Crítica gastronómica: Almeja

Luis Antunes apanhou o comboio até à Invicta e em vez de se debruçar novamente sobre a famosa bifana da Icaraí, optou por conhecer o Almeja, o recente desafio do jovem chefe João Cura.

Por: | 2018-07-13T14:32:53+00:00 11:05, 21/06/2018|

Crítica gastronómica: Entra

Luis Antunes entrou esfomeado pela porta da frente do Entra, em Marvila: o mais recente bairro cool da cidade. Saiu de lá reconfortado com a boa comida e agradado pela abundância de estacionamento à porta do restaurante, coisa que no centro de Lisboa já vem sendo difícil de encontrar.

Por: | 2018-05-22T17:56:26+00:00 11:00, 13/05/2018|

Crítica Gastronómica: Prado

Tó-Zé tem agora 27, e com a namorada Inês Pereira (chefe de sala) quiseram perseguir este sonho de ter um restaurante moderno em Lisboa. A filosofia é basear a oferta nos produtos de época e tentar uma intervenção mínima.

Por: | 2018-03-16T11:31:24+00:00 13:10, 26/02/2018|

Crítica gastronómica: Cogumelos mágicos

Certamente culpa minha, com a gula a suplantar a curiosidade, mas falhei quase totalmente a 2ª Edição da Festa dos Cogumelos do Chapitô, muito encantadoramente chamada Anel de Fadas.

Por: | 2017-11-27T10:45:41+00:00 15:55, 20/11/2017|

Crítica gastronómica: Bar do Peixe

A 40 minutos da Lisboa, depois de um trajecto dantesco, os céus limpam e chegamos ao sítio mais sossegado, ao acolhimento mais caloroso, ao Portugal mais suave. Deixem-me ficar aqui.

Por: | 2017-08-10T15:22:55+00:00 15:00, 02/08/2017|

Crítica gastronómica: Taberna Bay

Paulo Mota, açoriano de sotaque macio (de S. Miguel, mas macio), é o chefe de cozinha e alma da casa. Cara de meia idade, já com rugas que lhe temperam a expressão, tisnado, como se passasse o dia ao largo da baía em frente a São Roque, pescando ou fumando um cachimbo de pescador.

Por: | 2017-08-02T17:01:32+00:00 14:55, 14/07/2017|

Crítica gastronómica: Euskalduna

Quando era miúda, os meus pais costumavam usar os fins de semana para fazer aquilo que um bom português sabe fazer melhor: meter a família no carro, deixar a cidade para trás e percorrer umas dezenas de quilómetros para comer num qualquer restaurante épico, numa aldeia ou vila remota, que costumava ficar na segunda rua à direita depois de passar a igreja.

Por: | 2017-05-04T18:33:39+00:00 15:48, 29/04/2017|

Crítica gastronómica: Tapisco

Sentar solitário ao balcão é sinónimo de uma refeição triste e nostálgica? Au contraire. Num bom balcão nunca se está sozinho, entre tábuas, fogo e shakers, a refeição pode ser divertida, cheia de aprendizagens, relaxada. O Tapisco, de Henrique Sá Pessoa, acabou de abrir e já lá fui. Tapear?

Por: | 2017-04-29T15:57:14+00:00 11:45, 20/04/2017|

Crítica gastronómica: Infame

É sempre uma boa notícia quando o bom-gosto regressa a Lisboa. O renovado Largo do Intendente Pina Manique é um bom exemplo, como é o Hotel 1908, um edifício que dava nas vistas pela sua degradação e agora afirma orgulhoso o seu Prémio Valmor de 1908.

Por: | 2017-04-17T18:09:40+00:00 14:55, 10/04/2017|

Crítica gastronómica: Cave 23

Ao contrário de senhorios e agentes imobiliários, este restaurante não tenta ludibriar os seus clientes e assume, logo no nome, a sua posição predial. Quem reserva sabe que vai comer numa cave e essa expectativa é superada pelo bom ambiente, decoração e serviço.

Por: | 2017-04-11T10:22:01+00:00 09:32, 14/03/2017|