Gastronomia Darwinista!
Bacalhau salgado, cação de coentrada, cusco transmontano, vinho do Porto, queijo da serra, fogaça de Alcochete, Moscatel de Setúbal, doces de ovos, butelo, faceira fumada, favas secas, cenoura algarvia...
Bacalhau salgado, cação de coentrada, cusco transmontano, vinho do Porto, queijo da serra, fogaça de Alcochete, Moscatel de Setúbal, doces de ovos, butelo, faceira fumada, favas secas, cenoura algarvia...
7h30 da manhã... Idanha-a-Nova, uma neblina matinal irrompe pelos campos verdes que já estão matizados pelas acácias e aceres que caducos, têm as suas folhas a cair, o cheiro é inconfundível, terra molhada, um frio cortante que irrompe na nossa cara como uma espada de Démocles.
O valor das Estrelas Michelin... O valor dos restaurantes... O valor dos chefes... O valor como se mede? O sucesso como se mede?
Eventualmente arriscado é não preservar o nosso legado gastronómico. Eu, como tantos outros, digo PRESENTE à cozinha Portuguesa, Presente à nossa RAIZ.