Todos os anos a Academia Internacional de Gastronomia atribui vários prémios a pessoas ou instituições que se distingam no meio. Rui Silvestre, Hermínio Costa e Pedro Fonseca são alguns dos vencedores da edição deste ano, nas áreas da cozinha e do serviço de sala.

Em 2016, Rui Silvestre (Bon Bon, Carvoeiro) surpreendeu tudo e todos ao ganhar a única estrela Michelin portuguesa nesse ano. Hoje, quase dois anos depois, é agraciado com a distinção de ‘Chefe do Futuro’ pela Academia Internacional de Gastronomia. Em edições anteriores, o mesmo prémio foi atribuído a nomes como Bertílio Gomes, José Avillez, David Jesus, Vítor Matos e João Rodrigues.

Pela Academia Portuguesa de Gastronomia – filiada à Academia Internacional de Gastronomia – foi galardoado na categoria ‘Arte da Cozinha’, o chefe Hermínio Costa (Egoísta, Póvoa de Varzim), que conta já com quatro décadas de carreira. Assim como, o restaurante tradicional Noélia e Jerónimo, em Cabanas de Tavira, em ‘Cozinha Tradicional Portuguesa – Maria de Lourdes Modesto’. No serviço de sala, foram aclamados Pedro Fonseca (Lab by Sergi Arola, Sintra) e Francisco Fortuna Guilherme (Alma, Lisboa).

No campo da literatura gastronómica, foi contemplada a obra ‘A Vida e as Receitas Inéditas do Abade de Priscos’ de Mário Vilhena da Cunha e Fortunato da Câmara, lançada em 2016. Na televisão, o programa de entretenimento da TVI, Mesa Nacional, liderado por Paulo Salvador e Ricardo Ferreira foi igualmente premiado.

Os prémios serão entregues numa cerimónia a realizar-se no dia 20 de novembro, no Grémio Literário, em Lisboa.

Ao todo são 30 os países membros da Academia Internacional de Gastronomia (que existe desde 1983), entre os quais Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália e Suíça.