#resistir Nuno Diniz: O chão

Apesar da vontade de poder estar com os meus cozinheiros no Revolução, e da recordação do prazer oferecido pelas guitarras e teclados que ficaram em Lisboa, tenho, aqui para estes lados onde a noite é apenas eventualmente iluminada pela lua e pelas estrelas e, de quando em vez, embalada por sons que raramente identifico, tenho aqui, dizia, momentos inesperados, excitação, novidade e cultura que chegam para me manter interessado, durante pelo menos mais sessenta anos.

Por |2020-05-04T10:52:42+01:0015:53, 27/04/2020|

#resistir André Toscano: O tempo que tínhamos na gaveta

Para trás, ficaram as pinhas e os troços de eucalipto queimados que alimentavam a brasa e a alma de quem ali trabalhava diariamente com esforço e dedicação, os tachos de ferro a queimar, o cheiro do pão acabado de sair do forno a lenha, a azáfama das preparações e a adrenalina dos serviços, os clientes felizes e o sentimento de dever cumprido, que bom que era...

Por |2020-04-28T12:07:09+01:0014:03, 27/04/2020|

#resistir Olga Cavaleiro: Obrigado #37

O futuro muda todos os dias. Acho que essa é outra certeza que conquistámos. Se isso é desesperante? Talvez não. do que comer. Era mesmo a conversa que sabia bem, eram as palavras que fluíam entre garfadas que faziam sobressair o sabor. A conversa era o condimento, o sal. Falta-me a rotina dos amigos.

Por |2020-04-25T19:24:41+01:0019:16, 25/04/2020|

#resistir Armando Fernandes: Comeres que Abril abriu

Estão por estudar as alteridades culinárias e gastronómicas surgidas e introduzidas nos hábitos alimentares dos portugueses em consequência da instauração da democracia em Portugal no dia 25 de Abril de 1974. doçaria industrial e a derrota das doçarias de cunho local, regional, conventual e monacal?

Por |2020-05-05T12:20:09+01:0012:15, 25/04/2020|
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