Com a ajuda do gastrónomo Virgílio Gomes, o ETASTE apresenta-lhe o roteiro mais calórico deste Natal. Saiba quais os melhores locais em Lisboa para comer e comprar os doces mais típicos da corrente época.

Rabanadas

Durante a quadra natalícia, é uma das iguarias mais recorrentes à mesa dos portugueses. Um dos espaços onde pode deliciar-se com o doce feito a partir de pão (e depois molhado em leite, vinho e calda de açúcar e, por fim, embebido em ovo antes de ser frito) é nos restaurantes Poleiro — um dos poisos favoritos de Virgílio Gomes — e n’O Nobre, que por estes dias está a servir uma versão com recheio de doce de castanhas. Se preferir levar para casa, a Alcoa e a Confeitaria Nacional tratam do assunto.

As afamadas rabanadas da pastelaria Alcoa. Foto: DR
As afamadas rabanadas da pastelaria Alcoa. Foto: DR

Sonhos e filhós

Por esta altura do ano, é comum vê-los na vitrine de inúmeras pastelarias. Os redondinhos sonhos e as crocantes filhós da Versailles são difíceis de recusar. Mas há outros a provar na cidade, como os da Tartine ou os da Císter. Na restauração, saiba que por esta altura, O Polícia e a Adega da Tia Matilde servem filhós “bem boas”, afiança Virgílio.

O Polícia é um dos restaurantes lisboetas que por este altura serve filhós para sobremesa. Foto: DR

Bolo-rei e rainha

Seja qual for a preferência do leitor — bolo-rei, com frutos cristalizados, ou bolo-rainha, com frutos secos —, os seguintes espaços garantem satisfazer plenamente a sua vontade. Ora aponte os seguintes nomes: Padaria da Esquina, Batalha, Careca, Benard, Sacolinha, Versailles e Confeitaria Nacional.

O conhecido bolo-rei da pastelaria Batalha. Foto. DR

Broas castelares

É uma receita feita primeiramente à base de milho e mel “só porque antes não havia açúcar”, explica-nos o gastrónomo português. Apesar de hoje em dia “se encontrar em qualquer supermercado”, saiba que também as pode comprar nas pastelarias Astro, Confeitaria Nacional e Versailles.

A Confeitaria Nacional serve inúmeros doces de natal, entre eles, estão as broas castelares. Foto: DR