A dias de fechar as portas do seu projeto pop up, Phoi-Cavalo, na Sede Trienal de Arquitetura, em Lisboa, o chefe Hugo Brito fala ao ETASTE na possibilidade de voltar com o projeto, numa outra localização, em 2017. E ainda abrir um espaço informal, na capital, que junte as tapas ao marisco.
O balanço de quase dois meses do pop up é “positivo” (inaugurou dia 8 de outubro e termina a 11 de dezembro). “Das pessoas que já tiveram no Vietname e que já têm uma referência há um entusiasmo grande pelo que faço no Phoi-Cavalo”, diz. A razão principal que o levou a abrir este conceito deve-se ao facto de existirem “poucos e maus” espaços do género em Lisboa. Pelo menos dos que provou. “Ainda não experimentei o Pho de Rabo de Boi do Kiko (Martins), por isso não posso falar desse em específico”, conta. Por falar nisso, o chefe afirma que um espaço de comida vietnamita não iria funcionar bem na capital por achar que esta “não é uma cidade de comida de rua”. Mas em conceito pop up, o caso muda de figura. “Acho que o Phoi-Cavalo pode funcionar perfeitamente em eventos privados e festivais de música”.
Enquanto o novo ano não chega, sempre há a hipótese de provar a cozinha do chefe no seu restaurante em Alfama, o Boi-Cavalo.
Contatos:
Phoi-Cavalo
Aberto de terça a sábado. Do 12h às 20h.
Sede da Trienal de Arquitectura de Lisboa
Campo de Santa Clara 145, Lisboa
