun Tan, um micro restaurante caseiro dedicado a sopa de noodles.

  • Os chefes Nuno Mendes e Leandro Carreira juntam-se ao empresário de restauração Max Graham e a João Cepeda, fundador do Mercado Time Out Lisboa para um debate de experiências. Foto: EG| Filipe Vera-Cruz

Calling Portuguese Food

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Nuno Mendes, Leandro Carreira, João Cepeda e Max Graham são os oradores convidados do evento 'Calling Portuguese Food' que tem lugar na cidade de Londres, no próximo dia 23 de outubro.

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Vem aí uma Rota dos Petiscos e Vinhos do Alentejo pela cidade de Lisboa. Dez restaurantes da capital aderiram à iniciativa da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) que pretende trazer o melhor do interior para o litoral entre 15 a 29 de outubro.

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O pão vai falar mais alto em Santarém

16:19, 18/10/2017|Comentários fechados em O pão vai falar mais alto em Santarém

É já amanhã que arranca a 37ª edição do Festival Nacional de Gastronomia, em Santarém, que decorre até ao dia 29 de outubro. O pão é o tema desta edição e o evento abre com um seminário gratuito que lhe é dedicado com a presença dos atuais especialistas no tema.

‘Deixar o Pão Falar’. Esta é a proposta das conversas entre Mário Rolando, da Padaria da Esquina, Diogo Amorim, da Gleba, Ana Rocha, do Pão da Mó e Paulo Santos, do Forno do Beco. Os quatro especialistas na área encontram-se para debater o assunto e apresentar os seus projetos.

Encadeado com as apresentações e no final do respetivo debate haverá ainda degustações com azeite. Ainda durante a tarde serão apresentados vídeos, da autoria do realizador Tiago Pereira, em que o pão é o principal protagonista.

A entrada no seminário é gratuita mediante acesso ao Festival e pode inscrever-se aqui. Para conhecer o restante programa e mais informações visite o site.

  • O autor do aclamado livro Gastrophysics, Charles Spence irá falar no dia 19 de outubro. Foto: Penguin

Ciência e gastronomia na mesma sala

15:39, 18/10/2017|Comentários fechados em Ciência e gastronomia na mesma sala

A Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) em conjunto com a Faculdade de Arquitetura, da Universidade de Lisboa organizam a primeira ‘Conferência Internacional de Design de Alimentos e Estudos Alimentares: Experiencing Food, Designing Dialogues’ que acontece já nos próximos dias 19, 20 e 21 de outubro.

Com o crescente interesse em assuntos relacionados com a área da gastronomia esta é uma oportunidade de escutar o que se tem vindo a fazer lá fora. Mais ainda, pela voz dos especialistas e investigadores do setor, que provam que a ciência coexiste em simbiose com a gastronomia. Investigadores, professores, chefes de cozinha, químicos entre outros especialistas da área irão subir ao palco para partilhar ideias e experiências.

O autor do aclamado livro Gastrophysics, Charles Spence, do departamento de Psicologia Experimental da Universidade de Oxford e responsável pelo Crossmodal Research Lab, irá falar no primeiro dia do evento, pelas 14.45h. Logo a seguir, Héloise Vilaseca, formada em engenharia química alimentar vem de Espanha para uma sessão onde falará sobre transformação dos alimentos. Héloise trabalhou na Universidade de Harvard e, neste momento, é responsável pelo La Masia, o departamento de pesquisa e investigação do restaurante El Celler de Can Roca, em Girona. Ainda neste dia, Cláudia Viegas, nutricionista e docente na ESHTE, irá moderar o debate que tem início pelas 16h onde participarão nomes como Paulina Mata, Ricardo Bonacho e Patrícia Gabriel.

Sonia Massari ganhou, em 2012, o prémio internacional ‘Le Tecnovisionaries Women Innovation’ que distingue profissionais que combinam criatividade e inovação na área alimentar. Doutorada em Sistemas Alimentares e Design de Interação, pela Universidade de Florença, é atualmente coordenadora da Adi Index Food Design e faz parte do conselho científico da Conferência Internacional de Estudos Alimentares, em Roma. Irá abrir a sessão de 20 de outubro pelas 9h da manhã ao lado de Martin Hablesreiter e Sonja Stummerer, do projeto Honey & Bunny. Na parte da tarde, Alison J. Clarke, professora de História de Design, na Universidade de Artes Aplicadas, em Viena e diretora fundadora da Fundação Papanek, iniciará a sessão com ‘Uma antropologia de design de alimentos retros’. O chefe Pedro Pena Bastos junta-se a Alison com o tema ‘Tempo da Terra e comida de amanhã’.

No sábado, decorrerá ainda, na parte da manhã, o wokshop ‘Design Sustainable Diets Systems’ coordenado por Sonia Massari e Iryna Karaush. O dia terminará com um jantar da autoria de Fábio Abreu, André Gerardo e Rui Mota, alunos do mestrado em Inovação em Artes Culinárias, da ESTHE. O livro The Bloody Chamber, da escritora Angela Carter é a inspiração para os pratos que compõem o menu e, por isso, à base de sangue animal.

Para ver o programa completo do evento, bem como, todos os oradores e informações práticas clique aqui.

  • No Lucky 13, os chefes são desafiados a preparar um menu inédito a quatro ou seis mãos. Foto: DR
  • João Correia é um dos convidados repetentes deste ano. Foto: DR
  • Rodrigo Castelo e João Correia (da esquerda para a direita, o segundo e o terceiro na foto) repetem a presença no evento deste ano. A empratar está Filipe Pina, que participou num jantar a seis mãos, em 2015. Foto: Catarina Pires / Clementine Things
  • Desafio é a palavra de ordem no Lucky 13. Foto:DR

Lucky 13: o festival que traz sorte a quem se junta à mesa

17:39, 17/10/2017|Comentários fechados em Lucky 13: o festival que traz sorte a quem se junta à mesa

Entre os próximos dias 19 e 29 de outubro, a cidade de Santarém recebe a 37.ª edição do Festival Nacional de Gastronomia. O pão será a grande temática do evento que conta também com a realização de várias iniciativas. Uma delas é o Lucky 13, um restaurante pop up em que dois ou mais chefes preparam, em conjunto, jantares de menu exclusivo.

Os protagonistas têm diferentes estilos e pertencem a distintas regiões do país. Mas existem elos que os unem, como a origem ou até mesmo a preferência nos produtos utilizados. Ao longo de oito noites, de 20 a 28, com uma pausa no meio, a 24, o palco da 3.ª edição do Lucky 13 recebe 18 chefes de cozinha, que em conjunto vão cozinhar a quatro ou seis mãos. Veja-se o jantar de dia 22 de outubro, em homenagem a Santarém, com nomes como Alexandre Albergaria Diniz, Mickael Moreira e Carlos Gonçalves. Ou a refeição, preparada pelos irmãos Costa, com David e Gonçalo na cozinha, e Bruno na sala. A par disso, não faltam nomes da terra, e já repetentes no evento, como Rodrigo Castelo ou João Correia.

Com início marcado para as 20h, os jantares têm um valor de 35€, com harmonização de vinhos incluída. As reservas devem ser feitas para o email turismo@cm-santarem.pt.

Se estiver curioso sobre o que esperar, leia nas linhas seguintes todos os pormenores sobre os chefes convidados do Lucky 13.

20 de outubro – Marlene Vieira e João Simões

Fotos: Filipa Vera-Cruz e DR

Em abril deste ano, Marlene Viera abriu o Panorâmico, em Oeiras. Antes disso somou passagens nos restaurantes Manifesto e Avenue, na capital. Na primeira noite do Lucky 13, junta-se a João Simões, o chefe que após experiências por Lisboa, na Bica do Sapato, no Altis Belém Hotel & Spa e no 100 Maneiras, abriu em 2014, em Alenquer o seu restaurante, Casta 85.

21 de outubro – Tiago Santos e João Diogo Saloio

Fotos: Humberto Mouco e DR

Tiago Santos conduziu durante ano e meio a cozinha do Areias do Seixo, em A-dos-Cunhados. O geógrafo de formação, apaixonado pela cozinha portuguesa, é agora o homem à frente do Anna’s, em Aveiro. Faz parelha, no segundo dia do Lucky 13, com João Diogo Saloio, que após experiências em Lisboa e Santarém, prepara-se para abrir muito em breve o seu primeiro restaurante, Mãe.

22 de outubro – Carlos Gonçalves, Alexandre Albergaria Diniz e Mickael Moreira

Fotos: DR

Carlos Gonçalves, do Praia D’El Rey Marriott Golf e Beach Resort, em Óbidos e membro da Equipa Olímpica de Culinária será o parceiro de bancada dos chefes ribatejanos Alexandre Albergaria Diniz, do restaurante Cisco, em Almeirim, e Mickael Moreira, do De Pedra e Sal, em Setúbal, que na sua carreira profissional passou por locais como Fortaleza do Guincho, Kook, Altis Belém Hotel & Spa e Lisboeta.

23 de outubro – Irmãos Costa e Loló Oliveira

Foto: Humberto Mouco

Esta será a noite da família Costa. E quem são eles? David é cozinheiro e é o atual chefe e proprietário do restaurante português Adega, em San Jose, na Califórnia, detentor de uma estrela Michelin. Partilha com o irmão mais velho, Gonçalo, o amor pela cozinha. Este que viveu em tempos no Brasil e agora é o homem responsável pelo Tágide, em Lisboa. E como não há duas sem três, junta-se o irmão do meio, Bruno, que até há bem pouco tempo comandava o serviço de sala dos restaurantes de Kiko Martins. Quem também vem dar uma mão no jantar é a prima dos Costa, Loló Oliveira, também ela com experiência em cozinha e com uma participação no programa de televisão Chefs Academy, em 2014.

25 de outubro – Bernardo Agrela e João Correia 

Fotos: ACS e DR

Aos 27 anos, Bernardo Agrela já soma desafios profissionais em países como Espanha, Luxemburgo, Japão e China. Na Cave 23, em Lisboa, encontrou a oportunidade de se evidenciar no panorama gastronómico português, depois do projeto Once Upon a Table. Ao seu lado vai estar João Correia, um também jovem cozinheiro, com passagens importantes em Barcelona, Espanha. Em 2015, regressou à terra que o viu nascer para abrir um novo conceito, Dois Petiscos.

26 de outubro – Rui Martins e Rodrigo Castelo 

Fotos: Filipe Vera-Cruz

Rui Martins viveu em 2016 um bom ano. O chefe do restaurante Rib Beef & Wine, em Lisboa e no Porto, ganhou o título de Chefe Cozinheiro do Ano e a posição de consultor nos restaurantes da cadeia de hotéis Pestana CR7. Nesta noite, tem ao seu lado Rodrigo Castelo, antigo forcado, filho da terra, que em 2013 se resolveu dedicar à paixão pela cozinha e abriu a Taberna Ó Balcão. A carne vai estar em evidência neste mano a mano.

27 de outubro – Alexandre Albergaria Diniz e Leopoldo Garcia Calhau

Fotos: DR

Alexandre Albergaria Diniz levou a sua inovação à restauração de Almeirim, com a abertura do Cisco, em 2016, e repete a sua presença no evento deste ano, ao lado de Leopoldo Garcia Calhau, um arquiteto apaixonado pelos produtos do Alentejo e o responsável pelo Café Garrett, em Lisboa.

28 de outubro – Margarida Rego e André Santos

Fotos: DR

A chegada de Margarida Rego à cozinha foi tardia. Mas depressa se inteirou das técnicas e sabores, e somou experiências em Espanha e em hotéis no norte do país. A chefe do hotel Fábrica do Chocolate, em Viana do Castelo vai cozinhar com André Santos, um jovem que após estágios em Lisboa e no Alentejo, voltou em 2016 à sua terra natal, Santarém, para abrir o Pigalle.

Mais informações aqui.

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Uma viagem pelo Alentejo em Lisboa

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Vem aí uma Rota dos Petiscos e Vinhos do Alentejo pela cidade de Lisboa. Dez restaurantes da capital aderiram à iniciativa da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) que pretende trazer o melhor do interior para o litoral entre 15 a 29 de outubro.

  • Em 2016, foi considerado o segundo Best Bar in Europe, agora consagra-se o melhor bar da lista The World's 50 Best Bars. Foto: DR

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O American Bar, em Londres, conquistou o primeiro lugar como melhor bar do mundo, na lista The World ‘s 50 Best Bars. Em segundo e terceiro lugar ficaram, respetivamente, Dandelyan, também na capital britânica, e The NoMad, em Nova Iorque. 

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(De) Olhão no mundo da cerveja artesanal

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O mais recente bar de cerveja artesanal algarvio chama-se Saaz Craft Beer Lounge e situa-se no coração da cidade de Olhão. No seu longo balcão há 16 torneiras à pressão e mais de 40 referências em garrafa de marcas nacionais e internacionais.

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Uma viagem pelo Alentejo em Lisboa

12:04, 13/10/2017|Comentários fechados em Uma viagem pelo Alentejo em Lisboa

Vem aí uma Rota dos Petiscos e Vinhos do Alentejo pela cidade de Lisboa. Dez restaurantes da capital aderiram à iniciativa da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) que pretende trazer o melhor do interior para o litoral entre 15 a 29 de outubro.

Esta iniciativa é inspirada no evento ‘Vinhos do Alentejo em Lisboa’ que já conta com oito edições e decorre, este ano, nos dias 13 e 14 de outubro, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. Virão à capital mais de 84 produtores e 700 vinhos alentejanos para serem provados e comentados. Dos oradores fazem parte nomes como o sommelier Guilherme Corrêa, o crítico Alexandre Lalas e os chefes José Júlio Vintém e Marlene Vieira.

Para Francisco Mateus, presidente da CVRA este ano era necessário “inovar e acrescentar novidade”. Assim nasceu a ideia da Rota dos Petiscos e Vinhos do Alentejo. Com o intuito de desmistificar a linguagem do vinho e chamar a atenção de camadas mais jovens para o evento, foram escolhidos restaurantes informais e descontraídos.

O roteiro pelo mundo alentejano será feito pelo By the Wine, Topo (Martim Moniz, Baixa-Chiado e Belém), Carnalentejana, Lost In, Companhia do Largo, Livraria-Bar Menina e Moça, Matateu Petisqueira, Rio Maravilha, Santos-o-Vinho e Sr. Lisboa. ‘Açorda d’alho com bacalhau’, ‘Paleta Porco Bísaro em Pão Alentejano’ ou ‘Tachinho de Favinhas com enchidos’ são alguns dos petiscos que poderá provar.

Todos os petiscos serão acompanhados com um copo de vinho tinto ou branco da região. Monte das Servas, Montado ou Vinho Regional Saramago, são algumas das sugestões. Cada petisco e copo de vinho tem o valor de 3,5€.

Para mais informações clique aqui.

  • Em 2016, foi considerado o segundo Best Bar in Europe, agora consagra-se o melhor bar da lista The World's 50 Best Bars. Foto: DR

American Bar no primeiro lugar da lista The World’s 50 Best Bars

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O American Bar, em Londres, conquistou o primeiro lugar como melhor bar do mundo, na lista The World ‘s 50 Best Bars. Em segundo e terceiro lugar ficaram, respetivamente, Dandelyan, também na capital britânica, e The NoMad, em Nova Iorque. O anúncio da lista deste ano foi divulgado ontem há noite, numa cerimónia que teve lugar na Southwark Cathedral, em Londres.

Aberto há 125 anos, esta foi a primeira vez que o American Bar, localizado no Savoy Hotel ganhou o primeiro lugar da lista The World ‘s Best Bars. No ano passado, o bar ganhou o Bar Team 2016, pelo Tales of the Cocktail e foi considerado o segundo Best Bar in Europe pelos World’s 50 Best Bars. Por aqui já passaram nomes do mundo do bar como Ada Coleman, autora do cocktail Hanky Panky, Harry Craddock responsável pelo lendário livro de receitas Savoy Cocktail, que continua a ser impresso ao fim de 87 anos e, ainda Peter Dorelli, que aos dias de hoje conta com mais de 50 anos de carreira. Atualmente à frente do bar está Erik Lorincz, de 37 anos, vencedor da Diageo World Class, em 2010, e o gerente Declan McGurk.

Em 2016, The Dead Rabbit, em Nova Iorque tinha conquistado o primeiro lugar do pódio e, em 2015 o segundo. Este ano, o bar caiu para a quinta posição. A capital britânica lidera a lista, com um total de quatro bares no top 10. A maioria dos restantes bares encontram-se em terras americanas, num total de 13, sete dos quais em Nova Iorque. Lembre-se que desta lista faz ainda parte o Red Frog (92º), o primeiro bar português a constar entre os eleitos.

A par do prémio de melhor bar do mundo, ainda foram entregues mais oito galardões:

Industry Icon Award – Julio Bermejo
Bartenders’ Bartender – Iain Griffiths
Legend of the List – Black Pearl
Best New Opening – Blacktail
Highest Climber – Floreria Atlantico
Highest New Entry – Atlas

E ainda os prémios Continental Bar Awards, nomeadamente:

Best Bar in Europe: American Bar, Londres
Best Bar in North America: The NoMad, Nova Iorque
Best Bar in Asia: Manhattan, Singapura
Best Bar in Latin America: Licoreria Limantour, Cidade do México
Best Bar in Australasia: Black Pearl, Melbourne
Best Bar in Africa and the Middle East: Imperial Craft, Tel Aviv

Para ver a lista completa clique aqui.

  • Letra On Oak, Roça Viçosa, Praxis, Marafada, Dois Corvos e Vadia são algumas das marcas a provar no Saaz Craft Beer Lounge. Foto: DR

(De) Olhão no mundo da cerveja artesanal

09:29, 28/09/2017|Comentários fechados em (De) Olhão no mundo da cerveja artesanal

O mais recente bar de cerveja artesanal algarvio chama-se Saaz Craft Beer Lounge e situa-se no coração da cidade de Olhão. No seu longo balcão há 16 torneiras à pressão e mais de 40 referências em garrafa de marcas nacionais e internacionais.

Tudo começou na República Checa, onde Bruno Rocha, o proprietário do espaço, viveu durante vários anos. País, esse, em que o consumo de cerveja é “fortíssimo”. Por lá habituou-se à bebida e ganhou-lhe um amor especial. Quando voltou a Portugal, em 2009, apercebeu-se da escassez de opções na área. Por isso, na altura, com os recursos que tinha e o conhecimento que adquiriu com um ou outro mestre cervejeiro, iniciou a feitura da sua própria cerveja. “Entretanto fui conhecendo outras pessoas, indo a festivais da bebida e acabei por fazer amizades com vários cervejeiros”, explica.

No início do ano, Bruno e a mulher mudaram-se para Olhão. Dada a inexistência de negócios do género na zona, decidiam abrir um bar dedicado à cerveja artesanal. A meio deste ano, nasceu o Saaz Craft Beer Lounge. É num pequeno espaço, com meia dúzia de mesas dispostas, que encontramos um balcão com torneiras de cerveja à pressão e inúmeras referências em garrafas, a descansar nos frigoríficos. E a grande maioria delas é portuguesa. “Queremos divulgar o que se faz em Portugal”. A ideia é as cervejas irem rodando com o tempo, ou seja, quando um barril acaba, é substituir por um outro de marca diferente. “Há sempre coisas novas a provar”, garante. Letra On Oak, Roça Viçosa, Praxis, Marafada, Dois Corvos e Vadia são algumas das marcas disponíveis. Além de cervejas, há também uma seleção de gins, também de origem lusa.

Para acompanhar a bebida, há petiscos tradicionais, onde se incluem as conservas locais da cidade, além de queijos, enchidos e salgados. Se quiser alguma coisa mais composta, não há problema. O espaço tem uma parceria com alguns restaurantes próximos e por isso, tem ainda disponível outras opções entre marisco, pizzas ou hambúrgueres.

Contactos:

Saaz Craft Beer Lounge
Morada: Rua do Comércio 38-48,
8700-417 Olhão
Tlf.:917 778 333

Aberto todos os dias das 17h às 2h.

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  • A iniciativa Mesas Bohemia trouxe até Lisboa o restaurante Mugasa, na Bairrada. Foto: DR

Mugasa em Lisboa é serviço público 

12:40, 29/09/2017|Comentários fechados em Mugasa em Lisboa é serviço público 

A iniciativa Mesas Bohemia obriga os restaurantes a mudarem de cidade. A um preço incrível serve-se um menu cervejeiro e o povo agradece. A sala enche e o serviço público continua.

  • Leandro está feliz e se tudo correr bem, temos Londrino em novembro, senão pouco mais tarde. Foto: DR
  • Leandro Carreira no jantar de apresentação do restaurante Londrino, em Londres. Foto: PA

Portuguese Chefs Worldwide: Leandro Londrino

12:23, 29/09/2017|Comentários fechados em Portuguese Chefs Worldwide: Leandro Londrino

Está a nascer o projecto  de Leandro Carreira, o chefe português a residir em Londres. Chama-se Londrino e teve um primeiro jantar de apresentação em Londres. O Etaste esteve lá.

Tiago Lopes: Manifesto anti-ego

13:01, 26/09/2017|Comentários fechados em Tiago Lopes: Manifesto anti-ego

É puto, mas já é o melhor cozinheiro da sua geração! Trata Escoffier por tu, para ele não há complicações, sabe quase tudo, na carreira dele contam-se 12 meses de experiência.

  • A iniciativa Mesas Bohemia trouxe até Lisboa o restaurante Mugasa, na Bairrada. Foto: DR

Mugasa em Lisboa é serviço público 

12:40, 29/09/2017|Comentários fechados em Mugasa em Lisboa é serviço público 

A iniciativa Mesas Bohemias obriga os restaurantes a mudarem de cidade. A um preço incrível serve-se um menu cervejeiro e o povo agradece. A sala enche e o serviço público continua.

As cozinhas Bohemias têm Rodrigo Menezes – foodie, ex-concorrente do Masterchef e o atual responsável pela Academia Time Out, no Mercado da Ribeira – como a face mais visível. É verdade que ali estão também José Silva, o homem dos vinhos e gastronomia e o chefe Nuno Diniz. Este último convencido e bem, que por aqui passa do que mais alto se faz em gastronomia, atualmente. Querendo dizer valorização, democratização, sinalização, oportunidade. Há uma democracia em todo o projeto que interessa destacar. A Sagres dá o nome a um projeto que faz os restaurantes trocarem de cidade e assim se justificam todos os adjetivos antes enumerados. E isso encanta Nuno Diniz que coordena a operação de cozinha, ao passo que na sala, Menezes espalha o seu sorriso com Silva, ajudando a compreender melhor quem faz e o que está no prato.

Mugasa
Estive no almoço de domingo, na viagem do Mugasa até Lisboa. A sala estava cheia e com boa energia, até uma jornalista do Etaste estava presente mas as vistas e os sabores não permitiam desconcentração.
– Eu cubro a coisa, então.
A pérola da Bairrada aviou as malas e veio testar fornos. Ricardo encontrou o que queria e o resto só podia ser o mais fácil. Avisou que vinha se pudesse confeccionar em bom forno de lenha e dar o serviço com o leitão quente. Alerta, foi descoberto um forno de lenha, em Lisboa, onde se pode confecionar um leitão à Bairrada como deve ser. O porcino entra e sai para se ‘constipar’ e a pele ficar como se gosta. Ali por cima, crocante, deixando uma camada de gordura a fazer a conexão com a carne, mais osso menos osso à vista. Mais costela, dirão alguns amantes de boca sorrindo, a mastigar antes de levar à boca, no caso, a cerveja escolhida. Sim, o menu é naturalmente cervejeiro e a mesma há para todos, com ligação aos pratos. Agora que já se falou do leitão, podem referir-se os fígados e a magnífica cabidela, picante e cheia de texturas a pedir palmas. Superior também a chanfana que a mãe de Ricardo, o hábil homem do Mugasa deixou ir à mesa. Aletria no final.

Serviço público
O menu custa 30€, o que representa serviço público de caráter cultural e a caminho já estão os próximos jantares, ainda não divulgados mas em preparação. É que Menezes quer ver a coisa montada em espaços inesperados. E que inesperado foi conhecer este Clube do Bacalhau, ali perto da rua do Arsenal, em Lisboa.
Para a história ficam as prestações da fabulosa Inês Diniz que veio a Lisboa derreter com filetes e aletria, e a Noélia que levou ao Porto o grande Algarve (importante relembrar que é a mais apagada região gastronómica do país, querendo dizer: joia por mediatizar). Mais recentemente, e antes do Ricardo, esteve o José Júlio do Tomba Lobos a espalhar Alto Alentejo e bom porco Porto fora.

Clique na imagem abaixo para ver o vídeo do corte do leitão.

Vídeo: Hugo Alexandre Cruz
  • Leandro está feliz e se tudo correr bem, temos Londrino em novembro, senão pouco mais tarde. Foto: DR
  • Leandro Carreira no jantar de apresentação do restaurante Londrino, em Londres. Foto: PA

Portuguese Chefs Worldwide: Leandro Londrino

12:23, 29/09/2017|Comentários fechados em Portuguese Chefs Worldwide: Leandro Londrino

Está a nascer o projeto de Leandro Carreira, o chefe português a residir em Londres. Chama-se Londrino e teve um primeiro jantar de apresentação, no restaurante Pizarro, em Londres. O Etaste esteve lá.

É a cidade e o carro para à porta. Animada a sala à vista da rua e a cozinha à vista da sala. À medida que entro, sou recebido por uma simpática australiana que descubro mais tarde quem é. O chefe que conheci no Viajante e que desde há tanto sabia, ele e eu, nós incluídos, que teria o seu restaurante, olha-me com surpresa. Pronto, um gajo abraça-se largamente que está contente por ali estar. Mas como? Sim, vim de propósito. Este é o meu amigo Vasquinho. Mais tarde: quando regressas? Amanhã, vim cá para o jantar man! Sorrimos. Uma grande mesa comprida convive com mais quatro onde gente virada de frente se inicia nas simpatias de gente que não tarda a trocar conversas animadas e sorrisos. Não é sempre assim, quando tudo corre bem?

Pizzaro
José Pizarro é amigo de Leandro Carreira há muito e personifica a expressão da gastronomia de Espanha, em Londres, no Reino Unido. Quando o San Sabastian Gastronomika olhou para Londres e até levou Nuno Mendes, amigo e referência na carreira de Leandro, mostrou este espanhol. É homem de uma cozinha de produto e tradição. Foi isso que saiu daquele fogão em frente. O chefe será vizinho de Leandro e o que se apresentou foi isso, a boa vizinhança com a expressão individual de cada um. Os amigos deram-nos um jantar a quatro mãos (expressão sobrevalorizada já que eram uns oito Cozinheiros) onde se entrelaçaram clássicos da cozinha espanhola com as visões de Leandro. A sua cozinha. Apenas um prato declaradamente português. Umas sardinhas curadas e depois fumadas em pinheiro, servidas com pinhões. Magnífico. A sardinha era boa mas imagino o prato com uma sardinha ainda melhor, gorda, a textura alterada pela cura, o fumo não exagerado do pinheiro e pinhões, o quê? Magnífico. No Japão, onde esteve recentemente, Leandro fez o prato. O que fizeram os japoneses? Até as espinhas comeram.
Foi um bom menu, vinho a copo ou à garrafa. O seu homem de vinhos no projeto e que já estava com ele no Climpson’s Arch é australiano e esteve muito bem a apresentá-los. É bonito o recurso à metáfora. If you want a clear sky, that’s your wine. E foi isso, to the sky we went. Outra australiana que controlava o evento era a esposa de Leandro. A hospitalidade em pessoa. Trabalha com Pizarro há muito, também passou pelo Viajante e teve um restaurante aos 18 anos.
Sim, foi tudo muito bom e pode-se dizer sem medos. O bilhete comprou-se rapidamente pelo Instagram e as bebidas foram cobradas à parte.

Contágio
Antes de chegar ao Viajante, deixou-se tocar pela alta cozinha espanhola e esteve no Viajante e, depois, o restaurante fechou e começou a cirandar por aqui e por ali, em mil viagens e jantares pop up até que parou em Climpson’s Arch. Foi bom porque deixou para trás a alta cozinha e teve oportunidade de dar uma abordagem de inspiração lusa, ou mesmo de essência lusa e a coisa pegou. Ficou essa ideia. As pessoas vão ao restaurante para comer, para estarem bem, a informalidade, a partilha (não estou a falar do petisco que já me enjoa escrever isso mas não me ocorre outra palavra). Escrevo isto em eco da nossa conversa. Leandro está feliz, quando passamos a porta do que virá a ser o Londrino. É isso, são mesmo uns 5 metros de altura. Naquela sala à direita da entrada uma mesa comprida para pratos pequenos e vinhos, e aqui o restaurante. É bom imaginar a interação. Aposto que vai haver contágio. Tem de haver. Digo, a onda sonora, o espírito. Imagino um grupo de amigos num lado, um casal noutro. E perde-se alguma formalidade. Leandro imagina isso, é o que quer que seja. Os cerca de 30 colaboradores estarão ao serviço de uma cozinha que pode ter algo de português mas que não quer ser portuguesa.

Hospitalidade
Em restauração, até no estrangeiro é assim, há a ciência da hospitalidade e da comida, a engenharia, arquitetura e design, gente e sentir o cliente. É a hospitalidade. O que não se controla é a obra e alguma alteração que possa surgir, uma aprovação, algum tema legal. Se correr bem, temos Londrino em novembro, senão pouco mais tarde. Longa vida a isso. Cheers Leandro. Good luck.

Contactos:

Londrino
Morada: 36 Snowsfields Yard,
Londres SE1 3QQ

Tiago Lopes: Manifesto anti-ego

13:01, 26/09/2017|Comentários fechados em Tiago Lopes: Manifesto anti-ego

É puto, mas já é o melhor cozinheiro da sua geração! Trata Escoffier por tu, para ele não há complicações, sabe quase tudo, na carreira dele contam-se 12 meses de experiência. Afinal haverá tempo mínimo para alguém acumular tamanha sabedoria? Eu acho que não, acho até bastante provável que ele saiba mesmo quase tudo! O que não sabe, faz parecer que sabe. Seja que tema for, dominará sempre melhor do que eu e o leitor. A cada dia que passa diz aprender inúmeras técnicas – ou diz que aprende – nas orgias secretas aos livros, que diz ter. Nasceu mesmo para isto, diria melhor, é um génio que ninguém descobriu… ainda! Sim, tenho a felicidade de conhecer génios deste tipo!

Que sorte que eu tenho neste desprazer tão inútil quando conheço pela primeira vez uma destas espécies por aí espalhadas, em número maior do que julgava existir, todavia faz parte. Identificam-se bem e rapidamente se se considerar apenas um único aspeto: é sempre aquela pessoa que no primeiro contacto fala 30 minutos ou mais sem parar, não sendo precisa uma única pergunta, serão sempre um conjunto de banalidades que têm todo o interesse, para o próprio, pois ele é o centro do universo, o arquétipo da excelência profissional.

Carrega na sua sombra fútil e humana, a melhor roupa possível, em nome da excêntrica aparência, na sua boca uma língua tão afiada como a lâmina da estupidez que corta os ouvidos de quem os ouve, neste caso, os meus. Há umas semanas, conheci mais um! Que sortudo que sou! O indivíduo chega até mim, cumprimenta-me com o seu ar altivo e narcisista, nos olhos dele é clarividente o pensamento: “Sou mesmo bom”.

Faz o favor, aperta-me a mão e diz um olá forçoso. Posto isto, de seguida, o protocolo destes exige sempre, uma exibição, megalomaníaca dos seus grandes (?) feitos! Começa a sua autoapresentação dizendo palavras como: “Eu faço, eu sou, eu sei”. À medida que se vai espumando, como se estivesse a falar em contrarrelógio, vai desabafando e resmungando, a equipa com quem ele trabalha não presta, a culpa do único insucesso que teve na vida não foi culpa dele, mas sim de terceiros. Se teve que trabalhar com peixe congelado do rio Nilo foi apenas porque os barcos dos pescadores ficaram sem gasóleo. Se não tinha o foie gras que costuma trabalhar num ou noutro serviço a culpa foi do pato, ou da pata do pato que partiu! Resumindo, nunca foi culpa dele, se algum dia admitir que teve culpa em alguma coisa… a‎lguém ouviu mal certamente, porque ele é inquestionavelmente o melhor.

O ego mal domado, é quase sempre associado a um certo egoísmo, seja pelo tempo, que é sempre o seu ou pela falta de bom senso. Por fim, alia-se à falta de sensibilidade para com o que o rodeia.

Excesso de zelo com os outros e auto crítica em falta, produz uma mistura de sensações, que são só sensações, provocadas por estímulos próprios que ganham vida no vício obstinadamente cego em ser ou parecer ser o que poderia ser mas não o é. O ego exagerado provavelmente o levará longe, tão longe que nem ele próprio saberá o caminho para voltar.

Ah pobre rapaz! Tão grande que és nesse pequeno casulo, obtuso e frágil…como gostava eu de ser menos lúcido, para poder acreditar nas estórias destes rapazes…como eu gostava de gostar de ouvir estas estórias tão divertidamente sem graça… como gostava que isto fosse o que nunca chegará a ser, estas coisas de humanos daqui e daí.

Quem me dera que Almada Negreiros se juntasse, desta vez faríamos quiçá, os dois e quem mais se quisesse juntar, um manifesto anti-ego, podia ser em homenagem a este e a outros tão perdidos soror-cozinheiros de sangue azul. Talvez ele já não possa. Talvez a mim ‎já não apeteça.

  • A máquina e os diferentes tipos de café estão disponíveis numa edição limitada. Foto: DR

Café com leite? Com certeza!

11:00, 30/09/2017|Comentários fechados em Café com leite? Com certeza!

A nova Lattissima One é a máquina que permitirá aos amantes de café, preparar um cappuccino ou uma tradicional “meia-de-leite” sem sair de casa. A aposta da marca Nespresso incide sobre a preferência dos portugueses por este tipo de bebidas.

Um ritual de viagem

12:00, 13/09/2017|Comentários fechados em Um ritual de viagem

A cor verde esmeralda não engana: a nova Schweppes Premium Mixer Matcha é uma jóia rara. Inspirada nos rituais nipónicos de chá, o desafio é seguir o trilho até às ruas de Quioto, no Japão, guiados pelo chá de Matcha – numa garrafa elegante, com design contemporâneo.

  • A bebida IPA 'LA Rosa' é o primeiro resultado de uma experiência feita em família, proveniente da propriedade liderada há dois séculos pela britânica Sophia Bergqvist. Foto: DR

O que o vinho dá à cerveja

17:53, 26/08/2017|Comentários fechados em O que o vinho dá à cerveja

Depois da produção de vinho, vinagre e azeite, a Quinta de La Rosa, localizada no Douro, acaba de anunciar o início de uma nova aventura pelo mundo das cervejas artesanais.

  • A máquina e os diferentes tipos de café estão disponíveis numa edição limitada. Foto: DR

Café com leite? Com certeza!

11:00, 30/09/2017|Comentários fechados em Café com leite? Com certeza!

A nova Lattissima One é a máquina que permitirá aos amantes de café, preparar um cappuccino ou uma tradicional “meia-de-leite” sem sair de casa. A aposta da marca Nespresso incide sobre a preferência dos portugueses por este tipo de bebidas. A marca lança também a edição limitada de três novos cafés “concebidos para serem bebidos com leite”, explica Marta Mimoso da Nespresso.

O Barista Chiaro, aconselhado para o cappuccino, é uma mistura de 100% grão arábica proveniente do Quénia e do Brasil, com uma torrefação média a intensa. O Scuro é indicado para um Latte Machiato ou tradicional “meia-de-leite” e é original da Costa Rica e Colombia. O Corto é preparado com grão arábica e robusto, possui uma intensidade de 11 e é servido como um Ristretto.

A máquina e os diferentes tipos de café estão disponíveis numa edição limitada e podem ser adquiridos nas boutiques, online ou através do telefone 800 260 260.

Um ritual de viagem

12:00, 13/09/2017|Comentários fechados em Um ritual de viagem

A cor verde esmeralda não engana: a nova Schweppes Premium Mixer Matcha é uma jóia rara. Inspirada nos rituais nipónicos de chá, o desafio é seguir o trilho até às ruas de Quioto, no Japão, guiados pelo chá de Matcha – numa garrafa elegante, com design contemporâneo.

Chá de Matcha

Mas porque é que o chá de Matcha é tão especial? Foi durante a Dinastia Chinesa Song, que vigorou entre 960-1279 d.C, que o chá verde começou a ser preparado em pó, tendo na altura este método sido exportado para o Japão. As folhas secas de chá da variedade Tencha eram então batidas numa taça com a utilização de um pincel de bambu, até obter um pó verde que depois era infusionado com água quente. Este ritual depressa ganhou popularidade entre os altos círculos aristocráticos, tendo depois sido difundido por todo o Japão.

É a partir desta arte milenar, que a Schweppes, especialista mundial no fabrico de bebidas há mais de 200 anos, obteve a Premium Mixer de Matcha, combinando este produto singular com o vigor do quinino e de outros botânicos que realçam o seu sabor natural a chá.

Foto: RitaSantana@ClementineThings

Suave e herbal

Com uma bolha perfeita é o mixer de eleição para acompanhar gins clássicos. Pode ser bebida sozinha ou em cocktails que misturem e evoquem sabores orientais. A sua frescura inigualável torna-a um elemento diferenciador e inovador, que nos remete para uma época intemporal repleta de elegância e sabedoria.

Está disponível nos melhores bares nacionais, de norte a sul.

Foto: RitaSantana@ClementineThings

  • A bebida IPA 'LA Rosa' é o primeiro resultado de uma experiência feita em família, proveniente da propriedade liderada há dois séculos pela britânica Sophia Bergqvist. Foto: DR

O que o vinho dá à cerveja

17:53, 26/08/2017|Comentários fechados em O que o vinho dá à cerveja

Depois da produção de vinho, vinagre e azeite, a Quinta de la Rosa, localizada no Douro, acaba de anunciar o início de uma nova aventura pelo mundo das cervejas artesanais. A bebida IPA ‘La Rosa’ é o primeiro resultado de uma experiência feita em família, proveniente da propriedade liderada há dois séculos pela britânica Sophia Bergqvist.

Para os mais distraídos, IPA significa Indian Pale Ale, um estilo de cerveja que nasceu durante a colonização inglesa. A ‘La Rosa’, em particular, resulta de um blend em que metade estágio num velho casco de vinho branco e outra metade em cuba de inox. Segundo a marca, a nova bebida é “plena de sabores e bastante aromática, realçando-se as notas frutadas, a lembrar a laranja e o maracujá”. Para breve está nos planos a introdução de uma outra cerveja, do tipo Lager, no mercado.

O novo produto está disponível em barril e em garrafas de 50 cl na Quinta de la Rosa – na loja (€5,50) e no restaurante Cozinha da Clara, inaugurado em maio passado na propriedade – e ainda no Six Senses Hotel, também no Douro.

Brevemente

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