Avillez abre uma cantina
O segredo (não tão) bem guardado de um espaço do chefe no Campo das Cebolas, em Lisboa, enfim viu vida. Cantina do Zé Avillez é o nome do novo restaurante que quer servir comida de conforto portuguesa.
O segredo (não tão) bem guardado de um espaço do chefe no Campo das Cebolas, em Lisboa, enfim viu vida. Cantina do Zé Avillez é o nome do novo restaurante que quer servir comida de conforto portuguesa.
O imaginário da gastronomia da Áustria leva-nos imediatamente a pensar em Schnitzel, esse magnífico panado de vitela, dourado, muito fino e crocante que encanta gente de todas as idades.
Noma reabriu há poucas semanas noutro canto de Copenhaga. Nome de renome, restaurante de topo, que já encabeçou a lista dos melhores do mundo (The World's 50 Best Restaurants). Fomos descobrir um jovem português por trás dessa antecipada abertura.
Entre 5 e 15 de abril, o festival gastronómico Peixe em Lisboa estará de volta para a sua 11.ª edição. Tal como em anos anteriores, o público apaixonado por gastronomia terá aqui a oportunidade de ver e estar perto de diversas personalidades da área, a nível nacional e internacional.
A Taberna do Mercado, restaurante português de Nuno Mendes em Londres, mudou de localização. Mas não foi longe. O antigo espaço será ocupado por um wine bar, também da responsabilidade do chefe que se prepara para abrir um novo projeto, já em abril.
O politicamente correto não existe para ele. Guilherme Spalk, com 27 anos, é apaixonado por cozinha mas recusa que esse facto o defina enquanto pessoa.
Janeiro. Dia longo que já vem de Lisboa. Estação de Comboios de Braga. Tenho um Alfa às 20h07. Estou ao telefone.
Hoje, com 30 anos, André Cruz não é, nem pode ser apenas o subchefe de João Rodrigues, seu amigo e companheiro de criatividade.
Tó-Zé tem agora 27, e com a namorada Inês Pereira (chefe de sala) quiseram perseguir este sonho de ter um restaurante moderno em Lisboa. A filosofia é basear a oferta nos produtos de época e tentar uma intervenção mínima.
Há um ano, numa noite gelada de fevereiro, Cláudia e Sandra, filhas de Carlos Ferreira, falavam da possibilidade desta primeira visitar o pai para ajudá-lo na sua quinta no Douro, nos trabalhos da vinha.