A Maria

Numa visita ao Alandroal, Luís Antunes passou pel’A Maria, restaurante do qual guarda boas recordações de tempos passados. À medida que relata essas memórias, o crítico aprecia e reflete sobre o tempo presente, à mesa, acompanhado pelos filhos.

Por |2018-10-12T16:43:19+00:0016:49, 21/09/2018|

Mistu

O Mistu abriu no Porto em finais de 2017 e, desde então, já foi visitado por Paulo Russell-Pinto umas quantas vezes. Da sua experiência, o crítico garante que a carne é coisa que nunca falha. Mas e o resto? É ler nas linhas seguintes.

Por |2018-10-12T16:45:13+00:0010:00, 31/08/2018|

Pap’Açorda

Paulo Russell Pinto subiu ao primeiro andar do Mercado da Ribeira para redescobrir um clássico lisboeta: o Pap’Açorda. Felizmente, encontrou a sua essência intacta.

Por |2018-10-12T16:45:35+00:0015:27, 26/07/2018|

Almeja

Luis Antunes apanhou o comboio até à Invicta e em vez de se debruçar novamente sobre a famosa bifana da Icaraí, optou por conhecer o Almeja, o recente desafio do jovem chefe João Cura.

Por |2018-10-12T16:46:40+00:0011:05, 21/06/2018|

Entra

Luis Antunes entrou esfomeado pela porta da frente do Entra, em Marvila: o mais recente bairro cool da cidade. Saiu de lá reconfortado com a boa comida e agradado pela abundância de estacionamento à porta do restaurante, coisa que no centro de Lisboa já vem sendo difícil de encontrar.

Por |2018-10-12T16:47:06+00:0011:00, 13/05/2018|

Prado

Tó-Zé tem agora 27, e com a namorada Inês Pereira (chefe de sala) quiseram perseguir este sonho de ter um restaurante moderno em Lisboa. A filosofia é basear a oferta nos produtos de época e tentar uma intervenção mínima.

Por |2018-10-12T16:46:54+00:0013:10, 26/02/2018|

Bar do Peixe

A 40 minutos da Lisboa, depois de um trajecto dantesco, os céus limpam e chegamos ao sítio mais sossegado, ao acolhimento mais caloroso, ao Portugal mais suave. Deixem-me ficar aqui.

Por |2018-10-12T16:47:18+00:0015:00, 02/08/2017|

Taberna Bay

Paulo Mota, açoriano de sotaque macio (de S. Miguel, mas macio), é o chefe de cozinha e alma da casa. Cara de meia idade, já com rugas que lhe temperam a expressão, tisnado, como se passasse o dia ao largo da baía em frente a São Roque, pescando ou fumando um cachimbo de pescador.

Por |2018-10-12T16:47:44+00:0014:55, 14/07/2017|

Euskalduna

Quando era miúda, os meus pais costumavam usar os fins de semana para fazer aquilo que um bom português sabe fazer melhor: meter a família no carro, deixar a cidade para trás e percorrer umas dezenas de quilómetros para comer num qualquer restaurante épico, numa aldeia ou vila remota, que costumava ficar na segunda rua à direita depois de passar a igreja.

Por |2018-10-12T16:47:31+00:0015:48, 29/04/2017|

Tapisco

Sentar solitário ao balcão é sinónimo de uma refeição triste e nostálgica? Au contraire. Num bom balcão nunca se está sozinho, entre tábuas, fogo e shakers, a refeição pode ser divertida, cheia de aprendizagens, relaxada. O Tapisco, de Henrique Sá Pessoa, acabou de abrir e já lá fui. Tapear?

Por |2018-10-12T16:48:16+00:0011:45, 20/04/2017|