Crítica gastronómica: A Maria

Numa visita ao Alandroal, Luís Antunes passou pel’A Maria, restaurante do qual guarda boas recordações de tempos passados. À medida que relata essas memórias, o crítico aprecia e reflete sobre o tempo presente, à mesa, acompanhado pelos filhos.

Por |2018-09-21T16:59:24+00:0016:49, 21/09/2018|

Crítica gastronómica: Mistu

O Mistu abriu no Porto em finais de 2017 e, desde então, já foi visitado por Paulo Russell-Pinto umas quantas vezes. Da sua experiência, o crítico garante que a carne é coisa que nunca falha. Mas e o resto? É ler nas linhas seguintes.

Por |2018-09-13T17:04:45+00:0010:00, 31/08/2018|

Crítica gastronómica: Almeja

Luis Antunes apanhou o comboio até à Invicta e em vez de se debruçar novamente sobre a famosa bifana da Icaraí, optou por conhecer o Almeja, o recente desafio do jovem chefe João Cura.

Por |2018-07-13T14:32:53+00:0011:05, 21/06/2018|

Crítica gastronómica: Entra

Luis Antunes entrou esfomeado pela porta da frente do Entra, em Marvila: o mais recente bairro cool da cidade. Saiu de lá reconfortado com a boa comida e agradado pela abundância de estacionamento à porta do restaurante, coisa que no centro de Lisboa já vem sendo difícil de encontrar.

Por |2018-05-22T17:56:26+00:0011:00, 13/05/2018|

Crítica Gastronómica: Prado

Tó-Zé tem agora 27, e com a namorada Inês Pereira (chefe de sala) quiseram perseguir este sonho de ter um restaurante moderno em Lisboa. A filosofia é basear a oferta nos produtos de época e tentar uma intervenção mínima.

Por |2018-03-16T11:31:24+00:0013:10, 26/02/2018|

Crítica gastronómica: Cogumelos mágicos

Certamente culpa minha, com a gula a suplantar a curiosidade, mas falhei quase totalmente a 2ª Edição da Festa dos Cogumelos do Chapitô, muito encantadoramente chamada Anel de Fadas.

Por |2017-11-27T10:45:41+00:0015:55, 20/11/2017|

Crítica gastronómica: Bar do Peixe

A 40 minutos da Lisboa, depois de um trajecto dantesco, os céus limpam e chegamos ao sítio mais sossegado, ao acolhimento mais caloroso, ao Portugal mais suave. Deixem-me ficar aqui.

Por |2017-08-10T15:22:55+00:0015:00, 02/08/2017|

Crítica gastronómica: Taberna Bay

Paulo Mota, açoriano de sotaque macio (de S. Miguel, mas macio), é o chefe de cozinha e alma da casa. Cara de meia idade, já com rugas que lhe temperam a expressão, tisnado, como se passasse o dia ao largo da baía em frente a São Roque, pescando ou fumando um cachimbo de pescador.

Por |2017-08-02T17:01:32+00:0014:55, 14/07/2017|

Crítica gastronómica: Euskalduna

Quando era miúda, os meus pais costumavam usar os fins de semana para fazer aquilo que um bom português sabe fazer melhor: meter a família no carro, deixar a cidade para trás e percorrer umas dezenas de quilómetros para comer num qualquer restaurante épico, numa aldeia ou vila remota, que costumava ficar na segunda rua à direita depois de passar a igreja.

Por |2017-05-04T18:33:39+00:0015:48, 29/04/2017|