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O crítico Luis Antunes celebra o regresso de Vincent Farges a território nacional. Uma celebração esfuziante, sustentada em duas refeições — um almoço e um jantar — com momentos memoráveis.
O crítico Luis Antunes celebra o regresso de Vincent Farges a território nacional. Uma celebração esfuziante, sustentada em duas refeições — um almoço e um jantar — com momentos memoráveis.
Numa visita ao Alandroal, Luís Antunes passou pel’A Maria, restaurante do qual guarda boas recordações de tempos passados. À medida que relata essas memórias, o crítico aprecia e reflete sobre o tempo presente, à mesa, acompanhado pelos filhos.
Luis Antunes apanhou o comboio até à Invicta e em vez de se debruçar novamente sobre a famosa bifana da Icaraí, optou por conhecer o Almeja, o recente desafio do jovem chefe João Cura.
Luis Antunes entrou esfomeado pela porta da frente do Entra, em Marvila: o mais recente bairro cool da cidade. Saiu de lá reconfortado com a boa comida e agradado pela abundância de estacionamento à porta do restaurante, coisa que no centro de Lisboa já vem sendo difícil de encontrar.
O Legado é um vinho de uma só vinha, uma parcela velhíssima e lindíssima da Quinta do Caêdo, na encosta do rio Douro, logo abaixo de Ervedosa.
Janeiro. Dia longo que já vem de Lisboa. Estação de Comboios de Braga. Tenho um Alfa às 20h07. Estou ao telefone.
Tó-Zé tem agora 27, e com a namorada Inês Pereira (chefe de sala) quiseram perseguir este sonho de ter um restaurante moderno em Lisboa. A filosofia é basear a oferta nos produtos de época e tentar uma intervenção mínima.
A 40 minutos da Lisboa, depois de um trajecto dantesco, os céus limpam e chegamos ao sítio mais sossegado, ao acolhimento mais caloroso, ao Portugal mais suave. Deixem-me ficar aqui.
A história começa no princípio do séc. XX, quando Humberto da Silva Cardoso vendeu a sua empresa rodoviária, pioneira no transporte de passageiros na região de Palmela. Comprou três grandes herdades e construiu duas adegas, a da Quinta do Piloto e da Serra.
Paulo Mota, açoriano de sotaque macio (de S. Miguel, mas macio), é o chefe de cozinha e alma da casa. Cara de meia idade, já com rugas que lhe temperam a expressão, tisnado, como se passasse o dia ao largo da baía em frente a São Roque, pescando ou fumando um cachimbo de pescador.