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António Galapito: “A minha forma de cozinhar já pedia outras coisas”

António Galapito chega à hora marcada. A descontração adorna a conversa. “Fácil” parece ser a palavra de ordem para o jovem chefe. Chegou há poucos meses de Londres e, ainda não está completamente assente na cidade. No espaço de um mês já levou duas multas de estacionamento. Após seis anos fora do país, sente Lisboa completamente diferente.

Por |12:00, 07/10/2017|

Vítor Adão: “Ainda há chefes que são cozinheiros”

A subida pela rua do Alecrim é feita através de turistas que se movimentam em todas as direções. Os locais atravessam a passadeira do Largo do Camões com o sinal vermelho e induzem em erro os que pensam que podem avançar. No 100 Maneiras o ar condicionado contrasta com os quase 30 graus que se vivem na rua.

Por |11:00, 24/09/2017|

Diogo Noronha: “O Pesca quer ser uma referência”

Durante um ano, pouco se ouviu o seu nome por aí. Alguns desconfiaram, outros mantiveram-se calados. Diogo Noronha, de 38 anos, é o chefe de quem por estes dias todos falam. Abre na próxima terça-feira, dia 26 de setembro, o Pesca, no Príncipe Real, em Lisboa.

Por |16:06, 23/09/2017|

Francisca Van Zeller: “No Douro sou livre”

O seu pai, Cristiano, é um nome forte no mundo da vitivinicultura e o atual administrador da Quinta Vale D. Maria, propriedade da família. Ao lado do progenitor, Francisca, com 31 anos, mostra-se defensora do Douro e do que nasce e cresce na terra que é sua, desde sempre.

Por |15:30, 01/09/2017|

Yuri Herrera: “O Diego (Muñoz) é com um pai na cozinha”

Chegámos cedo e a esta hora a porta ainda está fechada para que não se comecem a acumular olhares curiosos. Cá dentro, os utensílios de cozinha ecoam na sala. Os trabalhadores já estão nos seus postos há algum tempo. Abriu portas no verão passado e desde aí que as novidades não param. Estamos no Bairro do Avillez, um local onde a Lisboa cosmopolita e típica se encontram. E, agora, também o Peru.

Por |15:44, 28/07/2017|

Chiara Ferro: “A Osteria sou eu”

Chegamos à hora combinada à Madragoa. Uma senhora na varanda está a estender um lençol que deixa na rua o cheiro a sabão azul e branco. Cá fora, estão dois vasos de cada lado da porta, onde, em cima, está escrito à mão ‘Osteria’.

Por |19:20, 15/05/2017|