#resistir Boca Mole II: Nuno Mendes, António Galapito, Miguel Pires e Paulo Amado_Episódio14
É o 14º episódio do Boca Mole, na sua segunda série, de um conjunto de entrevistas de reação à atual crise sanitária resultante do novo coronavírus.
É o 14º episódio do Boca Mole, na sua segunda série, de um conjunto de entrevistas de reação à atual crise sanitária resultante do novo coronavírus.
Um recente estudo da AHRESP - Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal sobre o impacto do Covid-19 na atividade turística (alojamento turístico e restauração e bebidas), realizado entre 1 e 3 de abril de 2020, apurou 1819 respostas válidas.
De uma forma ou de outra somos todos vizinhos numa imensa ideia global de vizinhança. Não seremos todos amigos, mas somos todos vizinhos numa qualquer rede social.
Resistir. Isso sim é preciso. Depois, vem o chavão do reinventar. Talvez não seja isso o preciso. Preciso é reflectir. Usar este tempo que nos é dado para pensar.
A cada dois dias o chefe Filipe Ramalho liga a um colega e ficam à conversa sobre o que lhes apetece. Para contrariar este tempo e construir um novo. Do Alentejo para o mundo.
Aquartelado em casa, Luís Antunes procura acompanhar o mundo do vinho em plena crise do Covid-19. Apontamentos rápidos para verificar, acautelar, antecipar, entender, incentivar. Não nos vamos deixar soçobrar.
Fito a flor todos os dias, como um sinal do pormenor necessário, simbologia da sensibilidade. Sei que não durará para sempre, mas dou por mim a imaginar que a flor dura até que isto passe, ou que os dois sacos com um ramo de orégãos cada, vão durar além da crise.
Os menus são muito mais do que meras listas de pratos. Os menus serão as portas abertas para cenas de simplicidade, história, sabor e autenticidade de um lugar, hospitalidade e sentido de comunidade.
E espera-se, de todos, um elevado grau de coragem, sobretudo dos mais idosos. Esses mesmos idosos que vemos nos lares. Os que parecem tão desprotegidos, tão alheados do mundo… e nem sempre o são. Não são pessoas abatidas pelo destino. Há neles identidades vivas, serenidades livres, invulnerabilidades espirituais.
Caro leitor os factos são claros e verdadeiros. Torna-se bastante evidente que não há quem esteja mais interessado no enfraquecimento (ainda maior) económico europeu que a China. Será isto uma guerra biológica? Deixo a cada leitor espaço à reflexão dos factos aqui apresentados, avisando desde já que correm sérios riscos de chegar a conclusão alguma.