#resistir João d’Eça Lima: Diário de um cozinheiro em Penela #5
Agora percebemos que a pressa era inútil. Que a urgência era uma coisa relativa. Que só as pessoas importam. Como sempre importaram.
Agora percebemos que a pressa era inútil. Que a urgência era uma coisa relativa. Que só as pessoas importam. Como sempre importaram.
Aproxima-se o fim de semana, altura em que a casa se enchia sempre e o telefone não parava de tocar, puxamos pelas forças de vir a refazer isto.
Tenta-se pensar no futuro. Mesmo que o presente seja feito da incerteza de como suportar tudo pois tudo parece ir demorar mais do que se falava.
realidade de um restaurante no meio da serra, onde o cliente o visita propositadamente, é muito diferente daqueles que, na cidade, abrem a porta a quem passa. Aqui não passa ninguém que não chegue de uma viagem feita exatamente para vir provar o que temos para oferecer.
Quando decidi fechar ainda não havia qualquer informação sobre o que era esperado de cada unidade de restauração.