Ao entrar em 2020, o sentimento era um de segurança. Continuávamos acelerados, confiantes no sucesso que estava para vir (tudo assim o indicava).

De um momento para o outro, sem estarmos minimamente preparados… o mundo mudou.

Com a crise COVID-19 implantada globalmente, fomos forçados a parar, a repensar os nossos “mundos” – os nossos negócios.

A história ensina-nos que é precisamente nestes momentos, de paragem que nascem oportunidades – de inovação, de diferenciação, de crescimento. Não de um crescimento imediato (não nos enganemos, vão ser momentos complexos) mas de um crescimento de fundo, de um crescimento que altera paradigmas.

Temos tempo para parar, para pensar, para falar, trocar impressões e para pôr tudo em perspectiva. Temos sobretudo tempo para criar.

Agora, mais do que nunca, observamos algo que não víamos há algum tempo, a união — talvez resultado da correria demasiado intensa que vivíamos, talvez resultado da tensão que uma economia em crescimento coloca). Estamos mais unidos do que nunca. E essa união traz força.

O futuro

Nessas conversas, trocas e criatividade, existe um aspecto que penso ser chave – apostar nos nossos aspectos diferenciadores como país. É por isso que nos procuram. É por isso que atravessam oceanos para nos conhecer. Esta “paragem” é temporária e embora tenhamos de alterar ou reinventar o modelo de negócio (pelo menos temporariamente) a história que temos para contar mantem-se.

Comunidade e sustentabilidade nunca foram tão importantes. Iniciativas como o “Projecto Matéria” e o projecto das “Tabernas do Alto do Tâmega” são chave. A produção local, o apoio ao que é nosso, o que é único nunca foi tão premente. É isto que nos diferencia e é esta diferenciação que atrai. São estas as histórias que temos para contar.

Os chefs têm tido um papel fundamental neste novo “olhar” que Portugal tem para oferecer. Foram dos primeiros a mostrar ao mundo o porquê do “orgulho” de ser Português. Não nos esquecemos nunca deste nosso (vosso) caminho e deste nosso orgulho.

#resistir – Enquanto o mundo parou, a Xpose continua a trabalhar intensivamente. Comprometeu-se a apoiar os clientes com quem está envolvida (custando o que custar). É agora, mais do que nunca, que devemos estudar o mercado, ver as tendências e preparar-nos para o que aí vem. É agora que temos que mudar os paradigmas, criar, manter as nossas marcas “Top of Mind”. A aposta em comunicação é chave.